Espro - Ensino Social Profissionalizante

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17/Out - A favor de projetos que buscam novos modelos de educação

‘Faça acontecer os projetos que você acredita!’. É com esse lema que a Catarse reúne pessoas dispostas a financiar projetos de forma colaborativa e com vontade de se tornar parte de algo maior.  Com apoio de 41.506 pessoas, 330 projetos já foram bem sucedidos e o valor de R$ 4.394.750 já foi arrecadado pela plataforma.
 
No momento, o projeto Educ-ação está no Catarse. Um coletivo que quer inspirar pessoas em busca de novos modelos de educação. Criado por quatro brasileiros, eles pretendem percorrer 12 escolas nos cinco continentes, em busca de histórias e experiências inovadoras de aprender e ensinar que serão relatadas em um livro. Quem quiser apoiar, tem até 9 de novembro para entrar no site e fazer uma doação.

Então, jovens Aprendizes do Espro, vamos juntar forças e apoiar esse projeto a favor da educação.

A plataforma (http://catarse.me/pt) está aberta para  projetos artísticos – Artes Plásticas, Circo, Dança, Filmes, Fotografia, Música, Teatro, etc. – e também para projetos criativos que surjam em campos como Alimentação, Design, Moda, Tecnologia, Jogos, Quadrinhos, Jornalismo, entre vários outros.

15/Out - Dia do Professor com exemplos de profissionais que transformam

Hoje, dia 15 de outubro, é comemorado o Dia do Professor no Brasil. A educação é vista pelo Espro como fator fundamental para o desenvolvimento integral do ser humano.  Os profissionais da instituição responsáveis por transmitir conhecimentos teóricos para o Jovem Aprendiz sobre o mundo do trabalho são os instrutores. Entre o Jovem Aprendiz e instrutor, é construída uma relação muito forte baseada na confiança e cumplicidade. Portanto, nesse dia, o Espro parabeniza a todos os professores, instrutores e educadores que transformam o processo de aprendizagem em uma experiência enriquecedora.

Para homenagear esses profissionais, a repórter Thais Leitão da Agência Brasil contam algumas histórias  de educadores que vencem as dificuldades do dia a dia e são exemplos de profissionais. Leia mais.

06/Set - Educação já trava o ritmo de crescimento

Presidente do CLP diz que ilusão de que país pode crescer sem investir em capacitação profissional é obstáculo para a produtividade

São Paulo

Como os indicadores econômicos  estão cada vez mais favoráveis,  governo e  setor privado vão ter que lidar com novos obstáculos que impedem um crescimento mais sustentável do Brasil. Um deles, segundo especialistas, é a falta de mão de obra qualificada, causada pelo baixo investimento em políticas educacionais.

O presidente do Centro de Liderança Pública (CLP) — organização sem fins lucrativos —, Luiz Felipe D’Avila, disse ontem que um dos obstáculos para gerar mais produtividade no País, e, assim, uma maior expansão econômica, é a “ilusão” de que o Brasil pode crescer sem investir em capital humano, isto é, na capacitação profissional do brasileiro.

“Por falta de mão de obra qualificada, o PIB [Produto Interno Bruto] do Brasil perdeu R$ 300 bilhões em 22 anos [1989 a 2011]. Este montante representa a queda de 7% da produtividade brasileira no período. Enquanto isso, a produtividade chinesa subiu 66%, e a dos Estados Unidos, 12%”, afirmou D’Avila, ao se referir à pesquisa do consultor econômico Raul Velloso. Um dos resultados dessa situação, segundo ele, é que, enquanto o brasileiro produz US$ 7 por hora trabalhada, o chileno produz US$ 14, e o americano, US$ 37. “A produtividade está correlacionada com a baixa qualidade da educação brasileira”, afirma.

E essa defasagem não pode ser explicada pela falta de recursos destinados pelo governo nos últimos anos. Os gastos federais na área social cresceram de R$ 234 bilhões para R$ 638,5 bilhões em 16 anos, aumento de 172%, descontada a inflação do período, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A informação foi divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentou estudo sobre os desembolsos entre 1995 e 2010.

Por: Fernanda Bompan

Fonte: www.panoramabrasil.com.br

27/Set - Pnad confirma “década inclusiva” e relativiza resultados fracos do PIB, avalia presidente do Ipea

Por Gilberto Costa

Brasília – Os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad 2011) confirmam que a primeira década do século 21 no Brasil foi “inclusiva” do ponto de vista social, com robusta diminuição da desigualdade e redução da pobreza, na avaliação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O período guarda os melhores resultados desde quando o país produz estatísticas sobre distribuição de renda. “O Brasil está hoje no menor nível de desigualdade da história documentada”, disse o economista Marcelo Neri, recém-empossado presidente do Ipea. Segundo ele, o índice de Gini (indicador que mede a desigualdade) foi 0,527 em 2011 - o menor desde 1960 (0,535) - quanto mais próximo de zero menor é a desigualdade.

Segundo Neri, a redução tem a ver com o crescimento da renda per capita nos diferentes estratos sociais. Entre 2001 e 2011, o crescimento real da renda dos 10% mais pobres foi 91,2%. Enquanto os 10% mais ricos, o crescimento foi 16,6%. Na opinião de Neri, a melhoria da renda na base da pirâmide relativiza o tímido desempenho das contas nacionais (medido pelo Produto Interno Bruto – PIB).

Desde 2003, a Pnad aponta que a economia brasileira cresceu 40,7% (acumulado), enquanto a taxa do PIB foi 27,7% (acumulado). O primeiro dado mede a situação dos domicílios, o segundo indicador faz o somatório da riqueza produzida no país. “O que é mais importante?”, pergunta Neri ao avaliar que apesar dos “colegas macroeconomistas não estarem muito satisfeitos, mas quando a gente olha para o bolso das pessoas nota-se um crescimento chinês na base”, comparou.

A frase de Neri repete o raciocínio da presidenta Dilma Rousseff, que após a divulgação de projeção do Banco Central (em julho) de baixo crescimento do PIB este ano, disse que não é com esse indicador que se deve medir uma nação. “Porque uma grande nação, ela deve ser medida por aquilo que faz para suas crianças e para seus adolescentes. Não é o Produto Interno Bruto, é a capacidade do país, do governo e da sociedade de proteger o que é o seu presente e o seu futuro, que são suas crianças e adolescentes, ” disse a presidenta na ocasião.

Na opinião de Neri, os programas sociais estão bem focados e beneficiando os mais “pobres dos pobres”. Nas contas do Ipea, as transferências do Programa Bolsa Família são responsáveis por 13% da redução da desigualdade. De acordo com ele, o efeito é que a renda cresce mais entre os menos escolarizados, os pretos e pardos, as crianças de até 4 anos, a população do Nordeste e os residentes em áreas rurais – historicamente os setores mais pobres da sociedade brasileira.

Apesar dos bons resultados, a análise do Ipea sobre a Pnad (2011) mostra que a renda está crescendo nos setores econômicos que contratam mão de obra de forma precária e agregam pouco valor à economia, como a agricultura (86%) e as atividades domésticas (62,4%). Outro dado preocupante é que cerca de 35% da diminuição da desigualdade se devem aos repasses feitos pelo governo (além do Bolsa Família, aposentadorias, pensões e benefícios de prestação continuada). Essas transferências estão sujeitas à política fiscal (que pode ser restritiva para que as contas públicas tenham superávit).

Para Marcelo Neri, as transferências são necessárias. “Não dá para o Brasil crescer deixando 70% do país para trás”. Ele pondera que, apesar da dependência das políticas sociais, 58% da queda da desigualdade são causadas pela renda do trabalho, em especial do emprego formal (que dobrou desde 2004) - o que permite sustentabilidade para a queda da desigualdade. “O trunfo é o trabalho. Tem colchão e o mercado está aquecido”, disse, ao lembrar que as pessoas formalmente empregadas têm direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego e aviso prévio.

Fonte: Agência Brasil

22/Ago - Espro na Conarh: lançamento do Programa de Estágio é mais uma possibilidade aos jovens

O 38° Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH - ABRH 2012), considerado o mais importante evento de Gestão de Pessoas da América Latina e o segundo do mundo, aconteceu entre os dias 13 e 16 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo. O Espro contou com um estande na Expo ABRH, em que expôs os programas sociais que desenvolve, entre eles, o de Formação de Jovens para o Mundo do Trabalho, o Programa de Aprendizagem e, trouxe uma novidade para este ano, o lançamento do Programa de Estágio, disponibilizado inicialmente na Grande São Paulo e progressivamente nos principais Estados brasileiros.

Agora como instituição social e agente de integração, o Espro se torna um importante elo entre empresas, estudantes e instituições de ensino, identificando as melhores oportunidades do mercado.

O Estagiário Espro terá serviços e atendimento exclusivo, entre eles:

• Cadastramento eletrônico;
• Vagas de estágio qualificadas;
• Acompanhamento administrativo do estágio;
• Central de Relacionamento presencial e eletrônica;
• Cursos EAD (Educação a Distância);
• Palestras sobre o mercado do trabalho.

Para a superintendente operacional do Espro, Eliandra Cardoso, esta novidade dá continuidade aos programas já desenvolvidos pela instituição. “Nós percebemos uma grande demanda de jovens com o perfil de estagiário e que não se encaixam no programa de Aprendizagem, por isso lançamos este projeto, para disponibilizar mais oportunidades aos jovens”, revela.

O estande do Espro recebeu aproximadamente 600 visitantes nos quatro dias de evento, divididos entre empresas, parceiros e jovens. Os consultores de Relações Coorporativas esclareceram dúvidas sobre os programas de Formação, Aprendizagem e Estágio do Espro e jovens Aprendizes fizeram, diariamente, o apoio, demonstrando in loco as competências desenvolvidas no programa. Além disso, os estudantes que visitaram o evento puderam se cadastrar para as oportunidades pelo site do Espro, em notebooks disponíveis no estante. Para Adriano Vianini, gerente de Comunicação e Marketing do Espro, esta edição da Expo ABRH está entre as mais importantes dentre as quatro que o Espro já participou “Estar neste evento é uma das nossas estratégias de fortalecimento da marca e divulgação dos nossos serviços. Realizamos o coquetel de lançamento do Programa Estágio num dos dias da feira justamente com este propósito. Eventos como este da ABRH possibilitam a abertura de novos negócios, além de fortalecer o relacionamento com parceiros existentes”.

 

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