No mais novo episódio do Esprocast, o superintendente executivo do Espro, Alessandro Saade, recebeu Renato Padovese, CEO da Cruzeiro do Sul Educacional, um dos maiores grupos de educação do Brasil. Renato é formado pela USP e tem MBA e formação em Harvard. Nessa conversa, ele contou como chegou até o cargo de CEO e o que aprendeu pelo caminho.

Uma trajetória construída com estudo e preparo

Renato começou a carreira longe da gestão da empresa, estudando Farmácia e Bioquímica. Depois virou professor, fez mestrado e doutorado, e foi se aproximando aos poucos da parte acadêmica do negócio. Quando surgiu a chance de assumir como CEO, ele passou por uma avaliação feita por consultorias externas. E foi esse processo que o ajudou a entender melhor seus pontos fortes e o que ainda precisava desenvolver. A partir daí, ele buscou se preparar de verdade: leu livros sobre liderança, contou com apoio de consultorias e montou, junto com o time, um plano de mudanças para a empresa. Como ele mesmo resume: “a liderança que se perpetua é aquela que entende as fragilidades, as potencialidades e segue se desenvolvendo.”

Pensando no futuro do aluno

Um dos momentos mais interessantes da conversa foi sobre como preparar os alunos para o mercado de trabalho. Renato contou que a Cruzeiro do Sul tem mudado seus cursos ouvindo diretamente as empresas, para ensinar exatamente o que o mercado precisa, não só teoria, mas prática.

Alessandro também trouxe um dado do Espro: 8 em cada 10 jovens continuam empregados um ano depois de terminar o contrato de aprendizagem, e 6 em cada 10 deles seguem estudando. Então, isso mostra como aprender continua sendo importante mesmo depois da primeira experiência de trabalho, algo que também está no radar da Cruzeiro do Sul.

Tecnologia a favor da educação

Renato também falou sobre como a Cruzeiro do Sul Educacional está usando tecnologia no dia a dia, incluindo inteligência artificial, para facilitar a vida de alunos e professores e deixar tudo mais simples. Segundo ele, “a discussão já não é se usa ou não inteligência artificial, e sim como usa.” Por isso, para o CEO, o mais importante é sempre unir bons resultados para a empresa com uma boa experiência para quem estuda.

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