Espro - Ensino Social Profissionalizante

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14/Ago - Espro lança Programa de Estágio no Conarh 2012

Como instituição social e agente de integração, o Espro se torna um importante elo entre empresas, estudantes e instituições de ensino, identificando as melhores oportunidades do mercado.

Entre os dias 13 e 16 de agosto de 2012, o Espro – Ensino Social Profissionalizante participa do 38° Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH - ABRH 2012), no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Este – que é considerado o mais importante evento de Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo do mundo.
O Espro contará com um estande na Expo ABRH, uma feira para visitação gratuita que acontece em paralelo ao congresso, no qual irá expor os programas sociais que desenvolve, entre eles, o de Formação de Jovens para o Mundo do Trabalho, o Programa de Aprendizagem e, a novidade para este ano, o lançamento do Programa de Estágio, disponibilizado inicialmente na Grande São Paulo e progressivamente nos principais estados brasileiros.

“O Programa de Estágio do Espro dará continuidade aos programas sociais que a instituição já desenvolve. Vários jovens universitários nos procuram, mas não se encaixam nos Programas de Aprendizagem. Além disso, temos jovens Aprendizes que ao término do contrato de Aprendizagem têm interesse em tornarem-se Estagiários. Neste contexto, o Programa de Estágio garantirá a continuidade de atendimento aos jovens que participam do Programa de Aprendizagem, além daqueles que nos procuram em busca de oportunidades no mundo do trabalho”, explica Eliandra Cardoso, superintendente operacional do Espro.

Nos quatro dias de evento, o Espro contará com consultores de Relações Coorporativas, responsáveis por esclarecer as dúvidas sobre os programas de Formação, Aprendizagem e Estágio do Espro. A participação na Expo ABRH é gratuita e as pessoas poderão se credenciar pelo site ou no local do evento.

24/Jul - Harvard para as massas

Segundo artigo publicado na Folha de São Paulo, de todas as promessas de revolução, a da educação on-line está cada vez mais próxima.

E não sou eu quem diz isso. Mas o pessoal de Harvard, MIT, Princeton, Stanford. Essas e outras universidades americanas de excelência estão fazendo um movimento histórico de transferir seus cursos para plataformas digitais e oferecê-los para o mundo todo, boa parte deles, gratuitamente.

Você só precisa de duas coisas para acessar esses templos do ensino: falar inglês e ter uma conexão digital. São duas coisas que você já precisa "anyway".

Com o inglês e a conexão digital, você pode entrar nos sites coursera.org (para se inscrever em cursos gratuitos de Stanford, Princeton, Caltech, Rice, Johns Hopkins e outras universidades de ponta) ou edxonline.org (para cursos em Harvard e MIT) e escolher sua poltrona preferida para acompanhá-los.

Harvard e MIT começam a oferecer seus cursos no edX a partir de setembro e esperam educar nada menos de 1 bilhão de pessoas com seu serviço digital. Ou um em cada sete habitantes do planeta educados por Harvard ou pelo MIT. Isso não é uma revolução?

Essas universidades prometem uma nova experiência na educação on-line, com maior interatividade aluno-professor e um intenso "feedback" que possa ajudá-las a reprogramar seus currículos para a maciça audiência global.

Não sou um educador, mas, como embaixador da Unesco e membro do Todos pela Educação, sou um empregador comprometido com a educação. Vejo frequentemente no meu setor a necessidade de reformar o ensino para aproximá-lo do mercado de trabalho. A revolução da educação on-line pode ajudar muito nesse processo ao aproximar a educação das pessoas e as pessoas, da educação.

Um professor da Universidade de Michigan disse ao "New York Times" que estava animadíssimo porque 40 mil alunos do mundo todo tinham baixado o vídeo do seu curso, o que, nas contas, dele era uma audiência que só alcançaria em 200 anos de aulas tradicionais. A Coursera conseguiu 700 mil alunos on-line em poucas semanas de atividade.

Como tanta coisa nesta era da comunicação, este é um momento disruptivo na educação. E estamos vendo só o começo do começo. O diretor acadêmico de Harvard previu que daqui a cinco anos a educação on-line será completamente diferente do que temos hoje. O que não parece que vai mudar é a tendência de acesso cada vez maior, brutalmente maior, à educação via web.

Isso me anima vendo o mundo do Brasil.

Depois dos saltos que demos nas últimas duas décadas, fica claro que a maior carência do nosso país e o trampolim inescapável para o próximo salto de desenvolvimento é a educação.

Já temos uma mão de obra numerosa e fantástica. O brasileiro trabalha muito, é dedicado, empreendedor, criativo. Quem não conhece aquele camarada que tem dois, três empregos e vai firme para todos; ou aquele pequeno empreendedor, muitas vezes informal, se virando como pode, com uma flexibilidade aguda, natural e muito valiosa para os negócios.

O que falta a eles para o salto transformador é a educação. Esse empresariado emergente, com acesso à educação e às melhores práticas de gestão, levará a economia brasileira a outro patamar. Os cursos on-line são a forma mais rápida, barata e eficaz de fazê-lo.

Nossas universidades púbicas, que formam a elite do ensino brasileiro e já têm iniciativas no mundo on-line, poderiam radicalizar seu caráter público com cursos digitais gratuitos pela web para todo o país, eventualmente apoiados por corporações que tanto se beneficiarão da revolução da educação.

Vivemos uma nova era de grandes descobrimentos. O homem só descobriu que a Terra era azul ao sair do planeta. Educar-se é sair de si mesmo em busca de um conhecimento do mundo e das coisas. Essa viagem da educação é a viagem da sua vida. Você se descobre outro depois dela.

Nosso país se descobrirá de novo depois dela.

A diferença é que desta vez seremos nós a nos descobrir. Será a nossa verdadeira emancipação, a nossa emergência definitiva.

Por: Nizan Guanaes publicitário baiano, é dono do maior grupo publicitário do país, o ABC. Escreve às terças-feiras, a cada duas semanas, na versão impressa de "Mercado".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/nizanguanaes

28/Jun - Câmara aprova Plano Nacional de Educação com destinação de 10% do PIB

Segundo artigo publicado no Estadão, após 18 meses de tramitação, a Câmara aprovou o Plano Nacional de Educação (PNE). A proposta, aprovada por unanimidade, inclui uma meta de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, a ser alcançado no prazo de dez anos.

Esse era o ponto mais polêmico do projeto. Após muitas negociações, o relator Ângelo Vanhoni (PT-PR) apresentou um índice de 8% do PIB, acordado com o governo. Ainda assim, parlamentares ligados à educação e movimentos sociais pressionavam pelo patamar de 10%.

Na reunião de terça-feira, 26, relator da matéria acatou um destaque do deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) que aumentava o patamar de 8% do PIB proposto pelo governo para 10%. Conforme o texto aprovado, a determinação é que se amplie os recursos para educação dos atuais 5,1% do PIB para 7%, no prazo de cinco anos, até atingir os 10% ao fim de vigência do plano. A proposta agora segue para o Senado.
O MEC afirmou, em nota, que a proposta aprovada equivale a dobrar em termos reais os recursos para a Educação nos orçamentos das prefeituras, dos governos estaduais e do governo federal. “Em termos de governo federal equivale a colocar um MEC dentro do MEC, ou seja, tirar R$ 85 bilhões de outros ministérios para a Educação. É uma tarefa política difícil de ser executada”, explicou o ministro Aloizio Mercadante.
 
O MEC diz que estudará as repercussões e as implicações da decisão e aguardará ainda a tramitação do plano no Senado Federal.
O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. Além do aumento no investimento em educação pública, o plano prevê a ampliação das vagas em creches, a equiparação da remuneração dos professores com a de outros profissionais com formação superior, a erradicação do analfabetismo e a oferta do ensino em tempo integral em pelo menos 50% das escolas públicas. Todos esses objetivos deverão ser alcançados no prazo de dez anos a partir da sanção presidencial.

Fonte: Estadão.edu, com Agência Brasil

23/Jul - A inclusão é possível: Lei de Cotas completa 21 anos

Cerca de 300 mil pessoas com deficiência (PCDs) trabalham formalmente no Brasil. Destas, 223 mil foram contratadas graças a Lei de Cotas, que completa 21 anos no próximo dia 24 de julho. Para comemorar esta conquista será realizado um evento nesta data, no Pátio do Colégio, em São Paulo, das 10h às 14h. 

Participam do evento, artistas e lideranças do segmento que se revezam em um palco montado no local. Também haverá estandes de órgãos públicos, para esclarecimentos sobre direitos e serviços voltados às pessoas com deficiência.

O Espro – Ensino Social Profissionalizante apoia esta iniciativa, com a participação e cadastramento de pessoas com deficiência para oportunidades no Programa de Aprendizagem. Os programas educacionais e profissionais promovem a inclusão e integração sociais que valorizam e ajudam na qualidade de vida destas pessoas. “Quando as empresas disponibilizam vagas para PCDs, podemos juntos, dar a oportunidade de inclusão social e o direito à cidadania, transformando a vida destas pessoas,. Isso fortalece ainda mais a causa do Espro”, afirma Luciana Koyama, coordenadora da área de Triagem e Encaminhamento do Espro.

Um destes programas é o Diversidade, disponibilizado pelo Espro que promove a sensibilização das empresas para que elas possam se adequar à  Lei de Cotas (8213/91). Faz parte deste programa, capacitar as pessoas com deficiência facilitando sua integração social no universo corporativo. Com a inserção no mercado de trabalho, elas têm a oportunidade de se desenvolver, conquistam mais espaço nas empresas e isto impulsiona fortemente sua autoestima e o reconhecimento e apoio de seus familiares e amigos.

Desde que entrou em vigor a Lei de Cotas transformou a vida de milhares de pessoas, que tiveram suas chances de inserção no mercado de trabalho ampliadas e a redução do preconceito que antes era visível no ambiente profissional. Atualmente, nota-se que se pode naturalmente ter um colega portador de deficiência no trabalho, que venha, inclusive, tornar-se o par de alguém, constituir família, ter filhos e levar uma vida normal, dentro de suas restrições, é claro. Toda esta evolução, há um tempo, não seria possível, uma vez que não havia o convívio da PCD com ninguém mais além do círculo familiar. Além disso, a acessibilidade, aos poucos, também tem se tornado algo mais concreto. Cada vez mais locais e vias têm adequado sua estrutura para receber PCDs.  A lei estabelece que toda empresa com mais de cem funcionários deve destinar 2% a 5% (numa escala crescente, proporcional ao número de funcionários) dos postos de trabalho aos PCDs.

Faltam 700 mil empregos

Embora haja muito que comemorar, as 306 mil carteiras assinadas ainda representam apenas 0,7% do total de empregos formais do país. é um número muito baixo diante dos 46 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, sendo 27 milhões em idade economicamente ativa.

Além disso, se todas as empresas cumprissem a Lei de Cotas, deveríamos ter hoje no Brasil mais de 900 mil pessoas com deficiência empregadas. Ou seja, a legislação atingiu menos de um quarto de seu potencial.

A realização de ações que contribuam para o desenvolvimento social e profissional destas pessoas é de fundamental importância para que elas possam exercer seu papel de cidadãos dentro da sociedade.

Serviço:

Ato em Comemoração aos 21 Anos da Lei de Cotas
Dia 24 de julho – 10h às 14h
Pátio do Colégio – Centro

25/Jun - Investimento em educação cresce no Brasil

De acordo artigo publicado na Agência Brasil, a educação em vários estados do Brasil tem crescido e respeitado a regra de investimento mínimo.

A Constituição Federal determina que estados e municípios devem investir em educação pelo menos 25% de sua arrecadação com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Levantamento feito por meio do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) mostra que em 2010 menos de dois estados e 52 municípios apenas não cumpriram a regra.

Para a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho, as 52 cidades que não investiram o mínimo constitucional nas suas redes de ensino representam um número pequeno se for considerado o total de prefeituras no país: 5.565. Ela avalia, entretanto, que o problema não pode ser desprezado. “O percentual é pequeno, mas para as crianças desse município [que investiu menos] significa muito. A nossa maior preocupação é que as crianças não podem dar a sorte ou o azar de nascer em um município onde o gestor se preocupa mais ou menos com educação; A vinculação é necessária e precisa ser cumprida”, defende.

Para Cleuza, o problema ocorre, em muitos casos, pela má gestão do dinheiro. A maioria dos secretários de Educação não é o gestor pleno dos recursos para a área, que acabam administrados pelas secretarias de Finanças ou Planejamento. Dessa forma, é mais difícil ter um controle rigoroso do que é aplicado. “Com isso, o grau e a importância [dos recursos da educação] se diluem na administração pública”.

Na lista dos municípios “inadimplentes”, a maioria é do Rio Grande do Sul (nove), Paraná (sete), de Minas Gerais (sete) e São Paulo (seis). O restante das prefeituras que não cumpriram a regra é do Acre, de Alagoas, do Amazonas, Amapá, da Bahia, do Ceará, Espírito Santo, de Goiás, do Maranhão, Pará, de Pernambuco, do Piauí, Rio de Janeiro, de Roraima e Sergipe.

As informações incluídas pela prefeitura ou pelo verno estadual no Siope são declaratórias e a veracidade dos dados é de responsabilidade do ente federado. Quando o FNDE detecta que um município aplicou menos do que determina a Constituição, as informações são automaticamente enviadas ao Ministério Público Federal (MPF) que as encaminha a um promotor de justiça do estado. “O governo municipal ou estadual terá a chance de se defender e pode ser aberto um inquérito civil público”, explica o coordenador do Siope, Paulo Cesar Malheiros. O ente federado também pode ficar impossibilitado de receber recursos de transferências voluntárias do governo federal.

Veja o percentual de investimento em educação de cada estado em 2010:

Acre – 26,21%
Alagoas – 25,61%
Amapá- 32,04%
Amazonas – 25,78%
Bahia – 26,28%
Ceará – 29,20%
Distrito Federal – 29,28%
Espírito Santo – 30,57¨%
Goiás – 27,48%
Maranhão – 26,72%
Mato Grosso – 26,01%
Mato Grosso do Sul – 32,51%
Minas Gerais – 27,25%
Pará – 25,33%
Paraíba – 26,54%
Paraná – 31,79%
Pernambuco – 26,45%
Piauí – 27,27%
Rio de Janeiro – 27,17%
Rio Grande do Norte – 22,40%
Rio Grande do Sul – 19,70%
Rondônia – 26,21%
Roraima – 25,65%
São Paulo – 30,18%
Santa Catarina – 26,19%
Sergipe – 28,31%
Tocantins 25,90%

Fonte: artigo publicado por Agência Brasil

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