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PESQUISA COVID-19

Quando começou a pandemia, tínhamos apenas uma preocupação: proteger e cuidar dos nossos jovens que fazem parte de um dos grupos mais vulneráveis no Brasil. Por isso, durante mais de dois anos, realizamos pesquisas periódicas criando uma série histórica, com o principal objetivo de compreender como a pandemia afeta as condições de saúde física e mental, bem como os estudos, trabalho e renda dos jovens e seus familiares.

De abril de 2020 a maio de 2022, fizemos nove ondas de entrevistas para mapear como os jovens estavam se sentindo durante a pandemia provocada pela covid-19. Somamos mais de 22 mil entrevistas, na qual os jovens e adolescentes nos relataram suas experiências. Fomos a única organização que realizou um levantamento tão extenso e profundo durante esse período.

+ 22 MIL ENTREVISTAS

+ 2 ANOS DE MAPEAMENTO CONTÍNUO

Estudos durante a pandemia

Um dos grandes receios com relação à pandemia era o aumento da evasão escolar. Notamos que ele não se concretizou, e os jovens mantiveram seus estudos ao longo do ano. O que mudou foi o formato: na 1ª onda (abril de 2020), 75% dos adolescentes e jovens tiveram aulas no formato de ensino remoto; na 7ª (junho de 2021), período mais letal da pandemia no Brasil, esse número atingiu 85%; e hoje, apenas 23% estão estudando de casa. Em relação às aulas presenciais, entre abril de 2020 e novembro de 2020, nenhum jovem ainda estava nessa modalidade. Em novembro de 2021, 30% dos adolescentes e jovens haviam retomado as aulas presencialmente, e em maio de 2022, o número dobrou para 60%.

Visão dos jovens sobre os estudos

O ensino remoto trouxe novas experiências. Alguns jovens se adaptaram facilmente, mas outros, não tanto: 66% dos jovens que estão no Ensino Médio e no Médio Técnico preferem aulas presenciais. Quando olhamos para os jovens no curso superior, o quadro se inverte: 52% preferem aulas remotas ou híbridas, e 37% preferem aulas presenciais.

Home Office 

Um dos pontos-chave da pesquisa era entender como ficaria o trabalho presencial frente às medidas de isolamento social. Notamos que 57% dos jovens não trabalharam em nenhum momento durante a pandemia em home office. Dentre os 43% que tiveram essa experiência, 78% a consideraram positiva ou extremamente positiva, e 51% deles preferem que a jornada de trabalho seja inteiramente home office.

Sentimentos

Durante todo o levantamento, conseguimos perceber que nossos jovens estavam preocupados, cansados ou ansiosos. Depois de nove ondas desta pesquisa, a maioria dos jovens continuam com esses sentimentos elevados.

Em abril de 2020, 89% deles estavam mais ansiosos que o normal. Em maio de 2022, essa porcentagem subiu para 93%. Sobre o desânimo, em abril de 2020 o percentual era de 88%, e em novembro de 2020 atingiu o menor valor da série histórica: 79%. Porém, os valores voltaram a subir e, em junho de 2022, 85% dos adolescentes e jovens estavam mais desanimados que o normal.

Os adolescentes e jovens também estão mais estressados que o normal. Nas últimas três ondas (de junho de 2021 a abril de 2022), os valores bateram os maiores patamares: 78% em junho de 2021, 79% em novembro de 2021 e 80% em maio de 2022

CONCLUSÃO

Esta série histórica de levantamentos é resultado da preocupação que temos com nossos adolescentes e jovens. Para nós, é muito importante saber como eles passaram pela pandemia e de que forma podemos ajudá-los. Com essas entrevistas, captamos os impactos nas diversas esferas da vida dos jovens. Conseguimos mapear pontos relacionados à saúde mental, como as preocupações com os familiares, amigos e com eles mesmos, suas inquietações em relação à economia, segurança e emprego e suas preferências em relação à jornada de estudos e trabalho, remotos ou presenciais, com recortes e segmentação por renda, gênero e localização dos respondentes.

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