Jovens de BH visitam exposição DreamWorks Animation no CCBB

Jovens de BH visitam exposição DreamWorks Animation no CCBB

Duas turmas do programa de Socioaprendizagem visitaram, no mês passado, a DreamWorks Animation: A Exposição – Uma Jornada do Esboço à Tela, no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte (MG). Os aprendizes tiveram a oportunidade de explorar o caminho da criação artística de diversos desenhos animados, por meio de entrevistas, filmagens por trás das cenas, além de aprender conceitos artísticos originais, maquetes e muito mais. 

A exposição é o resultado de uma parceria inédita entre o estúdio de animação norte-americano DreamWorks Animation e o museu Australian Centre for the Moving Image, revelando todo o processo criativo desde a inspiração, os primeiros rabiscos, até o produto final.

São 400 itens de acervo – desenhos, storyboards, máscaras, mapas, fotografias, pôsteres, pinturas, artes originais das animações clássicas preferidas e mais amadas da DreamWorks, tais como: FormiguinhaZ (1998), Shrek (2001), Madagascar (2005), Kung Fu Panda (2008), Como Treinar Seu Dragão (2010), Trolls (2016), entre outras produções.

Cada conjunto mostra a jornada criativa da DreamWorks, desde a essência de uma ideia original até à realização completa de um filme de animação. A exposição explora as habilidades únicas do estúdio de trabalhar em três aspectos básicos da produção cinematográfica: personagem, história e mundo.

Veja algumas expressões sobre essa experiência marcante aos jovens: 

“A visita à exposição foi muito construtiva, pois já fiz o curso em modelagem em clay (massa sintética), a partir da qual é feita a construção dos personagens e todas as suas expressões faciais. Aprendi também como são feitas as músicas, os movimentos, a construção dos diversos cenários", considerou Hendrew, da turma 8808 do programa de Socioaprendizagem.

“Tivemos contato com os rascunhos (storyboards) feitos pelos desenhistas das histórias. Eu possuía apenas o conhecimento por meio de mangá (quadrinhos japoneses), mas nem sabia que para fazer uma animação, eles também eram necessários. Confesso que fiquei surpresa com essa descoberta", atestou Ana Letícia, da mesma turma.

Essas declarações demonstram a riqueza que esse tipo de contado pode trazer. Enfim, ações como esta contribuem para despertar habilidades criativas e a vivência de uma experiência única, viabilizando a construção de significados para o próprio jovem aprendiz. 

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