Pesquisa do Espro é Destaque na Revista VEJA: Estudo com mais de 3.400 aprendizes revela otimismo “pé no chão” e acende alerta para a necessidade urgente de qualificação profissional de base.

O impacto da tecnologia no futuro do emprego é um dos debates mais intensos e necessários da atualidade. A discussão sobre jovens e inteligencia artificial mercado de trabalho torna-se cada vez mais relevante nesse cenário. Enquanto muitas análises de mercado apontam os profissionais em início de carreira como os mais vulneráveis à automação, uma pergunta crucial ganha força: o que pensa a nova geração sobre o avanço das máquinas? Assim, o tema jovens e inteligencia artificial mercado de trabalho está em destaque.

Para responder a isso, a pesquisa “Jovens e IA”, realizada pelo Espro, consultou 3.444 aprendizes em todo o Brasil entre maio e junho de 2026. O estudo trouxe revelações tão surpreendentes que se tornou destaque na coluna Planeta IA da Revista VEJA. Os resultados contrariam a ideia de que os novos profissionais estão intimidados ou paralisados pelo medo. Pelo contrário: a relação entre os jovens e a inteligência artificial no mercado de trabalho é marcada por otimismo, pragmatismo e alta resiliência. Sem dúvida, as conclusões mostram a importância de discutir jovens e inteligencia artificial mercado de trabalho atualmente.

Otimismo com Pé no Chão: Oportunidade em Vez de Ameaça

Os dados do levantamento mostram que 64% dos jovens veem a inteligência artificial mais como uma oportunidade do que como uma ameaça para sua entrada no mercado de trabalho. Indo mais a fundo na análise desse entusiasmo, 13% deles chegam a classificar a tecnologia como uma oportunidade plena, enquanto apenas 2% a enxergam como uma ameaça absoluta. Além disso, a pesquisa reforça como jovens e inteligencia artificial mercado de trabalho inspiram debates sobre o futuro.

No entanto, essa percepção positiva não significa ingenuidade. Os participantes têm plena consciência do potencial das ferramentas de automação e sabem que a competição no mercado mudou. De acordo com o estudo, 78% dos entrevistados admitem que a IA já daria conta de ao menos parte das tarefas que executam rotineiramente no início de suas carreiras.

A pesquisa mostra que o jovem não está negando a transformação. Ele sabe que a IA muda tarefas, processos e critérios de competitividade, mas lê esse movimento como parte do jogo.”Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Jovens e IA: O Grande Gargalo

Se por um lado há disposição e abertura, por outro a formação estruturada se apresenta como o principal gargalo para o Brasil. Apenas 32% dos ouvidos consideram que a escola ou o curso técnico os preparou de fato para utilizar a tecnologia no cotidiano corporativo.
Esse cenário mostra a necessidade urgente de desenvolver o conceito de literacia generativa nas instituições de ensino e capacitação profissional. Mais do que simplesmente saber digitar um comando (prompt), o letramento em inteligência artificial envolve treinar o indivíduo para:

O Papel das Empresas e Gestores

O grande destaque da pesquisa do Espro na Revista VEJA deixa um recado para as lideranças corporativas: a discussão sobre proibir ou liberar o uso de inteligência artificial nas empresas ficou no passado. As novas gerações já trazem a tecnologia integrada em suas rotinas de forma inevitável. O verdadeiro papel do gestor é transformar o uso improvisado em um método corporativo sólido, estabelecendo diretrizes claras, supervisão atenta e governança para identificar precisamente quando as máquinas geram valor real e quando elas atrapalham o processo. Por esse motivo, jovens e inteligencia artificial mercado de trabalho compõem um tema essencial para empresas e gestores.

Leia a materárai completa na Veja: https://veja.abril.com.br/coluna/planeta-ia/jovens-veem-ia-no-trabalho-como-oportunidade-em-vez-ameaca-diz-pesquisa/

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