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28/Abril/16 - Direitos Sociais: Juventude e cidadania andam juntas sim!

Art. 4º O jovem tem direito à participação social e política e na formulação, execução e avaliação das políticas públicas de juventude. (Estatuto da Juventude)

Quem nunca disse a frase: “odeio falar de política! ”? Pois bem, mas já deve ter falado muito sobre ‘reivindicar seus direitos’, certo? Para conhecer esses direitos (e também os deveres) é necessário conhecer leis e ler um pouco sobre o assunto. A situação política atual do Brasil tem oferecido verdadeiras aulas diárias sobre o funcionamento dos poderes. Claro que tudo deve ser muito bem analisado e filtrado para não se deixar levar por informações sensacionalistas ou partidárias. “A participação do jovem no processo político é essencial, mas a busca pelo conhecimento é mais importante ainda. Hoje falta algo mais sólido e conhecimento crítico da situação. Não adianta ir para as ruas só porque foi convidado. Muito importante fazer uma reflexão do tipo “será que estou fazendo o controle social de políticas públicas ou somente levantando mais uma bandeira? ”, aponta Selton Lucas, parlamentar recifense de 21 anos, que conversou com os jovens do Espro Recife recentemente sobre temas como eleições, Três Poderes, protagonismo juvenil, Estatuto da Juventude, entre outros. 

Selton ficará no cargo, durante um ano. (ele entrou em novembro do ano passado, por meio de um projeto de lei). Nesse período pretende mobilizar e ampliar a visão dos jovens tendo como referência, as eleições municipais que ocorrerão no segundo semestre. Outro objetivo é disseminar o Estatuto da Juventude em Recife. “O Estatuto existe, mas nem todos conhecem. Tenho um projeto de lei para que o documento esteja exposto onde houver concentração de jovens, nos formatos de totens, placas, ou dispositivos com a temática para deficientes auditivos e visuais. Outra proposta é a de fazer com que a Secretaria de Juventude do Recife promova ações de debates, a cada três meses. Não adianta ter lá o livrinho guardado. Ele precisa ser divulgado”, destaca 

Ele ainda alerta para a questão de que os jovens não são levados a sério por falta de discurso forte e informação embasada. “Antes de reproduzir o que viu nas redes sociais ou na mídia precisam entender melhor o que está acontecendo. Para que isso ocorra devem deixar um pouco o computador e partir para os livros. Desta forma saberão o que falar e reivindicar. Analisar antes de se posicionar é a regra!”, aconselha Selton.

Menos militância virtual e mais suor!

Selton já atua em movimentos há algum tempo. Sempre foi muito envolvido em ações relacionadas ao Meio Ambiente e Juventude. Por isso foi indicado ao cargo atual. Ele vê positivamente a participação dos jovens nas pautas atuais, porém com uma ressalva, a de que todos devam adotar uma postura mais ativa, algo como arregaçar as mangas. “Eu vejo todos muito interessados, mas eu acho que o ativismo ainda está muito no âmbito virtual. Precisam suar mais a camisa e saírem um pouco do digital. Quero ver colocar a cara e gritar mais nas ruas. Até as brigas partidárias são virtuais. Não deixem seus partidos partirem suas amizades. Parem um pouco de viverem o virtual e passem a sentir, ouvir e dialogar mais com o outro. Sejam críticos e vejam além da informação que recebem. Assim, por meio de reflexões próprias é possível tomar atitudes. Desta forma teremos uma sociedade mais justa e sustentável”, conclui.  

O parlamentar ainda alerta para que todos conheçam seu estatuto, assim como os direitos para saberem a forma correta de agir e reivindicar.  

O que diz o parlamentar sobre Voto e Cidadania: 

“Os jovens ao estão preparados para eleições, voto e afins. O conceito que têm de cidadania é o de cidadão que vota, ou seja, o exercício é ser obrigado a votar um dia. Porém, isso deve ser diário. Ainda não estamos bem entendidos do que é processo democrático”. 

Para ler e aprender: Estatuto da Juventude

Direitos – Transporte gratuito para jovens

A Agência Nacional de Transportes Terrestres regulamentou, no dia 31 de março, gratuidade em viagens interestaduais para jovens de baixa renda. Para usufruir do benefício, o jovem deve solicitar um documento de identificação denominado Identidade Jovem, que é emitido pela Secretaria Nacional de Juventude e válido em todo o território nacional. 

Como funcionará: as empresas de transporte deverão reservar dois assentos gratuitos e dois com desconto mínimo de 50% no valor da tarifa. 

Corra e garanta seu benefício!

28/Abril/16 - Fala, Instrutor! Novo instrutor do Espro Porto Alegre, Matheus Hugo Levandowski é adepto de inovação nos treinamentos

Ele acaba de chegar no Espro Porto Alegre, mas parece já estar lá há alguns anos. Matheus Hugo Levandowski é um profissional de Recursos Humanos que atuava na área de treinamentos em uma empresa conceituada no segmento, onde capacitou colaboradores na construção de conteúdo em gamificação. Hoje, ele se prepara na especialização em Psicologia Organizacional e em Métodos e Práticas Inovadoras em Docência. “Por conta da especialização eu comecei a buscar atividades mais focadas na Responsabilidade Social Empresarial. Decidi entrar em contato direto com a Loiva Steigleder, supervisora Pedagógica da filial e, no dia da entrevista, eu apresentei para ela uma aula ‘gamificada’ que havia preparado. Foi assim que conquistei a vaga que tanto queria”, conta. 

Antes de ingressar no Espro Porto Alegre, o instrutor buscou informações sobre o foco da instituição, assim como o perfil dos jovens que são capacitados. “Eu sempre me identifiquei com a causa do Espro, justamente por realizar trabalhos com jovens. Acreditei também que a gamificação poderia ser uma forma diferente de trabalhar com eles, uma vez que um estudo construtivista gera mais resultado e atrai a atenção dos jovens. Aprender tem que ser divertido. Assim conseguimos construir não somente uma aula, mas uma relação de troca muito rica. Até a Matemática que todos têmo pé atrás se torna bacana. Quando se dão conta todos estão aprendendo”, destaca Levandowski

Atualmente, ele é instrutor de duas turmas, sendo uma de Formação para o Mundo do Trabalho (FMT) e outra do Programa Jovem Aprendiz. Nesse pouco tempo no Espro Porto Alegre, já presenciou jovens conquistando a primeira oportunidade no mercado de trabalho e teve a confirmação de ser referência na vida de cada um. “Muito gratificante quando ouvimos que conseguiram a vaga porque aplicaram na entrevista, muito do que ouviram nas aulas teóricas. Faço parte desse processo de transformação e o resultado do trabalho que realizo com muita dedicação, não poderia ser diferente.  Estar em contato com jovens que muitas vezes estão em situação de vulnerabilidade social é muito enriquecedor. Me sinto realmente parte do negócio e acredito que nosso papel é o de influenciar, muito mais do que capacitar”, pontua. 

Inovação Sempre!

Segundo o instrutor, os jovens estão acostumados a receberem as informações de forma dinâmica e por isso a importância da inovação no processo de aprendizagem. Por isso, ele afirma que a aula gamificada pode ser uma forma de fazer com que se sintam parte do processo a sirva como um estímulo para que busquem, cada vez mais, informações sobre determinados assuntos. “Gosto de influenciar para que se sintam parte do processo.  Os jovens participam muito, porque eles gostam desse formato tecnológico de apresentar conteúdos. Quando a aula é gamificada ou tem debates, nós temos participação maior do que com os recursos tradicionais. Faço integração tudo o que tenho disponível. Integro, diversifico e utilizo tudo. Abordagem construtivista é muito importante para os jovens hoje. O Espro pode esperar muito disso no meu trabalho. Inovação e coisas diferentes”, explica. 

Porém, ele alerta para os perigos da facilidade em acesso aos meios e pede para que todos façam um filtro e busquem por informação de qualidade. O instrutor lembra que livros e jornais são essenciais para aumentar o vocabulário e auxiliar na grafia. Levandowski reforça que ser uma pessoa bem informada pode ser um diferencial também no mercado de trabalho. “Estar atualizado e aprender a se comunicar por meio da leitura é fundamental. Digo sempre para que leiam bastante, sobre assuntos diversos em jornais, livros, revistas, entre outros. Quanto mais ler, mais irá incorporar um vocabulário novo e terá novos pensamentos sobre determinados assuntos. A leitura é inovadora”, aconselha. 

“O trabalho do Espro é algo fenomenal. Se eu tivesse participado de um programa dos que são oferecidos aqui, minha inserção teria sido muito mais fácil e menos traumatizante. Aprende-se de tudo sobre o mundo corporativo. Os jovens hoje já chegam preparados e com estabilidade emocional para uma entrevista e o dia a dia com chefe e os colegas”, conclui. 

O Instrutor deixa como dica de leitura, O Código da Inteligência, de Augusto Cury.

28/Abril/16 - Sociedade e diversidade: Transgêneros chegam ao mercado de trabalho. Todos estão preparados?

Já tentou digitar a palavra transgênero? Automaticamente a palavra será sublinhada de vermelho sugerindo correção para ‘transgênico’ ou transcender. Pois então, se nem o seu Word reconhece o termo, como a sociedade vai saber lidar? Sim, há a necessidade de correção e em muitos aspectos que envolvem as pessoas Trans no Brasil, principalmente com relação a orientação aos jovens que estão chegando no mercado de trabalho. 

Assim como as empresas, esses jovens devem se preparar para saber de que forma agir, caso seja vítima de algum tipo de discriminação ou ‘transfobia’. “A pessoa Trans não pode ser tratada de forma diferente e sequer sofrer qualquer tipo de discriminação no ambiente de trabalho. O respeito deve ser presente nos dois lados. Os jovens com idades entre 16 e 19 anos, já estão mais compreensivos e abertos para isso. Com esse público, dificilmente haverá qualquer tipo de preconceito. Porém é algo recente ainda, mas acredito que impulsionada por todo o aparato tecnológico, que permite comunicação com o mundo todo, além de acesso a informação, a tendência é se tornar cada vez mais comum vermos transgêneros no ambiente corporativo”, aponta o advogado Barry Wolfe, que também é fundador da ONG SOS Dignity e ativista de Direitos Humanos ligados à questão LGBT no Brasil.

Segundo Wolfe, as Trans precisam ser respeitadas no trabalho para desta forma se sentirem seguras e terem autoestima suficiente para não levarem cada olhar torto nos corredores como ofensivo ou as entradas no elevador como constrangedoras. Isso já está acontecendo. Todos precisam de um treinamento especial, inclusive quem irá receber essas pessoas, principalmente o departamento de Recursos Humanos. As Trans que chegam ao mercado de trabalho, incluindo aqui as da geração Y que estão conquistando o primeiro emprego, também devem passar por processos específicos de preparação e integração para não se sentirem diariamente ‘vítimas ou coitadinhas’.

“Tudo deve ser muito bem trabalhado internamente com os demais empregados, desde a recepção da empresa, até a questão da utilização do banheiro. Muito importante sempre tratar pelo nome social. Há a necessidade de um trabalho psicológico adequado com esses jovens para detectar não somente habilidades profissionais, mas também se terão condições em conviver com os demais, além de se adaptar em determinadas situações, sem se sentir um ‘ser de outro mundo’, pois isso pode prejudicar o desenvolvimento até mesmo da carreira”, alerta Wolfe.  

Leis

A população LGBT, ainda não é totalmente amparada por leis. O que tem hoje é muito baseado em decretos, como o 55.588/2010, que ‘dispõe sobre o tratamento nominal das pessoas transexuais e travestis nos órgãos públicos do Estado de São Paulo e dá providências correlatas’. 

Enquanto aguarda aprovação da Câmara dos Deputados para a PL 5002/2013, sobre Identidade de Gênero, o público LGBT esbarra por uma série de dificuldades e falta de entendimento por parte da sociedade. Hoje, a situação no Brasil está praticamente fadada ao preconceito e transfobia, vide os casos recentes envolvendo violência e até casos de morte envolvendo esse público. É importante se manter sempre informado sobre direitos e deveres e, Leis que possam assegurar a dignidade, uma vez que são todos cidadãos, independente de opção sexual, gênero e afins. 

Preconceito no ambiente de trabalho: se ocorrer qualquer tipo de preconceito, no ambiente de trabalho, a pessoa trans pode fazer uma denúncia na Lei 10948/01 que pune, no Estado de São Paulo, com multas e até a cassação de alvará de funcionamento. Também pode recorrer à Delegacia Regional do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho para fazer a denúncia. E distribuir um processo na Justiça do Trabalho visando uma indenização pelos danos morais e assedio sofrido, alerta o doutor Fernando Quaresma, advogado e presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT). 

‘Pequenas Dicas de Convivência’ 

Chamar de ‘a’ trans ou ‘a’ travesti, nunca ‘ele’;

   •Tratar a trans pelo nome social (nos órgãos públicos isso já é respeitado);

   •Trans podem usar o banheiro feminino (a não ser que a própria opte em continuar no masculino. Aí deve haver um acordo com a empresa);

   •Nada de falar gírias gays para tentar se aproximar. Isso só irá causar constrangimento. Usar a linguagem normal. Tem que tratar como igual.

   •Respeito, acima de tudo!!

Parada do Orgulho Gay - 2016

No dia 29/5 ocorrerá mais uma edição da Parada do Orgulho LGBT, em São Paulo. Com o tema ´Lei de Identidade de Gênero Já! – Todos Juntos contra a Transfobia’, a entidade espera levar para as ruas, a conscientização para o tema e ainda reforçar ‘o coro’ para a aprovação da Lei de Identidade de Gênero (PL 5002/2013. Para saber mais sobre os eventos que estão sendo preparados para aquecimento da ‘Parada’ e ainda conhecer informações diversas sobre os temas relacionados ao público LGBT, basta acompanhar a programação na página oficial da Parada SP. Entre as atividades estão ciclos de debates, feira cultural LGBT, entre outros. Participe!

Origem do termo LGBT

Há alguns anos era mais comum utilizar a sigla GLS, que são as iniciais de Gays, Lésbicas e Simpatizantes foi utilizada, até pouco tempo para identificar grupos, locais etc. frequentados por este grupo de pessoas. Com o surgimento de outros tipos de orientações sexuais como os bissexuais e os travestis, transexuais e transgêneros, passou-se a adotar LGBT na identificação de ações, organizações, e tudo o que estiver relacionado a esse público. 

 

28/Abril/16 - Minha história: Futuro engenheiro mecânico, jovem conta sua experiência

Vagner Martins está há quatro anos na empresa onde que iniciou como Jovem Aprendiz

Tudo começou em 2012, quando o paulistano Vagner Martins iniciou a Formação para o Mundo do Trabalho – FMT, no Espro São Paulo. Depois de três semanas, ele já estava participando de um processo seletivo na empresa Porto Seguro, onde conquistou a vaga de Jovem Aprendiz. “Foi tudo muito rápido. Eu fiquei sabendo do Espro por uma amiga do meu pai, fiz minha inscrição e logo eu estava contratado em uma grande empresa. Em 2013, no término do contrato, eu fui efetivado como auxiliar administrativo”, conta ele que hoje atua na área de Controle de Documentos e já soma quatro anos na empresa. 

Vagner, hoje com 20 anos, conta que a passagem dele pelo Espro foi muito importante no processo de formação e construção da carreira profissional e até mesmo para o crescimento pessoal. Segundo ele, todas as orientações dadas pelo instrutor são muito importantes e devem ser levadas não somente para o mundo do trabalho, mas também para a vida. “Nosso instrutor nos motivava a cada dia. Ele fazia com que um assunto como Política, por exemplo, se tornasse algo bem interessante ao ponto de prender a atenção de todos. Nos envolvia de tal forma, que nos deixava sempre animados e motivados para o próximo encontro”, destaca. 

Sonho e Carreira 

Ele diz ter um sonho desde quando era criança, que é o de trabalhar com algo relacionado ao mundo automobilístico. Hoje, ele está a quase um passo de realizar o tal desejo, pois está cursando o segundo ano da graduação em Engenharia Mecânica. 

“Carro sempre foi minha paixão. Quando era criança, eu desmontava e montava meus carrinhos. Agora que tenho meu carro, eu sempre mexo em algo também. Sou realmente apaixonado e curioso sobre os mecanismos e tudo o que for relacionado à engenharia automobilística. Meu sonho é atuar em uma área ligada diretamente a carros em alguma grande indústria. Porém, eu só tenho 20 anos para ficar fascinado em alguma coisa. Tenho que viver um dia após o outro, mas com os pés no chão para não fazer nada errado. Sempre planejando o melhor para mim”, reforça. 

O jovem mora com a mãe que, segundo ele é só felicidade com tudo o que aconteceu depois que ele ingressou no Espro. “Minha mãe ficou muito feliz, quando eu comecei a trabalhar. Depois, na efetivação, eu até fiz uma brincadeira com ela, dizendo que tinha uma notícia muito ruim para dar. Quando contei que era o trabalho na Porto Seguro, ela se emocionou."

Recado para os colegas

Vagner comenta sobre a importância em estar sempre antenado ao que ocorre ao redor e deixa uma dica para quem está chegando ao Mundo do Trabalho: “Quando eu cheguei na empresa e pensei: ‘e agora, o que eu faço’? Então, sempre que posso alerto os que estão chegando, sobre a importância em ouvir os demais e principalmente de prestar muita atenção nas dicas e orientações dadas pelo gestor. Nunca deixar de ser quem é e também não é bacana. O principal é ter foco, ambição e sonho. Sem isso fica tudo chato. Não viva sem metas e procure dar sempre o melhor, além de correr atrás do que deseja. Nunca reclame do seu trabalho e vise o futuro. Se gosta de um carro pensa que vai precisar batalhar para conseguir comprar um. Sonho, perseverança, dedicação e ‘bola para frente’! “, pontua

Outro alerta dele para os demais jovens é sobre dar importância aos estudos para não ser pego de surpresa, quando iniciar o período universitário.“Quando a gente entra na faculdade é que começamos a entender como funcionam as coisas. Então, vale a pena ficar mais atento nas aulas e em todo o aprendizado em geral”, reforça.

Voto consciente, galera!

O jovem não votou nas eleições passadas, pois ainda não estava com idade dentro da obrigatoriedade. Porém, ele vê o ato como um dever que deve ser realizado com consciência. “Sempre procuro ficar informado sobre tudo, não somente em época de eleições. O que é errado deve ser cobrado. Vejo que chegou a hora de tirar a sujeira e ‘levantar o tapete’ para um dia tudo ficar melhor. Eu acho que ao votar, cada um deve exercitar o dever de cidadão de forma consciente!”, comenta. 

28/Abril/16 - Dica Cultural: Livro 1808

A dica deste mês é a leitura do livro 1808 - Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil, de Laurentino Gomes. O estilo adotado pelo autor torna a leitura cada vez mais interessante. A cada página, o leitor que saber um pouco mais sobre a família real portuguesa, que aqui chegou e iniciou toda a nossa história política, econômica e cultural. Além das passagens hilárias ocorridas na Corte portuguesa, a obra trata de momentos muito importantes ocorridos em no Brasil com pitadas de particularidades sarcásticas ou divertidas, dos membros da família de dom João VI. 

O número de páginas pode assustar (mais de 300), mas o conteúdo histórico é muito rico. A obra já está disponível em formatos de bolso e também na versão e-book, que pode ser lida também na tela do celular. Esse é o tipo de livro que deve fazer parte daquelas listas de coisas essenciais! 

A ‘trilogia Laurentino’

Além de 1808, Laurentino Gomes também escreveu 1822 e 1889, que também tratam períodos muito importantes da nossa história. 

Obra levará leitores à Portugal

Inspirado no livro 1808, o projeto Era uma vez...Brasil foi lançado no mês de abril e levará 100 alunos da oitava série do Ensino Fundamental das cidades de Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Novo Horizonte (interior de São Paulo) e Belo Jardim (PE) para um intercambio em Portugal, onde irão conhecer todos os caminhos percorridos pela família real portuguesa, até a partida para o Brasil.

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