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15/Fev - Brasil está entre os 10 países com maior número de voluntários

Estudo realizado pela organização britânica Charities Aid Foundation – CAF, o “World Giving Index 2012 – A global view of giving trends”  mostra que o Brasil, ocupa a 83ª posição no ranking dos países mais generosos em doações (liderado pela Austrália), está entre os dez países com o maior número de voluntários - cerca de 18 milhões.

A pesquisa traça um panorama global das doações a partir de dados coletados em 146 países, a partir de 155 mil entrevistas, e revela tendências diversas do setor filantrópico. O estudo indica que, embora os comportamentos variam de acordo com a faixa etária.
A maioria dos voluntários são jovens entre 18 e 25 anos, e que 75% deles estão no primeiro emprego.

É importante dar suporte para que as pessoas se sintam seguras em ações de voluntariado quando acontecem durante o horário de trabalho e é apoiado pelas empresa. É um caminho valiosíssimo para que se faça um trabalho consolidado de médio à longo prazo.

A sustentabilidade têm sido vista de uma forma estruturada e organizada com constantes treinamentos e formação de lideranças.

Os líderes voluntários tomam corpo dentro dos departamentos e se tornam facilitares para movimentarem as pessoas, passando a ser um canal de transformação dentro da organização.

O estudo “World Giving Index 2012 – A global view of giving trends”, que no Brasil é divulgado pelo IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), traz ainda que cerca de 65 milhões de brasileiros ajudaram um desconhecido no último mês e 35 milhões contribuem financeiramente com causas sociais.

Fonte: gife.org.br

14/Fev - Educação também como melhoria social

Muita gente critica o que seriam leniências do setor público em relação à educação, enfatizando dois pontos. O primeiro é a aprovação ou promoção quase compulsória dos alunos do ensino fundamental. O segundo é a aceitação de abertura de inúmeros cursos superiores.

Não nego totalmente esses aspectos. Têm de ser, na medida razoável, considerados e mitigados. Mas é preciso que esses críticos observem os benefícios dessas políticas -que não são triviais e podem, se forem acompanhados de aperfeiçoamentos, sustentar sua continuidade e sua ampliação.

As crianças que estão em escolas públicas são carentes não só de recursos financeiros, como também de condições de habitação, saneamento e alimentação, entre outros. A estrutura social e familiar que as cerca muitas vezes é precária -no sentido de assegurar proteção, afeto, referência moral e autoestima.

Estudar, nesse caso, é um acidente que, tão logo seja possível, será descartado, com apoio de parentes e amigos, em prol de formas mais rápidas (e nem sempre legais) de sobrevivência e ascensão social.

Em resumo, tudo atua para que essas crianças saiam da escola. A escola precisa, então, disputá-las com seu ambiente, para ganhar sua adesão, sua permanência, sua continuidade. A reprovação, certamente, não ajudará nesse desafio.

Para os que treplicarem que é melhor resolver antes a questão social, apresento dois argumentos: a) isso demora; e b) manter mais crianças na escola por mais tempo diminui o problema social a ser resolvido.

Quanto à crítica à proliferação de escolas superiores -à qual eu poderia adicionar pelo menos uma, que é sua utilização como base de sustentação política-, considere-se que elas põem em contato com livros, fotocópias, computadores, professores, colegas, trabalhos, exercícios, discussões, ambientes, dados, informações, formas de convívio, pesquisas e tudo o mais que existe nas comunidades acadêmicas, uma massa de adultos que dificilmente teriam tais experiências.

Alguns deles serão bem-sucedidos, mesmo oriundos de escolas fracas. O mercado os testará sem comiseração. Outros não vingarão em sua área, por seleção do mercado ou porque o curso não lhe interessava como vocação profissional e, sim, como qualificação salarial (que poderão obter).

Talvez sigam em suas profissões de nível médio -mas muito mais qualificados, educados, instruídos. Talvez empreendam -com muito melhor formação. E muitos outros talvez nem concluam seus cursos, ou os concluam de forma muito negligente. Mas todos eles terão lido, assistido a aulas, convivido com universos que, no mínimo, propiciarão parâmetros novos, diferentes do exclusivismo do ócio, da violência e dos vícios.

Também aqui se pode argumentar que a questão social é mais relevante e precedente. Eu respondo com as seguintes questões: pergunte aos familiares e convivas desses adultos se a relação com eles é indiferente à sua condição de estudante; imagine como esses adultos tratarão seus filhos em relação à educação e a comportamentos, interesses e ambições; e imagine essa massa de adultos que afluiu a tais escolas nos últimos anos se sua demanda não tivesse sido atendida.

É uma forma mais complexa de fazer a discussão. Mas vale a pena.

LUIZ GUILHERME PIVA, 50, economista, mestre e doutor em ciência política pela USP, é diretor da Angra Partners. 

Fonte: Folha de S.P 

13/Fev - Estudar faz pessoas serem mais felizes e viverem mais, aponta estudo da OCDE

Um estudo recente sobre aspectos da educação mostra que quem estuda mais tende a ser mais feliz e ter uma expectativa de vida maior. O levantamento What are the social benefits of education? (Quais são os benefícios sociais da educação?, em tradução livre) foi produzido pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e realizado em 15 países membros da organização – do qual o Brasil não faz parte.

"A educação ajuda as pessoas a desenvolver habilidades, melhorar a sua condição social e ter acesso a redes que podem ajudá-las a terem mais conquistas sociais", dizem os autores da pesquisa.

Segundo o estudo, as pessoas que estudam mais são mais felizes porque tem maior satisfação em diferentes esferas de sua vida. Esse nível de satisfação pessoal é de, em média, 18% a mais para que têm nível superior em relação àquelas que pararam no ensino médio.

Em relação ao aumento da expectativa de vida, o estudo mostra que um homem de 30 anos, por exemplo, pode viver mais 51 anos, caso tenha formação superior, enquanto aquele que cursou apenas o ensino médio viveria mais 43, ou seja, oito anos menos. Essa disparidade é mais acentuada na República Tcheca, onde os graduados podem viver 17 anos a mais. Já os portugueses, asseguraram a diferença mais baixa, apenas 3.

No caso das mulheres, a diferença não é tão acentuada: a expectativa média de vida é de quatro anos a mais para as universitárias. À frente desta tabela estão as nascidas na Letônia, que vivem quase nove anos mais do que as compatriotas que interromperam os estudos no antigo segundo grau.

Participação política

Em outro capítulo desse mesmo levantamento, realizado com um grupo de 27 países, a OCDE chegou à conclusão de que 80% dos jovens com ensino superior vão às urnas, enquanto o número cai para 54% entre aqueles que não têm formação superior. Os adultos mais escolarizados também são mais engajados quando o assunto é voluntariado, interesse político e confiança interpessoal.

"A educação tem o potencial de trazer benefícios para as pessoas e para as sociedades, e isso vai muito além da contribuição para a empregabilidade dos indivíduos ou de renda", afirma os autores da pesquisa, que enfatiza ainda a importância do Estado.

"Os políticos devem ter em conta que a educação pode gerar benefícios sociais mais amplos desde que haja mais investindo em políticas públicas".

Educação em foco

O estudo, divulgado no fim do mês passado, encerra a Education Indicators in Focus, série composta por 10 estudos, apresentados ao longo de janeiro de 2012 a janeiro de 2013, que destacam diferentes aspectos educacionais avaliados da educação básica ao ensino superior. Entre eles, como a crise global afeta as pessoas com diferentes níveis de escolarização, quais países estão dando suporte ao acesso ao ensino superior e qual a variação no número de alunos ao redor do mundo.

Os interessados em acompanhar as pesquisas podem acessá-las gratuitamente online em três versões: inglês, espanhol e francês.

Fonte: UOL  

14/Fev - Estudantes selecionados na 2ª chamada do Prouni devem fazer matrícula até terça-feira

Os estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Prouni (Programa Universidade para Todos) têm até a próxima terça-feira (19) para providenciar a matrícula nas instituições de ensino. Para garantir a bolsa, os estudantes devem entregar os documentos que comprovem as informações prestadas na ficha de inscrição.

No site do programa estão detalhados os procedimentos necessários para obter a bolsa de estudos. Além de documentos pessoais, o candidato deve apresentar comprovantes de residência, de rendimentos, de conclusão do ensino médio, entre outros.

Os candidatos não selecionados na segunda chamada podem pedir, nos próximos dias 24 e 25, a inclusão do nome na lista de espera do programa. A primeira convocação da lista de espera será divulgada no dia 28 de fevereiro.

Fonte: UOL

13/Fev - 13 cursos de graduação a distância têm nota máxima do MEC

Dos 1.207 cursos de graduação a distância registrados no MEC (Ministério da Educação), somente 13 são considerados de excelência.

Foram considerados os que obtiveram nota máxima 5 nos índices CPC (Conceito Preliminar do Curso), baseado na avaliação de documentos, e CC (Conceito de Curso), definido após avaliação in loco do curso por uma comissão do MEC.

Veja como escolher um curso superior de qualidade clique aqui.

O sistema de pontuação é em ordem decrescente e dividido em cinco classificações: excelente (5), muito bom (4), suficiente (3). Cursos com nota abaixo de 3 são reprovados pelo MEC.

Atualmente há 89 cursos EAD com nota 4 e 160 com nota 3. Outros 60 cursos foram reprovados pela avaliação do ministério.

Veja os melhores cursos de graduação EAD do país:

Administração - UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)
Administração - UnB (Universidade de Brasília)
Ciências - USP (Universidade de São Paulo)
Gestão Comercial - Unesc (Universidade do Extremo Sul Catarinense)
Gestão de Micro e Pequenas Empresas - UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina)
Gestão da Tecnologia da Informação - UPF (Universidade de Passo Fundo)
História - PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro)
Letras - UFSM (Universidade Federal de Santa Maria)
Música - UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)
Pedagogia - UFScar (Universidade Federal de São Carlos)
Processos Gerenciais - Ebape (Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas)
Sistemas de Computação - UFF (Universidade Federal Fluminense)
Teologia - Umesp (Universidade Metodista de São Paulo)

Fonte: e-MEC

Os critérios de avaliação levam em conta a proposta educacional de ensino e aprendizagem, os sistemas de comunicação, material didático, avaliação, equipe multidisciplinar, infraestrutura de apoio, gestão acadêmico-administrativa e sustentabilidade financeira. O Enade (Exame Nacional dos Estudantes) também é considerado na avaliação do governo.

Sem notas

A maioria dos cursos de graduação a distância autorizados pelo MEC ainda não têm suas notas divulgadas: 885. De acordo com o ministério, a falta de notas pode ter origem pelo processo de reconhecimento do curso (ou sua renovação) estar tramitando ou interposição e recurso pelas instituições de ensino.

Para Renato Bulcão, conselheiro da Abed (Associação Brasileira de Ensino a Distância), o número baixo de cursos considerados dentro dos padrões de qualidade é compreensível. "O processo de avaliação do MEC funciona, mas é lento e demorado. Por isso a lista sai com essa aparente distorção."

A regulação dos cursos superiores a distância segue dinâmica semelhante àquela dos cursos presenciais.

Para iniciar a oferta de um curso superior na modalidade a distância, a instituição precisa ser credenciada pelo MEC para essa finalidade e ter seu curso autorizado (no caso das faculdades, já que universidades e centros universitários têm autonomia).

Diplomas válidos

O diploma universitário só terá validade no Brasil se o curso for reconhecido pelo MEC. O reconhecimento só é dado após o resultado da avaliação feita quando a primeira turma do novo curso completa entre 50% e 75% de sua carga horária.

A checagem é feita no sistema online, em "consulta interativa", preenchendo-se o curso e o município da escola.

Para saber as notas das instituições, o modo mais rápido é a "opção avançada". Após selecionar "curso", "distância" e "em atividade", o programa fornece o resultado para ser visualizado em pdf ou excel.

Fonte: UOL  

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