Pandemia afeta aprendiz Espro com queda de renda e suspensão de contratos

Pandemia afeta aprendiz Espro com queda de renda e suspensão de contratos

Os impactos causados pela pandemia da Covd-19 têm gerado reflexos desfavoráveis não só na saúde, mas também em diversos segmentos da economia. Os jovens aprendizes do Espro – Ensino Social Profissionalizante, têm sentido os reflexos causados neste período em todo o Brasil, revela a segunda onda de pesquisa realizada sobre o tema pela instituição.

O estudo, concluído em 04 de junho, apresenta aumento no volume de jovens afetados em aspectos econômicos e profissionais. De acordo com a pesquisa, 17% se encontram com contratos suspensos, crescimento de 12 pontos em relação a primeira (divulgada em 30/04), que apontava apenas 5%.

Entre os que apontaram queda na renda ou perda do emprego, o índice é de 17% para o aprendiz e 50% em relação a alguma pessoa que resida junto na mesma casa. Na anterior foram registrados 13% e 45%, respectivamente.

“Neste momento de incerteza, é importante aumentarmos a rede de proteção nos nossos jovens. Com o aumento de contratos suspensos, como efeito do drástico desaquecimento do mercado, cresce na mesma proporção a nossa responsabilidade em amparar estes jovens e suas famílias, com nossa rede de assistentes sociais, que de forma remota vêm dando suporte contínuo”, afirma o superintendente executivo do Espro, Alessandro Saade.

Esclarecimento – Assim como na primeira pesquisa, quase a totalidade dos aprendizes considera estar bem informado sobre o novo coronavírus e acredita que a doença é muita contagiosa e pode ser letal. Desta forma, 76% se mostram muito bem informados muito preocupados com uma possível contaminação pessoal, número que sobe para 76% quando considerada letal ou muito letal.

Cuidados – Os jovens demonstram estar seguindo à risca as recomendações que são passadas pelos profissionais da saúde. Tanto que 95% garantem que estão lavando as mãos com frequência, 95% estão utilizando álcool em gel e 68% dizem não estar recebendo visita em casa.

Outro dado que chama atenção é o crescimento de 45 pontos no comparativo dos dois estudos aos que afirmam estar utilizando máscaras protetoras. Na pesquisa atual o índice é de 97%, e na anterior 62%.

Mesmo com os cuidados e medidas preventivas que os jovens dizem estar seguindo, 6% dos jovens apresentaram sintomas relativos a Covid-19 e 7% responderam que contraíram a doença. Quando se referem aos familiares, 10% sentiram sintomas e 12% testaram positivo.

Pesquisa - No total, 3.053 aprendizes responderam à pesquisa realizada entre os dias 18 de maio e 03 de junho. Do total 69% são do sexo feminino e 30% masculino.

O objetivo do estudo é entender como os adolescentes e jovens estão se comportando frente à pandemia, especialmente nos aspectos físicos, comportamentais, de saúde, econômico, profissional e familiar.

Clique aqui e confira os dados completos da pesquisa.

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