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‘Não vou desistir do futebol e de ter uma carreira profissional boa’, diz aprendiz e jogadora do Paraná

 

 

Raissa Dias do Nascimento, 22 anos, guarda sonhos capazes de enfrentar grandes desafios. Natural de Belém (PA), a jovem atravessou 2,6 mil quilômetros de norte a sul do Brasil, para se tornar aprendiz pelo Espro, em Curitiba (PR), em busca de dois objetivos: ter uma carreira profissional consolidada e conquistar o mundo por meio dos gramados, onde desde pequena, joga futebol e atualmente é atleta do Paraná Clube.

Desde criança, Raissa tem paixão pelo futebol e, por isso, jogava bola junto com os amigos em um complexo esportivo na capital paraense. Não demorou para a atacante vestir camisas de peso, como do Esmac e do Remo, um dos mais tradicionais clubes da Região Norte. “Minha paixão pelo futebol vem desde pequena e já fui para fora do Brasil (para jogar). Até hoje é a minha paixão”, descreve a aprendiz.

Ser jogadora pela modalidade feminina no País do Futebol, porém, ainda é um desafio ingrato para várias mulheres que amarram as chuteiras e entram nos gramados. A cada participação da Seleção Brasileira em Copas do Mundo e Jogos Olímpicos, a mesma constatação se repete: é preciso investir nas meninas que vestem a camisa canarinho. No entanto, as condições para profissionalização ainda evoluem em doses homeopáticas.

Por essa razão, ainda não pode viver apenas de futebol pelo Brasil, principalmente quando o esporte oferece poucas oportunidades para mulheres. Dessa forma, Raissa também investe em sua carreira profissional, o que a fez se mudar para uma cidade tão distante. “Desde março (deste ano), estou em Curitiba. O que me motivou foi vir para estudar, porque passei em uma Faculdade de Ciências Contábeis aqui”, diz. 

Oportunidade – Logo depois, Raissa conheceu o Espro por meio de um amigo, onde se tornou aprendiz em uma unidade da rede de fast food McDonald's. A rotina não é fácil, visto que ela precisa acordar às 9h para tomar café da manhã, 10h30 estar no trabalho, 19h na faculdade e ainda a partir das 22h30, treinar no Paraná, chegando em casa por volta da meia-noite. No entanto, o cansaço não supera a convicção de investir em seu futuro e seus sonhos.

“Todo o esforço é válido e será compensado futuramente. E todos no Espro me incentivam muito a persistir nos meus sonhos no futebol e na minha carreira profissional. Adquiro novos aprendizados a cada aula, o que me ajuda bastante na vida profissional, tanto no trabalho como no conhecimento. Eu quero me formar e não vou desistir do futebol e de ter uma carreira profissional boa, ter uma vida digna”, afirma a aprendiz.

Pelo Paraná, Raissa tem perspectivas de crescimento e espera seguir passos de jogadores consagradas como Marta, Cristiane e, principalmente, Formiga e de quem passou pela sua vida nas quatro linhas. “A Formiga e o Neymar são meus ídolos. Mas a minha admiração é mais com as companheiras que já joguei e que me inspiram, como Lorena Castro (zagueira), Letícia Pantoja (atacante) e Maiara Vaz (joga na China como meia-atacante). Criamos um vínculo muito grande”, assegura.

Incentivar sonhos – A instrutora da filial Curitiba Monica Barros Buss, 31 anos, trabalhou em atividades teóricas repassadas para Raissa, com intuito de alinhar os jovens aos seus propósitos de vida e fazer eles acreditarem que é possível conquistar seus objetivos. “A Raissa é uma menina bem focada, tem iniciativa e é determinada. Sempre que via que outro amigo não estava se desenvolvendo, ela sempre mostrou empatia e ajudava”, cita.

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