Consideramos justa toda forma de amor

Consideramos justa toda forma de amor

Hoje dia 28 de junho é O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ ou simplesmente o Dia do Orgulho Gay, essa data é comemorada anualmente e mundialmente, com o principal objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia/LGBTFobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e igualitária, independente da orientação sexual.

O Dia do Orgulho LGBTQIA+ foi criado em homenagem a um dos episódios mais marcantes na luta da comunidade gay pelos seus direitos: a Rebelião de Stonewall Inn.

Em 1969, esta data marcou a revolta da comunidade LGBTQIA+ contra uma série de invasões da polícia de Nova York aos bares que eram frequentados por homossexuais, que eram presos e sofriam represálias por parte das autoridades.

A partir deste acontecimento foram organizados vários protestos em favor dos direitos dos homossexuais por várias cidades norte-americanas.

A 1ª Parada do Orgulho Gay foi organizada no ano seguinte (1970), para lembrar e fortalecer o movimento de luta contra o preconceito.

A Revolta de Stonewall Inn é tida como o “marco zero” do movimento de igualdade civil dos homossexuais no século XX.

Desde 2019, a homofobia/LGBTFobia é criminalizada no Brasil. A determinação está atrelada à Lei de Racismo (7716/89).

Ser diferente é normal!

Ser diferente é normal!

No dia 21 de maio é o dia da diversidade cultural, o objetivo desta data é cultivar a compreensão da riqueza e importância da diversidade cultural, assim como incentivar o respeito pelo outro.

A diversidade social e cultural é um conceito que serve para mostrar que as pessoas são diferentes em termos de gênero, orientação sexual, classe social, raça e etnia, religião, entre outros aspectos.

São as diferenças que nos tornam únicos e que fazem a sociedade ser tão rica. Cada um tem uma forma, um jeito, maneiras de se expressar, sotaques e não há problema algum nisso, aqui no Espro, diversidade e inclusão serão temas frequentes, pois queremos ter um ambiente favorável, que promova a boa convivência entre todos e uma troca de experiências. Muitas vezes, passamos mais tempo com nossos colegas de trabalho do que com nossos amigos e familiares, promover um ambiente aberto e respeitoso é benéfico para todos!

Quando pensamos em diversidade, estamos falando sobre a importância de respeitar a pluralidade. Afinal, é a partir do respeito que podemos criar um mundo mais justo.

Viva a diversidade! heart

Dia Nacional da Educação para Surdos e Dia Nacional Da Língua Brasileira de Sinais

Dia Nacional da Educação para Surdos e Dia Nacional Da Língua Brasileira de Sinais

A diversidade e inclusão é um tema que estamos nos atualizando com o intuito de enfatizar as lutas e celebrar as conquistas.

No dia 23 é o Dia Nacional da Educação para Surdos e dia 24 de abril é o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais, datas com muitos significados. São conquistas na vida de muitas pessoas que buscam reconhecimento e aceitação, incluindo o direito de aprender e ensinar da comunidade surda, de inclusão no mercado de trabalho e qualidade de vida.

Que tal aproveitar essa data tão importante e começar a fazer a INCLUSÃO com as próprias mãos? Estamos falando de uma linguagem de amor universal, a linguagem de Libras.

Segundo o IBGE, temos mais de 10 milhões de pessoas com deficiências auditivas, ou seja, mais de 5% da população é surda só no Brasil, no mundo essa população saltou para 500 milhões de surdos de acordo com a Organização Mundial da Saúde - OMS.

Por isso, a inclusão é o caminho para sua capacitação, convivência com as pessoas e para a conquista de sua independência. Mas para isso precisamos vencer alguns desafios.

Você sabia?

De acordo com a pesquisa do Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda, apenas 7% dos surdos têm curso superior, só 15% completaram o ensino médio, 46% o fundamental e 32% não possuem escolaridade nenhuma.

Que essa data seja o início de uma transformação que precisamos tanto!

Fonte: Fonte: Instituto Locomotiva e Semana da Acessibilidade Surda, IBGE e OMS

02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Todo dia 02 de abril é lembrado como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, a data foi definida pela ONU (organização das nações unidas) desde 2007. 

O dia é voltado para a conscientização da sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é um transtorno que se caracteriza, entre outras manifestações, por dificuldade de interação social e presença de comportamentos repetitivos. Apresenta diferentes graus, classificados de leve à grave.

Há alguns anos, falar sobre autismo no mercado de trabalho ainda poderia ser encarado como um tabu. Já que a falta de informação e também o preconceito poderia levar os empregadores a acreditarem que um autista não tem a mesma capacidade de realizar tarefas sob pressão, ou então, que seria impossível para eles criarem relacionamentos favoráveis às atividades das empresas.

Mas, assim como a tecnologia evoluiu, as formas de organização dentro das corporações fizeram surgir novas possibilidades. 

Uma ótima forma de entender mais sobre a realidade de pessoas autistas é se colocando em seu lugar e vendo como eles enfrentam as situações e desafios do dia a dia. 

Por isso, separamos uma lista com 05 séries e filmes sobre autismo para você assistir.

  1. Farol das Orcas (2017)

Na paisagem da Península de Valdés, na Patagônia, Agustin é levado pela sua mãe para conhecer as orcas. Sua esperança é de que os animais ajudem o seu filho a encontrar suas emoções e melhorar um quadro severo de autismo. 

Farol das Orcas é baseado em uma história real do biólogo argentino Roberto Bubas, que escreveu o livro “Agustin corazon abierto”. Inclusive, Agustin hoje tem 25 anos e trabalha como artista plástico. 

  1. Em um mundo interior (2018)

Este documentário é o primeiro longa-metragem brasileiro que fala estritamente sobre o autismo. Ele foi criado para desconstruir estereótipos sobre as nossas expectativas do que é ser autista. 

A principal questão abordada é “eu queria que meu filho que”, ou seja, como os pais vivem um luto sobre o que idealizaram para como seus filhos seriam. O filme conta a história de sete famílias com crianças e adolescentes entre 3 a 18 anos. 

Cada família vem de diferentes classes sociais e regiões do país. Assim, conseguimos ter uma forte perspectiva da inclusão e entender que cada pessoa com autismo é diferente da outra. 

  1. Temple Grandin (2010)

Nos filmes sobre autismo, este foi premiado no Emmy e Globo de Ouro e conta a história de uma cientista norte-americana interpretada por Claire Danes. Baseada em uma história real, ela supera diversos desafios em uma época em que o TEA ainda não era muito conhecido. 

Além de estudar na faculdade, Temple Grandin fez um doutorado e revolucionou o manuseio do gado com técnicas que tiveram um grande impacto na indústria pecuária dos Estados Unidos. 

  1. Tão forte e tão perto (2012)

Indicado ao Oscar de melhor filme, esta é uma ótima opção para quem gosta de se emocionar. Estrelado por Tom Hanks e Sandra Bullock, conta a história de um menino de 9 anos chamado Oskar que perdeu o pai no ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. 

O garoto tem sintomas de autismo leve e encontra uma chave misteriosa, acreditando que seu pai deixou uma mensagem. Assim, começa uma grande aventura para nunca mais esquecer. 

  1. Atypical (2019)

Para encerrar a lista, escolhemos uma série da plataforma de streaming Netflix que conquistou o público. Com três temporadas, ela mostra as peculiaridades de viver com autismo de uma forma leve e com humor. 

Ela acompanha a vida de Sam, um jovem autista que está em busca de uma namorada, sua mãe superprotetora e uma família que passa por vários conflitos. É a escolha ideal para aproveitar o fim de semana!

Fonte das indicações dos filmes jornada.Edu 

Dia Nacional da Visibilidade Trans

Dia Nacional da Visibilidade Trans

No dia 29 de janeiro comemora-se o Dia da Visibilidade Trans no Brasil. Esta data foi criada em 2004 com o intuito de promover reflexões e estimular o desenvolvimento de políticas públicas que garantam o respeito à população trans. Muitas vezes, esse público se encontra em condições de vulnerabilidade e a promoção de sua inclusão social, com garantia de todos seus direitos, incluindo acesso à educação, saúde e trabalho.

Apesar de todas as conquistas obtidas, a transfobia, a falta de oportunidades, a rejeição e a impunidade para atos violentos contra pessoas trans ainda são uma dura realidade na sociedade contemporânea. Além disso, o Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo, indicador que precisa ser revertido!

No Dia Nacional da Visibilidade Trans, coloca-se em foco a importância da luta pela garantia de direitos básicos, como o de que todas as pessoas tenham sua identidade reconhecida e respeitada. Mais que um dia de reconhecimento, é um ponto de reflexão que reforça a resistência, contra os atos de violência, discurso de ódio e diversos preconceitos que a população enfrenta.

E para falar deste dia, convidamos o Caê Vasconcelos que é homem trans, bissexual, jornalista e “cria” da periferia da Zona Norte da cidade de São Paulo. É autor do livro-reportagem Transresistência: Pessoas trans no mercado de trabalho (Dita Livros) e repórter especializado na editora LGBT+. Foi repórter da Ponte Jornalismo de 2017 a 2021, escreve para a Agência Mural de Jornalismo das Periferias e tem textos publicados em Yahoo, Uol, Folha de S. Paulo, Revista AzMina, Omelete, entre outros.

Clique aqui e confira o podcast com o Caê e nosso superintendente Alessandro Saade como mediador.

A visibilidade trans é uma luta constante, que precisa ser pauta durante ano inteiro!