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11/ ago - Maria Vilela, há três anos no Espro Curitiba, ela fala sobre a proximidade com os jovens e responsabilidade no processo de transformação e direcionamento das carreiras deles

“Gosto muito do que faço e não dou o braço a torcer!”  

A busca pela qualidade de vida e necessidade em estar ao lado da família fez com que a especialista em Comércio Exterior chegasse ao Espro Curitiba. Com mais de 20 anos de carreira na área, Maria Vilela acabou se especializando em treinamentos para diversos públicos, nas empresas por onde passou e foi aí que, como ela diz, “descobriu o caminho da pedagogia” e buscou uma pós-graduação em Formação Pedagógica. 

 

“A primeira admiração que temos fora de casa é sempre por um professor. Então, desde criança, eu brincava de escolinha e queria ser professora. Acabei resgatando a vontade de ensinar as outras pessoas por meio do meu trabalho”, comenta. 

Maria recebe cada turma com o mesmo carinho e dedicação. Como ela diz, trabalha de tal forma a ser uma referência na vida de cada um. “Com minhas atitudes e diálogos, eu busco sempre nos treinamentos unir minha experiência prática com a teoria voltando-as para a vida profissional. Desta forma, eles sempre me dão feedbacks com situações que vivem no ambiente corporativo”, explica. 

Há três anos e meio no Espro Curitiba, a instrutora se emociona ao lembrar das muitas histórias de sucesso de seus ex-Aprendizes. Segundo ela, o instrutor tem o papel de provocar a transformação nas vidas dos jovens: “sempre temos que encontrar meios e linguagem para fazer com que eles entendam de que forma, eles mesmos podem ter as vidas transformadas. Eu me sinto uma engrenagem dentro do processo de Aprendizagem e também vou me aprimorando, na medida em que aprendo muito na convivência com eles. Tudo é compensador e gosto muito do que faço e não dou o braço a torcer! ”. 

Para os jovens que iniciam a capacitação ou carreira, Maria Vilela deixa o recado: tenham sempre a mente e o coração abertos às oportunidades para poder se firmarem, desde o início, na busca por uma realização profissional. Não deixem de abraçar tudo o que recebem, durante o processo de capacitação. Vale a pena checar com o espírito de compartilhar e estar sempre aberto às novas propostas!”. 

Já sobre a atuação do Espro no país, a instrutora comemora os 35 anos agradecendo a oportunidade em “fazer parte desta caminhada contribuindo e aprendendo o serviço ao próximo, propiciando transformação. ”

 
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