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29/Set - SAÚDE - HIV/AIDS: Cresce número de jovens brasileiros infectados com o vírus HIV mais de 50% no período de seis anos

Causa está relacionada ao comportamento sexual dos adolescentes 

Dados do Boletim Epidemiológico HIV-AIDS, do Ministério da Saúde divulgado ano passado apontaram para o aumento de casos entre brasileiros com idades entre 15 a 24 anos. Os índices de infectados ultrapassou a marca dos 50%, tendo como base de medição, um período de seis anos. O principal motivo? O comportamento sexual dos jovens em posturas que incluem manter relações com diversos parceiros, não usar preservativos diversos parceiros e acreditar que ‘basta tomar alguns remédios depois, que estará tudo resolvido’. 

A AIDS é uma doença que ainda não tem cura, porém há grande mobilização na medicina mundial que já resultou em grandes avanços, principalmente no controle por meio de coquetéis desenvolvidos para impedir a multiplicação do vírus no organismo. A geração que não viu ‘a partida’ de ídolos nacionais e internacionais entre eles os cantores Cazuza, Renato Russo (Legião Urbana) Freddie Mercury (Queen) e um dos atores mais cobiçados de Hollywood Rock Hudson, não consegue entender e enxergar a seriedade, assim como as consequências que uma negligência, no sentido de prevenção pode causar.

Informação, acima de tudo!

O cenário alarmante divulgado no final do ano passado despertou autoridades brasileiras para que intensificassem a mobilização em prol de campanhas de prevenção e atendimento a este público tão difícil de ser atingido, uma vez que não têm o hábito frequentar o sistema de saúde. Há serviços gratuitos que são oferecidos em todo o país na rede SUS – Sistema Único de Saúde. Esta pode ser uma fonte para a busca de informações, assim como a realização de testes e tratamentos. Portanto, não pode sentir vergonha em buscar orientação. Se existe o receio em conversar com os familiares, muitas vezes temendo preconceito dentro da própria casa, há profissionais preparados para receber pacientes e o público em geral, nos centros de tratamento e prevenção de forma gratuita. Os cuidados devem ocorrer não somente para evitar a AIDS, mas também as Doenças Sexualmente Transmissíveis – DSTs que, segundo o Ministério da Saúde, já são consideradas problemas de saúde pública, em todo o mundo. 

O programa UNAIDS, das Nações Unidas mantém no Brasil, a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA), que é composta por jovens com idades entre 15 e 29 anos, soropositivos que atuam em prol da inclusão social, entre outros aspectos. 

29/Set - Comportamento - O jovem e a era digital: Educação pode estar em risco?

Na década de 80, um brinquedo se tornava a grande febre entre os adolescentes no Brasil, um tal de bichinho virtual, que carregavam pendurado no pescoço por um barbante como seu ‘filhote’ e, virtualmente, alimentavam, davam banho e comida. De acordo com ‘o grau de cuidados’, o bicho ficava forte ou doente e morria. Nos anos 90, um jogo chamado The Sims foi outra febre. No ambiente virtual era possível simular uma vida real, além de adotar uma personalidade e formar família, adquirir bens etc. muitas foram as críticas e histórias que surgiram na época referentes a influência do ‘mundo virtual’ nas vidas dos jovens

Século XXI, ano 2015. Os jogos e principais atividades que fazem parte das vidas dos adolescentes, não saíram do ambiente virtual e estão cada vez mais influenciando (positiva e negativamente, de acordo com especialistas) atitudes, ações e comportamentos em geral. São muitos aplicativos, informações em tempo real, imagens, músicas, filmes e uma infinidade de dados que podem ser acessados com um simples toque (não mais ‘clique’) na tela de um celular ou tablet. 

Porém, o que realmente deve ser acessado está ficando em segundo plano ou nem isso. A grande polêmica é: com toda a facilidade que a tecnologia proporciona, os jovens estão cada vez sabendo menos, mais fechados vivendo em quase outra dimensão e utilizando linguagem própria para se comunicar. Há prós e contras, porém alguns especialistas apontam o comportamento virtual como um ‘formato de vida comum’, uma vez que esses jovens já nasceram em um ambiente totalmente digital e assim será até que algo novo apareça. Outros afirmam que a capacidade de aprender está afetada e que os adolescentes não enxergam, os ‘perigos do mundo real’ que podem atingi-los, quando expõem totalmente as vidas, nas redes sociais ou se relacionam com pessoas de todos os tipos, por exemplo. 

As novas tecnologias estão aí e são muito bem dominadas pelos jovens. porém, segundo a doutora Evelyn Eisenstein, médica e professora de Pediatria e Clínica de Adolescentes da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do RJ, o que falta é uma preparação melhor de educadores e demais profissionais que lidam diretamente com esta geração “Os livros e iPads são meios de transmissão de informações, mas professores precisam também ser capacitados no uso de novas tecnologias e saberem se relacionar com crianças e adolescentes, como humanos que estão num processo de crescimento, desenvolvimento e maturação cerebral, e não simplesmente máquinas ou robôs que digitam informações. A relação educador-educando ainda é da maior importância! ”, pontua.   

Alerta virtual!

O perigo é constante para crianças e adolescentes e, diariamente isso é comprovado com casos de pedofilia que frequentemente têm início em redes sociais, levando para consequências como cyberbullyng, entre outras formas. “Adolescente não é "pateta" ou "objeto" dos outros e muito menos dos estereótipos midiáticos, mas às vezes exagera na procura dos limites ou nos desafios das regras sociais e então poderá ser prejudicial e marcante para o resto de suas vidas, portanto sempre prestar atenção para não marcar bobeiras!”, alerta a doutora.  

A especialista ainda chama atenção para a questão dos cuidados, principalmente no desenvolvimento da sexualidade, relacionado ao que os jovens buscam de informação nos meios eletrônicos. “Todos os adolescentes passam por fases distintas e progressivas no desenvolvimento de sua sexualidade. São três momentos importantes, do despertar corporal no início da puberdade, dos 11 aos 14 anos, da curiosidade ou experimentação sexual (14 aos 17 anos), até o final da adolescência, aos 20 anos com decisões de sua identidade e escolhas para o futuro, inclusive opções sexuais e de vida. Em todas estas fases, a procura por informações é importante e deve ocorrer em todas as mídias, como TV, revistas e redes sociais ou internet em geral. Porém, a melhor informação é sempre o diálogo com os pais, tarefa em si muito difícil. Também é recomendável procurar um especialista médico de adolescentes ou psicólogo, ao invés de superficialidades ou perversões encontradas na internet e que deixa mais confusões em vez de soluções!”, conclui. 

 

29/Set - E AÍ, INSTRUTOR? Valquíria César Valadão, de Goiânia

Há pouco mais de três anos na instituição, Valquíria César Valadão realiza uma espécie de consultoria com os Aprendizes nesta unidade de atendimento do Espro Brasília
 


Técnica de Treinamento Administrativo por estar em um polo do Espro, também é psicóloga e professora universitária, otimiza os momentos de Acompanhamento para ouvir e fidelizar as empresas parceiras 

Antes de chegar no Espro, Valquíria César Valadão trabalhava em uma clínica médica, onde cuidava de aproximadamente 800 funcionários. Sempre atuou na área social, mas buscava algo que pudesse contribuir na transformação e crescimento de pessoas. Foi então que conheceu o Espro e soube que havia um processo seletivo para atuar na unidade de atendimento instalada em Goiânia (GO). Candidatou-se e, em 2012 iniciou o trabalho que realiza até hoje em parceria com outra instrutora, a Kênya Coutinho, responsável pelas turmas da Formação para o Mundo do Trabalho, dividem atividades em uma estrutura de duas salas de aula e uma administrativa locadas nas dependências do Instituto Consciência. 

“Eu buscava algo onde eu pudesse exercer realmente a minha veia social. Não queria deixar isso de lado. No Espro, eu me sinto realizada não só como pessoa, mas também enquanto profissional. Aqui me divirto, me transformo e aprendo muito todos os dias”, comenta ela que já trabalhou no atendimento de crianças, adolescentes e mulheres do interior de Goiânia, vítimas de violência e abuso sexual. “O trabalho estava começando a ficar muito pesado e hoje sinto satisfação em ver o crescimento dos jovens, assim como encaminhá-los para as primeiras oportunidades de trabalho das vidas deles”. 

Valquíria é instrutora do Programa Jovem Aprendiz e também é responsável em desenvolver algumas atividades administrativas da unidade de atendimento. Porém, ela reforça que, em momento algum se sentiu sozinha, devido todo o suporte que recebe do Espro Brasília, o que a faz sentir realizando um verdadeiro trabalho em equipe. “A gestão é remota, mas dá muito certo porque todos são participativos no processo”, ressalta ela que cuida de tratativas e relacionamento com as empresas parceiras, momento que aproveita para apurar necessidades, fidelizar etc., e também realiza o acompanhamento dos jovens inseridos.

“As pessoas têm muito medo de se jogar, de tentar algo diferente. Eu sai da zona de conforto e hoje, eu somente agradeço poder fazer a diferença nas vidas dos jovens, familiares e comunidade onde vivem. Fazer parte de tudo isso é muito importante, principalmente sabendo que serei o diferencial para que eles ingressem no mercado. O trabalho tem sido muito bem realizado em sala de aula, pois está refletindo na Atividade Prática. Temos registro de mais de 30 jovens que foram efetivados em cargos administrativos”, destaca. 

Segundo Valquíria, as empresas da região são muito receptivas com relação ao Espro e as solicitações de jovens com perfis específicos são constantes. Por isso, ela sempre incentiva todos que busquem por um curso de graduação e iniciem o processo de identificação da carreira. “Os jovens precisam aproveitar este momento em que as empresas não querem somente cumprir uma cota, mas sim oferecer oportunidades”, ressalta. Ela comenta ainda que em Goiânia, há muitas oportunidades, principalmente no segmento bancário. Grandes bancos solicitam Jovens Aprendizes constantemente, assim como o programa Formação para o Mundo do Trabalho que sempre tem turmas patrocinadas por instituições bancárias. 

A instrutora tem 43 anos, três filhos com idades entre 18 e 27, além de uma neta de 5 anos. Ela faz questão de reforçar a paixão por atuar em projetos sociais. “Eu gosto e aprendo muito. Absorvo o que é bom e jogo fora o que é ruim, caso haja! Porém, no Espro, nunca ocorreu nada de ruim e negativo. A instituição é séria e o trabalho social realizado aqui me completa. Quando vejo um jovem bem colocado no mercado, eu me sinto muito feliz e satisfeita”, conclui.

 

29/Set - Fala, Aprendiz! Rony Carvalho de Araújo, de Brasília

O jovem acaba de ser efetivado em um dos mais importantes escritórios de advocacia do país e se prepara na busca da estabilidade profissional por meio do empreendedorismo

Ele foi destaque durante as Atividades Prática e Teórica e hoje é responsável em treinar a Jovem Aprendiz recém-contratada

Logo que concluiu o Ensino Médio, Rony Carvalho de Araújo já iniciou graduação em Administração de Empresas. Começou também, a busca por um emprego, mas como ainda não tinha experiência, ele investiu em um material de estudos para prestar concurso e concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. “Em Brasília, concurso público é a solução. Porém, o que eu almejo é investir em negócio próprio. Quero empreender, mas primeiramente eu preciso me preparar em todos os aspectos, inclusive o financeiro”. Foi exatamente com esse pensamento que, por indicação de um amigo, o jovem foi conhecer o Espro, no ano passado. Fez o curso Formação para o Mundo do Trabalho e, na sequência ingressou no Programa Jovem Aprendiz. 

Pouco tempo depois, ele foi encaminhado para um contrato de Aprendizagem, em um dos maiores e mais reconhecidos escritórios de advocacia do país com unidades nas principais capitais e também no exterior, Siqueira Castro Advogados. Durante o programa, ele se dedicou intensamente, até que recentemente foi efetivado como auxiliar administrativo. Hoje, aos 20 anos, Rony desenvolve a rotina no escritório de advocacia e também tem sido responsável, sob a supervisão da gestora dele, em treinar a Aprendiz recém-contratada. 

“Passei um bom tempo tentando ingressar no mercado, mas nunca consegui. Depois do Espro, tudo ficou mais fácil. Aprendi muito, principalmente no curso FMT, que nos prepara em todos os aspectos, desde preparar um currículo a como se comportar e se vestir para participar de uma entrevista de emprego. Praticamente tudo o que as instrutoras nos passaram eu vi no ambiente de trabalho, principalmente questões relacionadas a ser pontual e respeitar hierarquia. Porém, não basta esforço somente de um lado, mas é necessário ter ótimo desempenho e aproveitamento do curso porque a cobrança vem depois. Destaco aqui o apoio recebido das instrutoras Michele, Neide e Liliane, que sempre nos orientou para todas as situações”, pontua.  

Para o futuro, Rony pretende investir em negócio próprio no ramo alimentício, mas ainda não definiu exatamente qual o formato. A única certeza é que, quando terminar a faculdade, ele quer empreender. Também não descartou a possibilidade de prestar um concurso público para ter “estabilidade na vida”!

 

29/Set - RYLA 2015: mobilização intensa para a final

Jovens de todas as filiais que já trabalham em projetos sociais aguardam divulgação dos escolhidos para participar da premiação em São Paulo

 

Na reta final para a identificação dos melhores projetos de 2015, os jovens estão em total movimentação com foco nas ações dos trabalhos que irão apresentar para as bancas julgadoras em suas filiais. São visitas em instituições, campanhas para doação de agasalho, alimentos, realização de eventos e atividades diversas. No início mês de outubro, 46 jovens responsáveis por projetos que tiverem destaque em cada região do país irão participar de um seminário, na cidade de Mairiporã, em São Paulo com realização de workshops e apresentações de palestras com representantes do Rotary Club

“Para este ano, o diferencial é que, além do quesito assiduidade, os jovens serão escolhidos, a partir dos trabalhos sociais que já realizam, ou seja, o engajamento social é a premissa de participação. Nas edições anteriores, eles tinham que desenvolver um projeto que era apresentado para uma banca julgadora, na Matriz do Espro, em São Paulo. Nesta edição, cada filial teve autonomia para fazer a escolha e encaminhamento das indicações”, explica Danielle Cristina, coordenadora de Educação Profissional do Espro

Entre os critérios para a participação no Ryla estão índices de frequência (superior a 75%) e desempenho na Atividade Teórica, espírito cooperativo, excelente capacidade de comunicação, ter experiência como líder e apresentar potencial de liderança. 

“O jovem deve ter a consciência de que participar de um projeto como o Ryla, que é internacional, é uma forma de ratificar o engajamento no projeto social que ele desenvolve. Esta é também uma grande oportunidade de troca de experiências”, conclui Danielle


Agenda Ryla

2/10: Chegada dos jovens em São Paulo / Tour no centro da cidade / Boas vindas da Gerente do Espro São Paulo / Workshop

3/10: Seminário Rotary, em Mairiporã (SP)

Confira a programação do evento no dia 3 de outubro:

8h30 – Café da Manhã

9h – Abertura pela Presidente do RCSP - Rotary Club São Paulo

Maria Elisabeth W. Marcondes Torres

9h10 – Comunicação e Relacionamento

Cristina Fonseca Monteiro 

10h – Maconha a favor ou contra? 

Ivan Mário Braun

10h45 – O trabalho e os símbolos míticos: felicidade, poder e vocação

 Fransmar Costa Lima

11h30 – Empreendedorismo

Lívio Antonio Giosa

12h20 – Intervalo para almoço

              Visita ao Museu de Arqueologia Industrial Thomaz Cruz

              Visita ao Museu de Ciências a Artes de Instituto Mairiporã

15h20 – Novas Tecnologias proporcionando novas oportunidades

Henrique Presch

16h10 – Sustentabilidade Ambiental – cuidados água e ar 

 Malcolm Forest

16h50 – Rotary  

 Márcio Arroyo

17h10 – Agradecimentos e encerramento

18h - Lanche

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