Espro lança curso complementar de música para atender seus aprendizes

Curso Arte, Educação e Trabalho visa complementar o conteúdo de aprendizagem oferecido pelo Espro.

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante) criou o curso Arte, Educação e Trabalho (AET). São aulas complementares ao Programa de Aprendizagem e ao Projeto de Formação para o Mundo do Trabalho (FMT), que buscam apresentar conteúdos culturais que agregam valor à vida pessoal dos jovens. A turma piloto do AET foi implementada na filial de São Paulo do Espro, na FECAP no Largo São Francisco, e conta com 20 aprendizes. As aulas acontecem uma vez por semana e vão até novembro.

Nessa turma piloto, o projeto oferece curso de música com foco na aprendizagem de violão, mas também com introdução à leitura de partituras e cifras, além de teoria musical e aspectos sobre o mercado de trabalho na área da música. Os participantes frequentam os treinamentos 1 vez por semana, com carga horária de 2 horas.

A ideia de oferecer aulas extracurriculares surgiu da análise da Pesquisa Jovem Covid-19, maior levantamento do país sobre o impacto da pandemia na vida profissional, acadêmica, pessoal e emocional dos jovens brasileiros entre 15 e 24 anos.

Devido ao cenário de isolamento social, o estudo quis saber como eles procuravam relaxar e se divertir. Na primeira onda, em abril de 2020, 50% dos jovens falaram que estavam aprendendo algo novo. Na nona, dois anos depois, mesmo com a retomada das atividades presenciais e o avanço da vacinação, 61% continuaram buscando novos conhecimentos. Uma destas novas atividades foi aprender a tocar instrumentos musicais.

“Mais do que nunca, devemos olhar para o lado emocional e pessoal dos nossos jovens. Precisamos ensiná-los e prepará-los para conquistar seu primeiro emprego e também devemos estimular sua vontade de aprender constantemente, sejam conteúdos profissionalizantes ou culturais que, eventualmente, também agregam valor profissional”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio do Programa de Aprendizagem Profissional e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

Informações para a imprensa:

2PRÓ Comunicação

Carolina Mendes - carolina.mendes@2pro.com.br

Isaac Toledo – isaac.toledo@2pro.com.br

Telefone: (11) 9-8360-7748

 

Espro inaugura nova filial em Campinas

Espro inaugura nova filial em Campinas

Associação filantrópica pretende dobrar o número de atendimentos a adolescentes e jovens; espaço é totalmente adaptado para receber pessoas com deficiência

 

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante), associação filantrópica que há mais de 40 anos trabalha para inserir no mundo do trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, anuncia a inauguração do novo escritório da sua filial de Campinas no dia 12 de setembro. Atualmente, 758 adolescentes e jovens são atendidos por mês na unidade. A expectativa é elevar esse número de atendimentos para 1.400 por mês. 

O espaço tem 8 salas de aula, um laboratório de informática moderno e um espaço de convivência para que os aprendizes interajam entre si fora da sala de aula. O novo prédio também tem uma sala exclusiva para atendimento psicossocial, vestiários masculino e feminino e banheiros exclusivos PCD.

“Levando em consideração a filial de Campinas e os polos na região, o Espro atende quase 1.800 adolescentes e jovens por mês. Com a nova filial, pretendemos aumentar o número e a qualidade de atendimentos para quase 3 mil por mês, com uma estrutura melhor, conteúdo e acolhimento especializado para que os jovens iniciem a sua vida profissional”, afirma Richard Piveta, gerente regional da filial de Campinas.

Ser e Conviver

Além  do Programa de Aprendizagem Profissional e do Projeto de Formação para o Mundo do Trabalho (FMT), o Espro e o Centro de Integração da Cidadania (CIC) de Campinas são parceiros no Ser e Conviver, um programa anual voltado para adolescentes de 14 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social. 

O objetivo do Ser e Conviver é estimular a troca de experiências entre os adolescentes e prepará-los para o mundo do trabalho realizando cursos profissionalizantes, inclusão digital, planejamento, gestão e simulação de entrevistas. A comunidade onde os adolescentes moram também é inserida no programa por meio de oficinas de geração de renda.

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio do Programa de Aprendizagem Profissional e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

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Projeto Formação para o Mundo do Trabalho voltado a Refugiados e imigrantes acontece em Porto Alegre

Provocado pelo ACNUR, Espro firma parceria com instituição para fazer a prospecção de migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade social na capital gaúcha

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante), associação filantrópica que há mais de 40 anos ajuda a inserir no mundo do trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, provocado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), se uniu ao Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR), instituição que atua promovendo e protegendo a dignidade e direitos dos migrantes e refugiados no Brasil, para oferecer seu Projeto Formação para o Mundo do Trabalho (FMT), com conteúdos e metodologia adaptada às necessidades do público atendido.

A primeira turma do curso já está fechada e tem 30 adolescentes e jovens imigrantes e/ou refugiados em situação de vulnerabilidade social, com idades entre 14 e 22 anos. As atividades começam no dia 5 de setembro e vão durar 10 semanas.

Ao todo, serão 50 encontros, que acontecerão de segunda a sexta com duração de 4 horas. As aulas são em formato híbrido, presenciais e em EaD. Para os acessos de forma remota, o Espro irá disponibilizar tablets com acesso a internet, além de vale-transporte para o deslocamento até o polo para os encontros presenciais.

“Desde a nossa fundação, temos o compromisso de capacitar e inserir o jovem no mundo do trabalho das mais diversas formas. A diminuição do prazo entre os ciclos de evolução tecnológica torna nossa missão ainda mais desafiadora. Some-se a isso jovens longe do seu país de origem buscando, de alguma forma, não só a inclusão no mundo do trabalho, mas o seu reconhecimento como cidadãos. E é aqui que entra o nosso time de assistência social, psicólogos sociais e instrutores que acolhem, inspiram e desafiam, enquanto desenvolvem competências e sonhos”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Os conteúdos serão ministrados em português, com um(a) instrutor(a) bilíngue em espanhol, para oferecer apoio aos alunos sem deixar de aproximá-los da língua portuguesa. Além dos materiais didáticos voltados ao mundo do trabalho, serão apresentados  conteúdos da cultura brasileira, como música, comportamentos no ambiente de trabalho, história do Brasil, gastronomia, movimentos artísticos etc. Também está prevista uma oficina com a turma de FMT do Espro na Filial de Porto Alegre para que os jovens façam networking, novas amizades e troquem histórias e experiências.

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

Sobre a SJMR

Organizado em 50 países e especializado em migração, deslocamento forçado e refúgio, o Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR) tem beneficiado milhares de pessoas com a prestação de serviços gratuitos, intervenções emergenciais, proteção, projetos de educação, integração, apoio psicossocial e pastoral. 

A instituição atua em favor de um maior acolhimento e hospitalidade da sociedade brasileira aos migrantes e refugiados, promovendo e protegendo sua dignidade e direitos, acompanhando seu processo de inclusão e autonomia.

O Serviço busca promover e proteger a dignidade e os direitos de migrantes e refugiados vulneráveis no Brasil, acompanhando seu processo de inclusão e autonomia, incidindo na sociedade e no poder público para que reconheçam a riqueza da diversidade humana.

No Brasil, atualmente, o SJMR atua em sete estados: Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Salvador (BA). 

Informações para a imprensa:

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SJMR

Núcleo de Comunicação - comunicacao@sjmrbrasil.org

 

Pesquisa revela que 66% dos jovens que estão no ensino médio e médio técnico preferem aulas presenciais

No ensino superior, o levantamento do Espro aponta predileção de 52% dos jovens pelo ensino remoto ou híbrido

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante) apresenta o resultado da mais recente  onda da sua Pesquisa Jovem Covid-19, o maior levantamento do país sobre o impacto da pandemia na vida profissional, acadêmica, pessoal e emocional dos jovens brasileiros entre 15 e 24 anos. Nesta edição, a nona desde o início da série, 51% dos jovens respondentes, que estão no ensino médio, tiveram uma experiência negativa estudando remotamente. No ensino médio técnico houve empate: 42% dos estudantes consideraram a experiência negativa e 42%, positiva. Ao contrário dos que cursam o ensino médio e médio técnico, a experiência em estudar em formato EaD foi positiva para 55% dos jovens que estão no ensino superior.

A Pesquisa Jovem Covid-19 teve início em abril de 2020 e coletou mais de 22 mil respostas na somatória das nove ondas. A edição atual ouviu 1.006 jovens, com idades entre 15 e 24 anos que são ou já foram aprendizes do Espro, nos meses de abril e maio de 2022. O índice de confiabilidade é de 95% e a margem de erro é de 3%.

Na 1ª onda, 75% dos adolescentes e jovens tiveram aulas no formato de EAD; na 7ª, período mais letal da pandemia no Brasil, esse número atingiu 85%; e hoje, apenas 23% seguem estudando de casa. Em relação às aulas presenciais, entre a 1ª e  5ª ondas, o patamar foi zero. Na oitava onda, 30% dos adolescentes e jovens haviam retomado as aulas presencialmente e agora, o número dobrou: 60%.

“Com o avanço da vacinação e a retomada das atividades presenciais, os jovens estão retomando sua caminhada acadêmica e profissional de forma mais intensa. Na mesma medida, eles estão mantendo os cuidados de higiene  para evitar contágio, como o uso de máscara (84%), uso de álcool em gel (91%), lavar as mãos com frequência (88%) e manter o distanciamento social (41%). Isso mostra como os jovens têm consciência de que a pandemia não acabou e que tais cuidados são importantes para preservar a saúde deles e de seus familiares”, ressalta Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Home Office e Desemprego

Se nos estudos a experiência remota foi negativa, para os jovens respondentes da pesquisa, que trabalham em home office, a experiência foi positiva para 78%.

Em relação aos jovens, que tiveram essa experiência, 68% preferem que sua jornada de trabalho seja inteiramente remota (home office) ou híbrida. Contudo, essa realidade está mais distante dos jovens e famílias em situação de baixa renda. 

Outro ponto que merece destaque é que, possivelmente, muitos desses jovens passaram a atuar como arrimo de família durante a pandemia, tendo sua remuneração como a única ou a principal fonte de renda.

Segundo a pesquisa, quanto menor a renda familiar do adolescente ou jovem, maior a probabilidade de trabalhar presencialmente durante a pandemia. Quanto maior a renda, maior a porcentagem de adolescentes e jovens que podem trabalhar no formato híbrido.

Para aqueles que possuem renda familiar de 1 a 2 salários mínimos, a chance de rodízio entre trabalho presencial e remoto é de apenas 5%. Enquanto isso, para aqueles que têm renda de 4 ou mais salários mínimos, o trabalho híbrido acontece em 17% dos casos.

O levantamento também mostrou que as famílias em situação de baixa renda foram as que mais sofreram com perda de renda e emprego durante a pandemia. Na faixa de até 1 salário mínimo, 16% dos jovens perderam o emprego e 37% tiveram algum familiar que ficou desempregado. Além disso, 26% admitiram que algum familiar teve queda na renda. Por conta dessa situação, 73% dos jovens com renda de até um salário mínimo afirmaram que algum familiar recorreu a auxílios para completar a renda da família.

No âmbito geral, a perda de emprego entre os jovens na série histórica foi de 3% na primeira onda para 7% na onda atual. O maior valor foi 8% na oitava onda (nov/2021). Dentre os familiares, a porcentagem de quem perdeu o trabalho começou em 10% na primeira onda, atingiu 21% na sétima e oitava ondas e chegou a 22% nesta.

Sentimentos

Apesar do avanço da vacinação entre as crianças e adolescentes, doses de reforço para os mais idosos e queda considerável no número de mortes, a pesquisa mostrou que a maioria dos jovens continuam estressados, cansados e desanimados.

Em abril de 2020, 89% deles estavam mais ansiosos que o normal. Dois anos depois, o resultado subiu 4 pontos percentuais, atingindo 93%. 

Sobre o desânimo, a primeira onda apontou um percentual de 88%, que foi caindo gradativamente até a quinta onda, atingindo o menor valor da série histórica: 79%. Porém, os valores voltaram a subir a partir da sexta onda e, na atual, 85% dos adolescentes e jovens estão mais desanimados que o normal.

Os adolescentes e jovens também estão mais estressados que o normal. Nas últimas três ondas, os valores bateram os maiores patamares: 78% na sétima, 79% na oitava e 80% na nona onda.

Metodologia

A Pesquisa Jovem Covid-19 tem como objetivo mapear o comportamento de adolescentes e jovens brasileiros frente à pandemia, transformando-se em uma poderosa ferramenta do Espro no aprimoramento de suas políticas de capacitação e inserção dessa parcela da população no mundo do trabalho.

Para isso, a pesquisa mede, desde o início da pandemia, os diferentes aspectos da vida dos adolescentes e jovens brasileiros entre 15 e 24 anos. Entre os temas abordados estão informações e preocupações com a Covid-19, medidas de proteção utilizadas, bem-estar, emprego, comportamento familiar e estudos. 

 

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

Informações para a imprensa:

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Jovens aprendizes buscam independência financeira aliada ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal

Estudo do Espro aponta ainda que 85% dos adolescentes e jovens sentem que o programa de socioaprendizagem da entidade gerou transformação em suas vidas

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante) divulga os resultados de sua mais recente Pesquisa de Satisfação Jovem, levantamento feito para entender as principais aspirações, opiniões e necessidades dos jovens que passam pelo programa de aprendizagem do Espro. Nesta edição, as principais aspirações para o futuro dos adolescentes e jovens são ter a independência financeira (86%), conquistar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional (75%) e comprar a casa própria (74%).

A Pesquisa Satisfação Jovem 2022 ouviu 4.424 adolescentes e jovens, com idades entre 14 e 23 anos, que estão ou passaram pelo programa de socioapredizagem do Espro. As consultas, feitas por meio de questionário online, ocorreram de fevereiro a abril deste ano. O índice de confiabilidade é de 99% e a margem de erro é de 2%.

Ao fazer o recorte em relação à situação de vulnerabilidade dos entrevistados, ter independência financeira é uma aspiração para 90% dos adolescentes e jovens em baixa vulnerabilidade social, para 85% daqueles em média vulnerabilidade e 83% para alta. O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional corresponde a 73% para quem está em situação de alta vulnerabilidade e 75% para média e baixa. Sobre comprar a casa própria, é uma aspiração para 72%  dos entrevistados em situação de baixa vulnerabilidade, 73% dos em  média e 76% dos em alta.

Este recorte foi feito utilizando o Índice de Vulnerabilidade Espro (IVE), o primeiro indicador que mede o grau de vulnerabilidade do jovem.

“Por meio da pesquisa, pudemos perceber que os jovens estão muito engajados em construir uma carreira profissional sólida e a socioaprendizagem dá as ferramentas necessárias para que eles criem a base que sustentará suas relações profissionais e até pessoais. Um ponto importante para destacar é a consciência desses jovens em encontrar o equilíbrio entre o trabalho e o lazer”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Importância da Lei de Aprendizagem

Para 73% dos adolescentes e jovens que participaram do Programa de Socioaprendizagem do Espro, houve melhora na qualidade de vida familiar. Aliado a isso, 65% admitem melhora no seu desempenho escolar, 85% afirmam que o programa de  socioaprendizagem gerou transformação em suas vidas e 94% se sentem pessoas mais responsáveis.

O desenvolvimento pessoal é algo percebido por 94% dos aprendizes. A percepção de que é possível realizar seus sonhos e ser protagonista da sua própria história é compartilhada respectivamente por 86% e 88% dos entrevistados.

Sobre o IVE

O Índice de Vulnerabilidade Espro (IVE) é o indicador que mede o grau de vulnerabilidade do jovem. A criação do IVE tem como objetivo apoiar a triagem dos jovens selecionados e servir de base para pesquisas de mensuração de impacto das ações do Espro.

O desenvolvimento do IVE tem referência em organismos e instituições nacionais e internacionais, como o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização das Nações Unidas (ONU), somado aos 43 anos de conhecimento acumulado e produzido pelo Espro sobre o tema.

 

O IVE está assentado, inicialmente, em três dimensões: perfil identitário, renda e escolaridade, divididas em nove critérios-base: 1. identidade de gênero; 2. etnia; 3. orientação sexual; 4. renda familiar; 5. escolaridade da mãe e/ou responsável; 6. fonte de renda; 7. beneficiário de políticas públicas; 8. rede de ensino e, 9. condições do domicílio. Para cada critério foram atribuídos pesos que geram pontuações, sendo a máxima de 33 pontos. Quanto maior a pontuação, maior a vulnerabilidade do jovem a partir da seguinte escala: entre 0 e 3: baixa vulnerabilidade; entre 4 e 10, média vulnerabilidade; entre 11 e 24, alta vulnerabilidade e, entre 25 e 33, altíssima vulnerabilidade. Ele foi aplicado pela primeira vez na Pesquisa de Empregabilidade 2022.

 

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

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Cinco dicas do Espro para os jovens conseguirem estágio nesta época de maior oferta de vagas

Meio do ano amplia as oportunidades para o primeiro emprego. Criatividade e flexibilidade são fatores cada vez mais valorizados pelos recrutadores

 

O mercado de trabalho costuma aquecer ou esfriar, ao longo do ano, devido a uma série de fatores. Datas comemorativas como o Natal e a Páscoa, por exemplo, impulsionam o aumento da oferta de vagas temporárias. O meio do ano, por sua vez, é marcado por uma alta nas oportunidades de estágio: nessa época, boa parte dos contratos vencem, estagiários tendem a ser efetivados ou desligados e muitos jovens se formam, transitando para o mercado de trainees. A procura pela primeira experiência profissional também cresce devido à conclusão do período letivo.

“Para muitos jovens, o estágio representa não apenas a oportunidade de conquistar uma experiência profissional remunerada, mas também colocar em prática as competências e habilidades adquiridas ao longo de sua formação  e dar um passo importante para a conquista da autonomia e de protagonismo”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro (Ensino Social Profissionalizante), associação filantrópica que há mais de 40 anos ajuda a incluir jovens no mundo do trabalho.

Conseguir um estágio, contudo, não é uma tarefa fácil. Segundo o mais recente levantamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o Brasil tem 8.680.945 estudantes matriculados no ensino superior, distribuídos em 2.457 instituições. Em 2020, os 10 cursos que mais tiveram calouros, totalizaram juntos 1.686.047 discentes. Essa concorrência intensa torna essencial o preparo dos candidatos. Mas o que eles podem fazer para sobressair nos processos de seleção? O Espro dá cinco dicas:

Manter o radar ligado

Muitas empresas divulgam vagas de estágio no LinkedIn e em outras redes sociais. Por isso, é importante o jovem ter conta nas principais plataformas, preencher seu perfil com o máximo possível de informações e ficar atento a notificações de oportunidades. O candidato também pode acompanhar o noticiário sobre empregos e aderir a plataformas digitais de recrutamento. O Espro disponibiliza gratuitamente uma plataforma  em que os jovens podem se cadastrar e se preparar com a ajuda de recursos de gamificação, facilitando a procura de candidatos por empresas de variados segmentos de atuação e localização no país. Lembre-se de manter seus dados sempre atualizados nas redes sociais e nas plataformas como a do Espro.

Imersão no Mundo 4.0

A transformação digital do trabalho foi acelerada nos últimos dois anos. Mais e mais, as empresas estão implantando modelos híbridos (presencial e remoto) ou até 100% online. Ganham pontos os candidatos antenados com essa tendência, que sabem  lidar com tecnologias de trabalho em nuvem, videoconferência e trabalho em equipe. As empresas cada vez mais adotam jornadas de trabalho flexíveis, nas quais a atitude é o que importa – e não o mero cumprimento de uma carga horária.

Lição de casa feita

Mostrar ao recrutador que você buscou informações sobre a empresa contratante faz grande diferença. É um ótimo cartão de visitas, pois demonstra curiosidade e interesse do candidato. O site e as redes sociais da empresa são ótimas fontes de informação, além de matérias que eventualmente já saíram no noticiário. Convém entender o que ela faz, como é o seu mercado, qual sua origem, quem são as pessoas-chave. Também vale a pena verificar avaliações de estagiários e colaboradores sobre suas experiências na organização. 

Sintonia com os principais requisitos

O sonho de toda empresa  é contar com profissionais com competências multidisciplinares, cultura digital sólida, consciência da sua responsabilidade social e com criatividade e capacidade de colaborar para solucionar problemas. Por isso, são cada vez mais valorizados os jovens que buscam diversificar as aprendizagens e experiências. No currículo, é importante listar valiosas  habilidades complementares que o jovem nem percebe possuir, como a concentração se ele joga xadrez, o trabalho em equipe se ele pratica algum esporte coletivo, a sensibilidade se ele toca algum instrumento, entre outras competências muito importantes já desenvolvidas e não destacadas. Não convém, entretanto, manifestar eventuais preferências político-partidárias.

Entrevistas ensaiadas

Ao buscar informações sobre dicas para irem bem em entrevistas de emprego, muito provavelmente os jovens toparão com recomendações sobre pontualidade, evitar cruzar os braços ou bocejar, procurar não balançar a perna ou desviar o olhar do recrutador. Mas é natural bater ansiedade ou nervosismo durante uma conversa com recrutadores. Uma prática que pode ajudar a melhorar o desempenho é a realização de ensaios de entrevistas. Amigos, familiares e colegas podem fazer o papel do interlocutor, fazendo perguntas típicas. Em processos de seleção, algumas empresas também costumam aplicar testes de preferências comportamentais. Aqui vale lembrar que nesse tipo de teste não existe resposta certa ou errada. Ele simplesmente identificará o seu perfil. 

 

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

 

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Jovens aprendizes em situação de alta vulnerabilidade social enfrentam dificuldades na  efetivação e buscam por recolocação, aponta estudo

Pesquisa de empregabilidade, feita com base no Índice de Vulnerabilidade do Espro (IVE), revela o grau de vulnerabilidade dos jovens atendidos pela entidade no mercado 

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante) apresenta sua Pesquisa Anual de Empregabilidade, levantamento realizado com objetivo de identificar a taxa de efetivação dos jovens que passaram pelos programas de Formação do Mundo do Trabalho (FMT) e/ou Jovem Aprendiz da entidade. Nesta edição, 59% dos ex-aprendizes do Espro, com idade entre 17 e 24 anos, estão ocupados, sendo 52% empregados na CLT, 6% na informalidade e 1% no funcionalismo público. Entre os 41% de jovens que não estão trabalhando, 96% procuram recolocação. 

Quando é feito o recorte dos dados em relação ao grau de vulnerabilidade, os índices de efetivação dos jovens aprendizes são discrepantes. Pouco mais da metade dos jovens em situação de alta vulnerabilidade, 52% foram efetivados em 2021. Para aqueles que estão em média e baixa vulnerabilidade, os índices foram de 60% e 78%, respectivamente.

A taxa de desemprego daqueles que estão em situação de alta vulnerabilidade é de 48%, mais que o dobro se comparada àqueles em baixa vulnerabilidade, de 22%. A diferença também é considerável na empregabilidade formal. Enquanto 43% dos jovens em situação de alta vulnerabilidade social estão empregados formalmente, esse número chega a 72% para aqueles em baixa vulnerabilidade.

Para o superintendente executivo do Espro, Alessandro Saade, o desinteresse das empresas em investir e efetivar o aprendiz após o término do contrato de aprendizagem previsto em lei, corrobora com a desigualdade e o elevado índice de desemprego dos jovens.

“Só no banco de talentos do Espro, existem 500 mil jovens esperando sua primeira chance no mercado de trabalho. Porém, com a crise econômica, social e sanitária gerada pela pandemia, as empresas ficaram mais resistentes em contratar jovens aprendizes. Vale destacar que são mais de quatro milhões de jovens beneficiados com o primeiro emprego em seus 20 anos de existência, o que equivale a quatro milhões de famílias que tiveram uma nova perspectiva de vida por meio de seus jovens. Acredito que a melhor maneira de conscientizar as empresas é mostrar como elas contribuem de maneira significativa para a vida destes jovens e suas famílias e, consequentemente, para a sociedade, ao dar a oportunidade”. 

Motivos 

Na pesquisa, os jovens foram questionados sobre os motivos para estarem desempregados. Não ter a experiência solicitada pelos recrutadores foi   considerado o maior deles, com 38%; perderam o emprego durante a pandemia e não conseguiram se realocar, 20%; acreditam que existam pessoas mais qualificadas no mercado, 18%; não encontram vagas, 14%; o horário de estudo conflitante com o horário da vaga, 11%; e as vagas ficam longe de casa, 10%.

IVE

O Índice de Vulnerabilidade Espro é um padrão inédito de critérios para aferir a vulnerabilidade social de adolescentes e jovens brasileiros. Foram definidos nove critérios-base para sua criação: orientação de gênero, raça, orientação sexual, renda familiar, escolaridade da mãe e/ou responsável, fonte de renda, beneficiário de políticas públicas, rede de ensino e condições do domicílio.

O IVE tem como objetivo identificar quais jovens necessitam da ação da entidade com mais urgência, além de  aferir os impactos da associação filantrópica na vida dos aprendizes sob sua responsabilidade, em termos de melhorias de suas condições socioeconômicas. 

Na Pesquisa de Empregabilidade 2022, foi possível constatar  que a maioria dos jovens que responderam são mulheres (73%), negras  (57%), dividem a casa com mais duas pessoas (26%) e têm renda familiar de até 2 salários mínimos (61%). 

Metodologia

São mais de 6 mil respostas na soma de todas as edições e na atual,  649 jovens, com idades entre 17 e 24 anos, que foram aprendizes do Espro, responderam a pesquisa. O índice de confiabilidade é de 95% e a margem de erro é de 3,5%.

A Pesquisa de Empregabilidade tem como objetivo saber o encaminhamento que o jovem deu à sua vida, tanto em relação ao trabalho como aos estudos, após passar pelos cursos, programas e projetos do Espro, e entender como a entidade pode melhorar seus processos para melhor atender o jovem e aumentar seu impacto social. .

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

Informações para a imprensa:

2PRÓ Comunicação

Carolina Mendes - imprensa.espro@espro.org.br

Isaac Toledo – isaac.toledo@2pro.com.br

Telefone: (11) 9-8360-7748

Espro, em parceria com a LEROY MERLIN, leva projeto de formação profissional até o bairro da Brasilândia, em São Paulo

Projeto tem o objetivo de capacitar jovens de 17 a 22 anos que vivem em situação de vulnerabilidade social no bairro

 

O Espro (Ensino Social Profissionalizante), associação filantrópica que há mais de 40 anos ajuda a inserir  adolescentes e jovens no mundo do trabalho, inicia um novo projeto de formação profissional em parceria com a LEROY MERLIN, uma das maiores redes de varejo do Brasil focada em melhorias para o lar. A iniciativa tem como objetivo capacitar jovens em situação de vulnerabilidade social, de 17 a 22 anos de idade, residentes no bairro da Brasilândia. 

O projeto tem foco em conteúdos específicos sobre o  segmento do varejo, com o desenvolvimento de soft skills, como inteligência emocional, comunicação eficaz, resolução de problemas, resiliência, empatia e colaboração. Também serão trabalhados questões como o empreendedorismo pela orientação à formalização de negócios por meio da abertura de MEI (microempreendedor individual). 

A capacitação é realizada com os jovens por meio de um curso gratuito do Projeto Formar. Serão aulas em formato híbrido, com 120 horas de ensino a distância e 32 horas presenciais, totalizando 152 horas de conteúdo. A primeira turma começou as atividades no dia 1º de junho, com a participação de 30 jovens. 

Para os treinamentos em formato EAD, são disponibilizados tablets com chips e plano de internet, viabilizando o acesso digital e estimulando a permanência de todos os alunos no curso. As aulas e o acompanhamento social dos alunos são realizados pelo Espro.

No Módulo de Atividades Práticas, os jovens terão 32 horas de imersão diretamente na unidade da LEROY MERLIN localizada na Marginal Tietê, onde vão aprender sobre a estrutura, cultura organizacional da empresa, mercado do varejo e o funcionamento da loja no dia a dia. 

"A loja do Tietê é a nossa maior loja e a escolhemos com a finalidade de oferecer empregabilidade para a população do entorno, como é o caso da Brasilândia. Acreditamos que a educação muda a vida das pessoas e é nossa obrigação oferecer essa oportunidade. Queremos que este projeto com o Espro seja apenas o primeiro”, conta Andressa Borba, diretora de Desenvolvimento Sustentável da LEROY MERLIN.

Os alunos também terão conversas e vivências com colaboradores de diversos setores, proporcionando engajamento direto das equipes da loja na iniciativa e integrando-os à formação dos jovens participantes. As famílias dos adolescentes e jovens também possuem oportunidade de atendimento por meio de oficinas de geração de renda e encontros de fortalecimento de vínculos familiares. 

União entre responsabilidade e compromisso social

Ao final de cada turma, a expectativa é ampliar a empregabilidade dos jovens na região, fortalecer o vínculo familiar e comunitário e que após concluírem o curso, sejam encaminhados para participação de processo seletivo nas unidades da LEROY MERLIN.

“Segundo o Mapa de Desigualdade da Rede Nossa São Paulo, entre os 96 distritos da cidade de São Paulo, a Brasilândia aparece entre os 10 piores, levando em consideração critérios como trabalho e renda, habitação, educação, saúde, direitos humanos e mobilidade. A parceria com a LEROY MERLIN busca melhorar a qualificação profissional de seus moradores e, consequentemente, a qualidade de vida no bairro”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho. 

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

Sobre a Leroy Merlin

Há 23 anos no Brasil, a LEROY MERLIN é reconhecida como uma das mais importantes redes de varejo. A marca é parte integrante do Grupo ADEO, terceiro maior do setor de materiais de construção no mundo, e está presente em 12 estados brasileiros. São 44 Lojas em grandes formatos, duas unidades no modelo express que oferecem diversos serviços e mais de 100 mil itens para soluções completas do lar, divididos em 15 seções:  materiais de construção, madeiras, elétrica, ferramentas, cerâmica, sanitários, encanamentos, jardim, ferragens, organização, pintura, decoração, pisos laminados e vinílicos, iluminação e cozinhas. Além disso, a LEROY MERLIN possui marcas exclusivas com o objetivo de trazer sempre os melhores produtos do mercado. 

A empresa tem uma estratégia omnicanal, atuando em lojas físicas – agora também no formato Express - e plataformas digitais, como e-commerce, marketplace, televendas, WhatsApp e aplicativo. Pensando nas diferentes formas de pagamento criou o cartão Celebre!, além do Programa de Fidelidade LEROY MERLIN Com Você que traz vantagens exclusivas para os membros participantes. 

A marca tem como pilar central o desenvolvimento responsável e por essa razão, 23 Lojas possuem a certificação AQUA (Alta Qualidade Ambiental), voltada para construções sustentáveis. Também idealizou vários projetos sociais, financeiros e ambientais, como: Construir e Sustentar, Inovadoria, papel Pintor, Ecobags AACD, OrganiCO2 e Projeto Póstera.

Além disso, a LEROY MERLIN conquistou o título de uma das melhores empresas para trabalhar do mercado varejista brasileiro, segundo o ranking anual Great Place to Work Brasil.

Informações para imprensa:

leroymerlin@maquinacohnwolfe.com

Thayná Madruli – (11) 94133-3898

Giovanna Celestini – (11) 99332-3630

Alice Camargo – (11) 95053-0202

Informações para a imprensa – Espro

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Espro oferece novo curso gratuito de capacitação, por aplicativo de mensagens, a jovens da Comunidade São Pedro

FMT 4.0 vai difundir competências exigidas pelo mercado de trabalho entre moradores de região de alta vulnerabilidade social na capital capixaba

 

A partir de julho, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) passa a oferecer gratuitamente a adolescentes e jovens da Comunidade São Pedro, em Vitória, o FMT 4.0, mais nova modalidade do seu Projeto de Formação para o Mundo do Trabalho (FMT). Trata-se de um curso de capacitação 100% baseado em aplicativo de mensagens instantâneas, lançado este ano com pioneirismo no cenário brasileiro para ingresso no mercado de trabalho. 

O FMT 4.0 é gratuito e voltado ao público na faixa de 18 a 22 anos de idade, proporcionando aulas sobre indústria 4.0, comunicação 4.0 e noções básicas de tecnologia da informação, entre outros tópicos cada vez mais requisitados e valorizados no mercado de trabalho. 

“Além disso, o curso procura promover o desenvolvimento de competências e valores como senso crítico, empreendedorismo, autonomia e responsabilidade na vida comunitária. E o que é fundamental: falando a língua dos jovens nativos digitais, que não desgrudam dos smartphones, dos apps de mensagens e das redes sociais”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

 

Possibilidades ampliadas

A Comunidade São Pedro já foi chamada de “Lugar de toda pobreza”, por ter abrigado no passado um lixão que recebia diariamente mais de 300 toneladas de lixo domiciliar e hospitalar. Hoje, esse território inclui 10 bairros e mais de 30 mil moradores, muitos deles em situação de vulnerabilidade social.

A seleção de participantes para o FMT 4.0 é feita pelo polo do Espro na capital capixaba, em parceria com o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), órgão da Secretaria de Trabalho, Assistência e Desenvolvimento Social do Governo do Espírito Santo. 

“Os jovens da Comunidade São Pedro demonstram um interesse crescente pelas nossas iniciativas. Durante a pandemia, disponibilizamos tablets com plano de internet para que eles pudessem prosseguir no FMT por meio de uma plataforma online. Agora, o novo curso por aplicativo de mensagem, aliado à retomada do curso presencial, amplia ainda mais as nossas condições de atendimento”, comenta Flávio Leite, gerente regional do Espro responsável pelos estados do Espírito Santo e Rio de Janeiro. 

 

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social.

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais, englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho.

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

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Levantamento sobre menstruação e sexualidade mostra que jovens estão abertos a aprender sobre o assunto

 

  • Os dados coletados são do Projeto Novo Ciclo, uma iniciativa do Espro em parceria com a Inciclo para combater a pobreza menstrual.

 

  • 92% dos mais de 4 mil jovens que participaram da oficina e responderam ao questionário consideram a ação importante para pessoas que não menstruam.

 

  • Após participarem da oficina, 86% dos jovens se sentem confortáveis para falar sobre menstruação com familiares e amigos.

 

 

A pobreza menstrual não é um problema vivenciado apenas por mulheres cisgênero. Os homens trans, as pessoas não binárias e as pessoas intersexo também sofrem com isso. Para 89% dos mais de 4,2 mil adolescentes e jovens, com idades entre 15 e 23 anos, que participaram da 2ª Oficina Menstruação um Papo para Fluir, os conteúdos apresentados são úteis no dia a dia e 86% afirmaram que irão compartilhar as informações com familiares e amigos.

A oficina faz parte do Projeto Novo Ciclo, uma parceria entre o Espro e a Inciclo para difundir no Brasil o conceito de dignidade menstrual. Mais de 9,5 mil jovens participaram desta edição.

Para 92% desses jovens, as informações passadas no encontro são igualmente importantes para aqueles que não menstruam, chamados de aliados.Também acreditam que o acesso aos  coletores menstruais contribui para o combate à vulnerabilidade social. Da mesma forma, 96% também consideram que os coletores são importantes para o meio ambiente.

“Ainda existe muita desinformação sobre menstruação e sexualidade, temas cercados historicamente por conotações negativas e constrangedoras, além do preconceito. Mas as novas gerações estão mais dispostas a debater o assunto  e a procurar esclarecimento. É nossa responsabilidade oferecer conteúdo fundamentado e relevante sobre o tema”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Para a CEO e fundadora da Inciclo, Mariana Betioli, o combate à pobreza menstrual tem dois pilares como base. “Para realmente evoluirmos em direção ao combate da pobreza menstrual, temos sempre que incluir dois pilares importantes: a educação, como ferramenta de autoconhecimento e desmistificação de tabus, e a inclusão de produtos reutilizáveis para menstruação como o coletor menstrual.”

O curso e a pesquisa

Desenvolvida para atender jovens aprendizes de todo o país, a maioria em situação de vulnerabilidade social, a Oficina Menstruação: um Papo para Fluir é uma capacitação gratuita, que disponibiliza lives, podcasts e uma websérie publicada nas redes sociais e no YouTube. Em 2022, a previsão é chegar a mais de 15 mil jovens participantes.

A pesquisa da segunda oficina do projeto foi realizada entre novembro de 2021 e abril de 2022, por meio de questionário online. No total, 4.282 adolescentes e jovens completaram a pesquisa, que tem índice de confiabilidade de 95% e margem de erro de 1%.

 

Sobre o Espro

Há mais de 40 anos, o Espro (Ensino Social Profissionalizante) trabalha para inserir no mercado de trabalho adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, por meio da socioaprendizagem. A instituição tem como objetivo auxiliar esses profissionais a serem protagonistas da construção de uma sociedade mais inclusiva, bem como apoiar suas famílias e comunidades, seja por meio de projetos de capacitação ou assistência social .

Em sua trajetória, o Espro encaminhou mais de 430 mil adolescentes e jovens para processos seletivos ou para sua primeira oportunidade no mundo do trabalho. Além disso, realizou 1 milhão de atendimentos sociais,  englobando visitas domiciliares, acompanhamentos psicológicos, visitas técnicas, oficinas de geração de renda, encaminhamentos para a rede de apoio e outras iniciativas para desenvolver e melhorar a jornada dos jovens.

A associação filantrópica está presente em todo o território nacional, com filiais e polos em 16 estados, alcançando 2.202 municípios e capacitando anualmente mais de 20 mil jovens por meio dos Programas Jovem Aprendiz e Formação para o Mundo do Trabalho. 

Quem busca o primeiro emprego pode acessar o site do Espro. As empresas interessadas em contratar jovens e contribuir com a missão de construir uma sociedade mais inclusiva encontram mais informações e contatos aqui.

 

Sobre a Inciclo

 

A Inciclo é uma empresa pioneira no mercado brasileiro de venda e fabricação de coletores menstruais. Com 11 anos de atuação, a empresa se dedica a trazer para as mulheres não só produtos para que elas tenham mais liberdade para fazerem o que quiser no dia a dia, mas também muita informação para quebrar tabus relacionados a assuntos femininos que deveriam ser tratados com mais naturalidade, como a menstruação, autoconhecimento, saúde íntima e sexualidade.


Mariana Betioli, fundadora da marca, afirma que o propósito da Inciclo continua o mesmo desde sua criação: incentivar que as mulheres façam as pazes com o próprio corpo e seus ciclos menstruais. Atualmente, o portfólio da empresa inclui produtos como Coletor Menstrual, Lovin Disco Menstrual, Calcinhas Absorventes, Absorvente Reutilizável, Linha Maternidade e Linha Intera (Incontinência Urinária). Mais detalhes no site da Inciclo


Informações para a imprensa – Espro

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