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25/Fev - Espro BH - Incentivando leitura e escrita


Instrutora desenvolve exercício que motiva jovens a ‘perder o medo’ de escrever. Todos puderam contar suas histórias de maneira livre e gostaram do resultado 

Tendo como base, o conteúdo das aulas do Programa Jovem Aprendiz, a instrutora Camila Silva sugeriu uma atividade lúdica aos jovens com o objetivo em incentivar leitura, interpretação e coerência na escrita. A proposta era cada um levar para a aula, um livro que já tinha lido para compartilhar o que mais gostou da obra com os colegas. Depois da apresentação, todos utilizariam materiais diversos como recortes, canetas coloridas, folhas coloridas etc. para produzir um livro contatando as histórias de vida. 

“Antes mesmo de pensar nessa atividade, eu havia conversado muito com eles sobre a importância de uma escrita correta, inclusive me oferecendo para checar as redações que estavam preparando como treino para a prova do ENEM. Quando eu planejei a aula pensei que seria difícil, pois sabemos que os jovens não gostam muito de escrever. Mesmo assim, eu insisti e todos abraçaram a ideia e ainda ficaram empolgados com o resultado”, comenta Camila Silva, instrutora do Espro BH

Segundo Camila, a animação foi surpreendente e ela disse que chegou a se emocionar com algumas das histórias que leu. Depois de tudo pronto, eles realizaram uma votação para premiar as categorias: capa, texto e história. Os ‘livros’ foram confeccionados em formatos diferentes e sem limite de páginas. Alguns iniciaram pela capa outros no texto e assim todos se mostraram muito animados em participar, o que de certa forma acabou surpreendendo a instrutora. 

“Tentar incentivar escrita e leitura com jovens é hoje um grande desafio, pois estão todos muito mais envolvidos com a linguagem das redes sociais. Não param para pensar o que vão escrever e é tudo no automático. Então, eu tento levar para eles, alguns temas que foram noticiados via Facebook, por exemplo, para despertar o interesse. Criamos um grupo de discussões na própria rede social e ali eu observo as manifestações”, destaca Camila. 

 

“Conhecimento não ocupa espaço e vai sempre fazer a diferença”

Entre os jovens que se destacaram durante a atividade está Laurenne Louise, de 18 anos que se diz apaixonada em ler e escrever. O texto que ela escreveu no blog do Programa Jovem Aprendiz sobre a atividade realizada com os colegas foi responsável em gerar esta matéria. Laurenne tomou gosto pela leitura, há algum tempo, quando pegava os livros da irmã emprestados e lia o jornal com o pai, todas as manhãs. Depois disso, a vontade foi aumentando cada vez mais e hoje, ela tem um blog onde comenta sobre as obras que já leu e aborda sobre temas diversos do universo literatura. “Fiquei muito empolgada com o tema da atividade proposta pela Camila e confesso que a facilidade com que todos conseguiram desenvolver me surpreendeu. Acredito que tenha sido a forma como nos foi aplicado o trabalho. Tenho amigos que acham uma bobagem se dedicar à leitura e me dizem que é desperdício, eu ‘gastar’ meu dinheiro com livros. Já outros até me pedem alguns emprestados. Eu sempre faço questão de passar para frente, os que eu leio e gosto”, aponta. 

Ela disse ter ficado “chocada” com o resultado do ENEM sobre redação e diz que sempre aconselha os amigos e se interessarem mais por leituras em geral. “Falo para eles que conhecimento não ocupa espaço e vai sempre fazer diferença. Então, quanto mais, melhor. Imagine que conheço gente que diz não gostar de estudar. Acho isso um horror! Os jovens precisam começar a escrever mais. Não pode passar um ano inteiro sem escrever sequer uma linha”, diz. 

Lauranne, que mora em Contagem atua como Jovem Aprendiz na UNIBH e tem um blog, o laurennices.blogspot.com e disse que quer ser jornalista especializada em produzir documentários, pois ainda quer ler e pesquisar muito sobre temas diversos. 

 

25/Fev - Você sabia que existe uma doença chamada Technostress?



Com registro no Wikipedia e especialistas realizando estudos e ‘tratando doentes’ pelo mundo, o Technostress começou a aparecer no Brasil, na década de 1990 e é desenvolvido por uma série de sintomas, entre eles, o de uma espécie de fobia ou ansiedade causadas a partir do grande volume de informações e ações por minuto. O indivíduo acaba se sentindo ansioso e ao mesmo tempo depressivo por, muitas vezes, não conseguir acompanhar o ritmo de tudo o que ocorre ao redor. Atualmente, a tecnologia está presente, desde o portão de casa, elevador do escritório, até a máquina para preparar o café da manhã. Todos já acordam com o alarme programado no smartphone, onde também estão todos os aplicativos que são utilizados por uma pessoa durante todo o dia. Por isso, ao perder ou ter um celular roubado costumam dizer que ‘ali estava toda a minha vida’! 

O excesso de conectividade está por toda a parte. O ritmo de vida acelerado como consequência da velocidade e avanço das novas tecnologias, assim como os impactos no dia a dia estão causando males e gerando comportamentos preocupantes. Os jovens já são considerados os mais vulneráveis, uma vez que estão sempre com seus dispositivos conectados com tudo e todos. Não há mais comunicação, palavras ou olhos nos olhos. Vivem em um mundo de símbolos, códigos e selfies. O technostress é caracterizado quando alguém muito dependente de internet, dispositivos e afins fica sem acesso a algum deles. O simples fato de não estar conectado ou perceber que o celular está sem bateria ou sinal de rede, já se inicia uma irritação que pode virar ansiedade e, por fim, o desespero resultando em dores de estômago, cabeça, nervosismo, alteração de humor, entre outros sintomas. 

 

‘Moderação faz bem pra saúde’

As tecnologias estão aí e não podemos negar que transformaram as vidas e, em algumas situações tornaram as tarefas do dia a dia mais práticas. Porém há o excesso que é altamente prejudicial. Mesmo sabendo que hoje somos todos dependentes das tecnologias, não podemos deixar que tome conta de nossas vidas. Somos seres humanos e se faz necessário o contato com o mundo da forma mais saudável possível. Portanto repense a forma como a tecnologia está tomando conta da sua vida. Fale mais com os amigos, organize festas, sessões pipoca em casa, etc. Façam algo mais ‘real’. 

Tente fazer um exercício de moderação. Leia mais ‘livros físicos’, visite uma biblioteca, encontre os amigos para um lanche, frequente mais livrarias, museus, pontos turísticos da cidade etc., mas tudo sem dar check in ou fazer selfies.

25/Fev - Qual a sua cara profissional?

A falta de ética no ambiente de trabalho pode comprometer a carreira dentro da empresa e no mercado de trabalho


 

Há algumas edições, a equipe do boletim Se Liga! Jovem Aprendiz tem falado com especialistas sobre comportamentos, posturas no ambiente de trabalho. Gestores de Recursos Humanos e alguns analistas das áreas de Recrutamento e Seleção, ainda apontam para o fato da falta de postura ser determinante na eliminação de alguns jovens, durante um processo seletivo. As queixas mais frequentes são: sentar ‘largado’ em uma cadeira como se estivesse no sofá de casa, não olhar para o entrevistador ou mascar chicletes durante a conversa, não estar atualizado sobre os principais acontecimentos no país e mundo, o uso excessivo de gírias, entre outros pontos observados. 

A imagem, principalmente no início da carreira profissional, não pode ser ‘manchada’, pois irá comprometer o sucesso dentro de uma organização ou no segmento em que se pretende atuar, pois as empresas ‘se falam’, ou seja, as áreas de Recursos Humanos têm relacionamento e, como muitos dizem, o ‘mundo é uma ervilha’. O executivo de Comunicação e especialista em novas mídias Ediney Giordani já se deparou com milhares de comportamentos e atitudes que prejudicaram funcionários dentro das empresas onde atuou. “Trabalho há muito tempo com equipes e eu percebo o mesmo traço em todas: falta de preocupação com a imagem. Aqui não estou falando de imagem física e asseio pessoal, pois penso estar claro na mente de todo profissional que isto é uma obrigação e não uma qualidade, falo da apresentação daquilo que você é pago para fazer” comenta Ediney Giordani.

 

Diante de tantos exemplos reais que presenciou, Giordani acabou preparando uma lista com alguns cuidados que devem ser tomados em diversos para que a imagem não fique comprometida no mundo corporativo, principalmente dos aspectos que estão em fase de início de carreira e nós listamos alguns para que possam (re)pensar!

  • Horários

A empresa tem uma política rígida de horários e você, que sabe disso, dormiu demais e perdeu o horário. Quando chegar e o seu chefe perguntar o que houve para o seu atraso, seja sincero: dormi demais. Simples. Não invente desculpas e tente não repetir o erro. Desta forma manterá o canal da verdade aberto com o chefe. “Seja sempre verdadeiro. Entenda que, a verdade na empresa pode te levar longe, pois de tá credibilidade”, destaca. 

  • Comunicação - E-mails 

Terminantemente proibido: gírias, piadas, intervenções pessoais, fontes variadas sem seguir o layout determinado pelas normas de comunicação interna da empresa, utilização em excesso de links, páginas da internet abertas e abreviação de palavras como se estivesse utilizando o Whatsapp (tb, vc, pq...) e as carinhas (smiles). “Não deixe que, com o passar do tempo, a comunicação, tanto pessoal quanto por e-mail, se torne informal. Lembre-se de que dentro do ambiente empresarial, as pessoas são colegas de trabalho e não amigas. Portanto, mantenha a sua comunicação profissional”, alerta. 

  • Redes Sociais

Cada empresa tem uma política interna para acesso das redes sociais. Se é liberado, não pode passar mais tempo ‘curtindo e compartilhando’ do que atento às próprias obrigações. Cuidado com os comentários, caso tenha colegas da empresa em seu perfil. “Questões de trabalho são resolvidas no trabalho e não publicamente. Nada de indiretinhas para chefes, empresa e colegas.  Tais atitudes não são profissionais e podem ‘queimar o seu filme’ na sua empresa e no mercado de trabalho como um todo”, conclui. 

  • Reuniões

A dica é, se você foi convocado para uma reunião deve ir preparado. “Sempre que uma reunião é convocada a ideia é a de debater ideias, definir, contribuir e participar. Se você for um peso morto na sala de reuniões tudo o que fará é cimentar sua posição e começar a construir a rampa para sua descida profissional”, aconselha. 

  • Festas

Segundo o especialista, a ‘festa da firma’ é um ponto polêmico. Porém não pode deixar de ir, pois trata-se de um momento de confraternização, de celebrar em equipe as conquistas da empresa. Basta ser discreto e conversar com múltiplos grupos. “Para algumas pessoas, este evento tem a mesma função de um sepultamento, já que pode enterrar qualquer chance profissional que possam ter relacionada a futuras promoções ou mesmo acabar com o seu próprio futuro no emprego”, conclui. 

 

Anote os pontos destacados pelo especialista e não deixe que um detalhe acabe com sua carreira. São detalhes? Sim! Mas lembre-se de que pequenos detalhes acabam somando no resultado final e dizendo muito sobre o perfil do profissional. Ser ético, acima de tudo! 

 

25/Fev - Profissão ou Carreira? Como escolher o caminho certo?

Especialista dá dicas de como decidir o futuro profissional 

Quem nunca ouviu a pergunta: o que você quer ser quando crescer? Pois bem, agora que você ‘cresceu’, já sabe o que quer?  Não entre em pânico porque a definição da carreira não acontece ‘da noite para o dia’. Muitos jovens ainda se dizem confusos sobre qual carreira ou profissão seguir. Mesmo com todas as informações disponíveis e matérias em revistas especializadas sobre temas como “careiras promissoras” ou “profissões do futuro”, há casos de pessoas que ingressam na universidade sem ter a certeza de qual graduação seguir. 

Vale lembrar que, antes da definição, o que deve estar claro para cada um é que carreira e profissão são coisas distintas, ou seja, cada um tem um significado, porém há interligação entre os dois. Ficou confuso? Então vamos às definições. Segundo especialistas, carreira é um conjunto de experiências que uma pessoa vivencia, como ter sucesso e um caminho longo na área profissional. Já a profissão está relacionada a ocupação ou emprego. 

 

“Eu sempre digo que ao escolher uma profissão, deve-se imaginar seguindo carreira na mesma, e uma carreira vem acompanhada de alegrias, de respeito pelo trabalho e de possibilidades de realizações. Por isso deve entender que, mesmo que escolha uma profissão ótima é preciso verificar como será sua carreira nela e vice-versa”, comenta Fábio Augusto Vieira, especialista em Carreira e Liderança e sócio de empresas especializadas em treinamentos e Recursos Humanos. 

Outro fator para o qual o especialista alerta é sobre a questão da frustração ou fracasso. Segundo ele, muitos jovens sonham com uma profissão para a vida, porém não possui habilidades para seguir uma carreira. Ele se baseou, por exemplo, na época em que desejava ser jogador de basquete, mas não tinha a estatura básica exigida para o seguir carreira no esporte. 

 

Qual a melhor forma de escolher uma profissão? 

A primeira pergunta que se deve fazer sugerida pelo especialista é: a minha profissão me traz barreiras claras e efetivas sobre minha carreira? Se sim, deve-se escolher outra profissão, pois como pode, por exemplo, uma pessoa ser professor de Língua Portuguesa e se orgulhar de não ler sequer uma página e jamais se ver como um leitor? “Se não quer ser um leitor assíduo, não pode ser professor de coisa alguma. 

Segundo Vieira, sem diferenciar em qual lugar pretende estar daqui a alguns anos, uma pessoa jamais conseguirá definir a profissão. Esta foi a percepção que ele mesmo teve, logo no início da carreira. Então foi fazendo alguns questionamentos para entender alguns determinados que ele conseguiu escolher a profissão e hoje repassa durante os treinamentos que realiza. Alguns deles estão listados a seguir para que você possa fazer uma reflexão e pense melhor, antes de tomar alguma decisão na carreira que quer seguir. 

Vale fazer alguns exercícios de reflexão, a partir das questões abaixo, sugeridas por Vieira: 

  • Por que escolheu esta profissão? 
  • O que acha de trabalhar nesta profissão?
  • Quais as vantagens e desvantagens da profissão?
  • Os salários dão um mínimo de suporte para desenvolver seus sonhos?
  • Qual o futuro da sua profissão?

O especialista ainda alerta para o fato de que algumas pessoas possuem muitos talentos e que pode migrar para outras carreiras, que não a que escolheu inicialmente. “Sucessos e fracassos ocorrerão e o profissional deve estar pronto para os desafios sem pensar em desistir. “Escolha uma profissão que tenha relação com sua vida, com as coisas que gosta de fazer. Decidir em uma profissão que veja como um peso é o pior caminho”, conclui. 

 

25/Fev - E aí, instrutor? - Recém-chegada ao Espro Brasília, a instrutora Elenilce Gama considera o trabalho da instituição um “grande projeto de inclusão social”

 

Motivação e participação dos jovens é algo frequente nas aulas da instrutora que sempre leva temas de interesse da turma para as discussões. 

Ela chegou no Espro em março do ano passado, já formou turmas e se sente bem ambientada, segundo ela, graças a forma como foi recebida. Formada em Letras e Pedagogia, atuou na área de educação profissional por mais de cinco anos. Porém foi no Espro que ela teve contato com temas mais aprofundados como, por exemplo, entender a legislação que rege a inclusão do Jovem Aprendiz. “Já havia atuado em outras instituições, mas eu não tinha conhecimento da Lei do Aprendiz até receber e participar de muitos treinamentos online que me ajudaram a me encaixar corretamente no perfil de instrutora. Agora sei que tenho realmente um vínculo com os jovens. Sou a tutora e responsável pelo crescimento profissional deles”, comenta. 

Elen, como é chamada, diz que um ano no Espro foi o suficiente para ela enxergar o papel da instituição para a sociedade. “Consegui me situar, entender a causa e ainda saber o que o Espro espera de mim.” Ela também comenta sobre o desenvolvimento profissional dos jovens que já passaram pelas turmas que ela formou e aponta que muitos conseguiram colocação no mercado, graças a preparação que tiveram durante o programa Jovem Aprendiz. “O Espro tem esse compromisso de formar profissionais e não somente torna-los Aprendizes. A instituição está realmente preocupada com aqueles que são abandonados socialmente e não têm família estruturada. Tenho alunos que utilizam os próprios salários para pagar a faculdade e ainda ajudar nas despesas de casa. Então, isso tudo é um investimento grandioso neles”, reforça.

 

 

Motivação sempre!

Para Elen, o instrutor é referência para os jovens e tendo tal consciência, ela procura sempre envolver suas turmas no desenvolvimento das atividades. “Gosto de criar muitos projetos com eles, pois são muito dinâmicos. Sempre faço uma pesquisa sobre os temas que mais despertam a curiosidade deles e levo conteúdo para realizarmos discussões. Temas como sexualidade, drogas, política e meio ambiente são aos que mais chamam a atenção de todos. Então, eu procuro trabalhar de uma forma mais próxima à realidade deles. Para trabalhar com eles precisa ter a mente jovem e estar sempre inovando”. 

 
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