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19/Dez - Instrutor alerta para que seus alunos não confundam a “cultura do Facebook com a da vida”

 

Com carreira consolidada em treinamentos corporativos, o instrutor do Espro São Paulo, Washington Peinado diz ser um apaixonado pelo trabalho que realiza atualmente com os jovens. Ele que já passou por grandes empresas de segmentos diversos resume atuação e papel na vida dos jovens com a palavra ‘troca’. “Gosto muito do trabalho que realizo e do contato com os alunos. Cada dia é uma emoção diferente, seja porque não prepararam o que eu pedi ou até mesmo por algumas respostas atravessadas, mas mesmo assim, eu defino essa relação como troca, pois aprendo muito com eles. Estou no caminho e profissão certos”, comenta.]

Totalmente dedicado, o instrutor prepara as aulas de uma forma a fazer com que os alunos também participem da elaboração: “Eu sigo o que está no cronograma, porém busco informações não só nos livros. Apresento sempre um vídeo, case ou até mesmo uma experiência da minha carreira e acabamos construindo juntos o treinamento. Penso que não pode ser engessado e sigo sempre com algo a mais em minha metodologia”, explica o instrutor que também é professor universitário em uma grande instituição particular de São Paulo, onde ministra aulas da disciplina Logística – Movimentação e Armazenamento de Materiais.

Há dois anos no Espro, Peinado é daqueles instrutores que os alunos gostam muito. Sempre faz questão de levar informações para a sala de aula e ainda faz questão em reforçar a importância da leitura para atualização sobre temas gerais. “Eu sempre alerto para a preguiça que têm de ler e escrever. Porém trata-se de algo falho na Educação de Base. Mesmo assim, eu estimulo sempre a   interpretação de textos. Há momentos em que temos que forçar para que deixem um pouco de lado as redes sociais, onde as mensagens são curtas e codificadas. Eles não podem confundir a cultura do Facebook com a da vida”, reforça. 

Aprendizagem e Carreira

O instrutor citou a fase da Aprendizagem como fundamental e que todos deveriam passar por um projeto assim. Ele diz ser gratificante, a oportunidade em participar de um trabalho focado na transformação de vidas, principalmente quando recebe feedback de alunos e ex-alunos. “Saber e poder acompanhar o desenvolvimento deles é sinal de que meu trabalho foi cumprido e que captaram o que eu queria passar. Chegam falando gírias e, depois de um tempo eles mesmos percebem que a forma de se portar mudou. Todos ficam mais focados na questão profissional, na carreira. Eu queria ter tido o Espro em minha vida!”, pontua. 

Outro ponto observado por ele é a velocidade com que os jovens esperam que as coisas ocorram. Porém, o instrutor sempre alerta para que tenham mais paciência e que deixem tudo acontecer naturalmente, sem forçar. “Eles precisam esperar o tempo. Muitos já querem entrar em uma empresa com salários fantásticos! Então, eu digo que para isso, ainda precisam de muita experiência e também paciência. Devem entender e saber sobre ‘o tempo da vida’!”, conclui. 

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