02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

02 de Abril – Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Todo dia 02 de abril é lembrado como o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, a data foi definida pela ONU (organização das nações unidas) desde 2007. 

O dia é voltado para a conscientização da sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). O TEA é um transtorno que se caracteriza, entre outras manifestações, por dificuldade de interação social e presença de comportamentos repetitivos. Apresenta diferentes graus, classificados de leve à grave.

Há alguns anos, falar sobre autismo no mercado de trabalho ainda poderia ser encarado como um tabu. Já que a falta de informação e também o preconceito poderia levar os empregadores a acreditarem que um autista não tem a mesma capacidade de realizar tarefas sob pressão, ou então, que seria impossível para eles criarem relacionamentos favoráveis às atividades das empresas.

Mas, assim como a tecnologia evoluiu, as formas de organização dentro das corporações fizeram surgir novas possibilidades. 

Uma ótima forma de entender mais sobre a realidade de pessoas autistas é se colocando em seu lugar e vendo como eles enfrentam as situações e desafios do dia a dia. 

Por isso, separamos uma lista com 05 séries e filmes sobre autismo para você assistir.

  1. Farol das Orcas (2017)

Na paisagem da Península de Valdés, na Patagônia, Agustin é levado pela sua mãe para conhecer as orcas. Sua esperança é de que os animais ajudem o seu filho a encontrar suas emoções e melhorar um quadro severo de autismo. 

Farol das Orcas é baseado em uma história real do biólogo argentino Roberto Bubas, que escreveu o livro “Agustin corazon abierto”. Inclusive, Agustin hoje tem 25 anos e trabalha como artista plástico. 

  1. Em um mundo interior (2018)

Este documentário é o primeiro longa-metragem brasileiro que fala estritamente sobre o autismo. Ele foi criado para desconstruir estereótipos sobre as nossas expectativas do que é ser autista. 

A principal questão abordada é “eu queria que meu filho que”, ou seja, como os pais vivem um luto sobre o que idealizaram para como seus filhos seriam. O filme conta a história de sete famílias com crianças e adolescentes entre 3 a 18 anos. 

Cada família vem de diferentes classes sociais e regiões do país. Assim, conseguimos ter uma forte perspectiva da inclusão e entender que cada pessoa com autismo é diferente da outra. 

  1. Temple Grandin (2010)

Nos filmes sobre autismo, este foi premiado no Emmy e Globo de Ouro e conta a história de uma cientista norte-americana interpretada por Claire Danes. Baseada em uma história real, ela supera diversos desafios em uma época em que o TEA ainda não era muito conhecido. 

Além de estudar na faculdade, Temple Grandin fez um doutorado e revolucionou o manuseio do gado com técnicas que tiveram um grande impacto na indústria pecuária dos Estados Unidos. 

  1. Tão forte e tão perto (2012)

Indicado ao Oscar de melhor filme, esta é uma ótima opção para quem gosta de se emocionar. Estrelado por Tom Hanks e Sandra Bullock, conta a história de um menino de 9 anos chamado Oskar que perdeu o pai no ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. 

O garoto tem sintomas de autismo leve e encontra uma chave misteriosa, acreditando que seu pai deixou uma mensagem. Assim, começa uma grande aventura para nunca mais esquecer. 

  1. Atypical (2019)

Para encerrar a lista, escolhemos uma série da plataforma de streaming Netflix que conquistou o público. Com três temporadas, ela mostra as peculiaridades de viver com autismo de uma forma leve e com humor. 

Ela acompanha a vida de Sam, um jovem autista que está em busca de uma namorada, sua mãe superprotetora e uma família que passa por vários conflitos. É a escolha ideal para aproveitar o fim de semana!

Fonte das indicações dos filmes jornada.Edu 

Pesquisa revela que a pobreza menstrual atinge 47% das jovens negras e de famílias de menor renda no país

Pesquisa revela que a pobreza menstrual atinge 47% das jovens negras e de famílias de menor renda no país

Por questões financeiras, 42% das adolescentes e jovens brasileiras que menstruam utilizam um absorvente por mais tempo que o indicado. A falta de dinheiro para adquirir um protetor íntimo já foi vivida por 32% dessas pessoas. E a indisponibilidade de um absorvente já fez com que 32% delas deixassem de ir a alguma festa ou encontro, 20% perdessem um dia de aula e 11% faltassem ao trabalho.

Esses e outros dados, que dão dimensão à pobreza menstrual no país, foram obtidos através de uma pesquisa realizada no âmbito do Projeto Novo Ciclo – iniciativa do Espro (Ensino Social Profissionalizante) em parceria com a Inciclo, empresa pioneira na fabricação e venda de coletores menstruais no Brasil. O trabalho foi realizado entre os meses de setembro e outubro de 2021 por meio de um questionário online, respondido por 3.735 jovens com idade média de 19 anos, de diversos Estados do país e pertencentes a famílias com variados perfis de renda.

Segundo o levantamento, a falta de dinheiro para comprar um absorvente já levou 37% das respondentes que menstruam a utilizar algum produto substituto, como papel higiênico, panos/roupas velhas ou algodão para o cuidado íntimo. Os índices variam significativamente de acordo com renda e raça. Enquanto o índice de pessoas que afirmaram já ter recorrido a tais alternativas é de 32% entre as que se declaram brancas, ele sobe para 42% entre as autodeclaradas negras (pretas e pardas).

Os grupos mais vulneráveis

Pobreza menstrual é o nome dado à dificuldade de acesso de meninas, mulheres, homens trans e pessoas não binárias que menstruam a produtos básicos para manter uma boa higiene no período da menstruação. O estudo realizado pelo Espro e pela Inciclo permitiu identificar dois grupos de maior vulnerabilidade em relação ao tema. Um deles, mais geral: o das participantes de famílias com renda total de até um salário mínimo. Nele, 55% das jovens já usaram algum produto substituto pela falta de dinheiro para comprar um absorvente.

O segundo grupo compreende as meninas e mulheres negras (que se autodeclaram pretas ou pardas) e de famílias com renda de até dois salários mínimos. “Nesse recorte, as confirmações de improvisos devido à falta de absorventes chegam a 47%. São pessoas que tiveram menos acesso a informações e recursos para compra de produtos menstruais, o que as levou a faltar na escola e a usar produtos inadequados”, situa Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro.

Outro dado importante colhido pelo levantamento foi o de que 54% das jovens afirmaram não ter recebido orientações antes da primeira menstruação – sendo que 10% disseram não ter sido instruídas nem depois do primeiro ciclo. Das jovens que receberam orientação em algum momento, 93% a tiveram das mães, e 33% apontaram que o papel coube a outros parentes próximos do gênero feminino. Apenas 4% apontaram o pai como orientador.

É também com as mães com que as adolescentes e jovens se sentem mais confortáveis para conversar sobre menstruação (76%), seguido por amigos/amigas (64%) e o médico/médica (51%). A fonte número 1 de informações sobre o tema é a internet (91%), com destaque para as redes sociais (47% de menções). De acordo com a pesquisa, 78% das participantes se consideram muito bem ou bem informadas sobre menstruação.

“Para combater a pobreza menstrual é preciso desmistificar a menstruação, que ainda é vista como tabu em muitas casas. Encontramos na internet a oportunidade de conexão com os jovens para prover informação e oferecer soluções práticas, como é o caso do coletor menstrual”, comenta Mariana Betioli, fundadora e CEO da Inciclo. Sobre os coletores menstruais, capazes de auxiliar no combate à pobreza menstrual, 94% das respondentes disseram já ter ouvido falar do recurso. No entanto, apenas 13% confirmaram já tê-lo utilizado. A fundadora da Inciclo explica que por ser reutilizável, durável e ter um tempo maior de uso seguro, o coletor é, para grande parte das pessoas em situação de vulnerabilidade, uma excelente opção. “Seu uso gera economia, reduz o risco de infecção e traz muito mais praticidade para os dias de menstruação, principalmente para quem passa muito tempo fora de casa”, finaliza Mariana.

Aliados informados

Adolescentes e jovens que não menstruam, incluindo homens cisgênero, mulheres transgênero e pessoas não binárias, também foram convidados a participar da pesquisa. Nesse grupo (805 questionários preenchidos), um dado negativo: apenas 32% das pessoas se sentem muito bem ou bem informadas. E um em cada cinco aliados considera-se pouco informado ou não informado sobre o tema.

Entre os aliados, 46% dos pesquisados afirmaram se sentir à vontade para falar sobre menstruação com amigos(as); 43% com namorado(a)/companheiro(a); e 41% com a mãe. Nove em cada dez pessoas desse grupo dizem buscar compreender a situação e os sentimentos de quem menstrua, e 69% já compraram alguma vez absorventes ou medicamentos para alguém em período menstrual.

Outras constatações de como esses aliados de quem menstrua estão mais conscientes de tudo o que envolve o tema, de acordo com achados da pesquisa: 93% compreendem que a sociedade deveria fornecer produtos menstruais a pessoas vulneráveis que menstruam, 84% percebem a pobreza menstrual como um problema real e 90% entendem as necessidades e respeitam as vontades da pessoa que está menstruada.

Projeto abrangente

Parceria entre o Espro e a Inciclo, o Projeto Novo Ciclo visa formar e disseminar no Brasil o conceito de dignidade menstrual. A iniciativa vai atender, anualmente, aproximadamente 15 mil aprendizes de todo o país, a maioria em situação de vulnerabilidade social, com uma capacitação sobre o tema menstruação e distribuição gratuita de coletores menstruais.

No programa, cada participante que menstrua receberá um coletor menstrual e, durante os três anos de ciclo de vida do produto, terá acompanhamento da Inciclo. A previsão é distribuir os coletores em janeiro de 2022, beneficiando 8.200 adolescentes e jovens nesta primeira etapa. Os coletores também serão distribuídos para as cerca de 400 colaboradoras do Espro em todo o país. Em 2021, o programa contou com investimento da ordem de R$ 850 mil, sendo R$ 650 mil referentes aos coletores menstruais.

Voltada a jovens entre 14 e 24 anos, a capacitação gratuita sobre menstruação e dicas de uso do coletor é feita através de oficinas, lives, podcasts e uma websérie com diversas postagens nas redes sociais e no canal do Espro no YouTube.

 

Novembro Azul — O preconceito mata

Novembro Azul — O preconceito mata

A Campanha Novembro Azul é responsável pela conscientização do câncer de próstata, doença acometida aos homens. A campanha surgiu no ano de 1999 na Austrália. 

 No Brasil, a Campanha Novembro Azul foi trazida pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia. A cada ano o movimento de conscientização ganha mais adeptos e o preconceito com o exame de toque, que foi sempre alvo de aversão pelo sexo masculino, diminui.

 O câncer de próstata é assintomático no início, ou seja, não apresenta nenhum sintoma, o que torna a prevenção muito importante. Vale lembrar que o exame de sangue não substitui o de toque, simples e rápido. É indispensável que os dois sejam realizados, principalmente em homens que já passaram dos 45 anos.

 O preconceito ainda é o grande vilão dos homens no combate ao câncer de próstata. Quem resiste ao exame preventivo reduz as chances de diagnóstico precoce e, consequentemente, prejudica o processo de cura. Quanto mais cedo a doença for descoberta, maiores são as possibilidades de vencê-la. 

Dê esse toque de coragem em favor da vida de quem você ama e se preocupa!

Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres

Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres

Hoje dia 25 de novembro é O Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres, data comemorada anualmente e foi escolhida em homenagem às irmãs Patria, María Teresa e Minerva Maribal, que foram violentamente torturadas e assassinadas nesta mesma data, em 1960, a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.

O objetivo do Dia Internacional para a não-Violência Contra as Mulheres é alertar a sociedade sobre os casos de violência e maus tratos contra as mulheres. A violência física, psicológica e o assédio sexual são alguns exemplos desses maus tratos.

Nem os lares estão mais seguros para as mulheres, durante a pandemia. Os números de denúncias de violência doméstica aumentaram significativamente no período do isolamento social, os índices de feminicídio cresceram 22,2% em 2020 em comparação com os meses de março e abril de 2019. Para impedir que essa violência continue aumentando, o Conselho Nacional de Justiça se uniu à Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e lançaram, em junho de 2020, a campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica.

Como funciona a Campanha

  • O sinal “X” feito com batom vermelho (ou qualquer outro material) na palma da mão ou em um pedaço de papel, o que for mais fácil, permitirá que a pessoa que atende reconheça que aquela mulher foi vítima de violência doméstica e assim promova o acionamento da Polícia Militar.
  • Atendentes recebem cartilha e tutorial em formato visual, em que são explicados os fluxos que deverão seguir, com as orientações necessárias ao atendimento da vítima e ao acionamento da Polícia Militar, de acordo com protocolo preestabelecido.
  • Quando a pessoa mostrar o “X”, o atendente, de forma reservada, usando os meios à sua disposição, registra o nome, o telefone e o endereço da suposta vítima, e liga para o 190 para acionar a Polícia Militar. Em seguida, se possível, conduz a vítima a um espaço reservado, para aguardar a chegada da polícia. Se a vítima disser que não quer a polícia naquele momento, entenda. Após a saída dela, transmita as informações pelo telefone 190. Para a segurança de todos e o sucesso da operação, sigilo e discrição são muito importantes. A pessoa atendente não será chamada à delegacia para servir de testemunha.
  • Se houver flagrante, a Polícia Militar encaminha a vítima e o agressor para a delegacia de polícia. Caso contrário, o fato será informado à delegacia de polícia por meio de sistema próprio para dar os encaminhamentos necessários – boletim de ocorrência e pedido de medida protetiva.

Clique aqui para acessar a lista de farmácias parceiras.

 Clique aqui para acessar os termos de adesão à campanha.

20 de novembro dia da consciência negra

20 de novembro dia da consciência negra

No dia 20 de novembro é o Dia da Consciência Negra, esta data foi escolhida por ter sido o dia da morte de um dos maiores líderes negros do Brasil, Zumbi dos Palmares, que lutou pela libertação do povo contra o sistema escravista.

É um dia de conscientização sobre a força, resistência e o sofrimento que a população negra viveu no Brasil desde a colonização. Durante o período colonial, aproximadamente 4,6 milhões de africanos foram trazidos para o Brasil para servirem na condição de escravos.

Embora pareça um passado distante, a abolição da escravatura ocorreu há apenas 133 anos e os reflexos estão ainda muito presentes e ainda temos muitos motivos para discutir o racismo e lutar contra a exclusão e a desigualdade social, que ainda são grandes problemas em nossa sociedade.

E para celebrar o Dia da Consciência Negra (20.11), fizemos um podcast especial. Alexandre Saade - Superintendente Executivo do Espro recebeu Patrícia Santos - CEO e Fundadora da EmpregueAfro para um bate papo SENSACIONAL.

Profissional de RH com larga experiência, Patrícia foi visionária ao criar a EmpregueAfro - 1a Consultoria do Brasil com foco na temática racial.

Clique aqui para ouvir o Podcast.

Confira abaixo uma lista com indicações de 20 filmes e séries sobre racismo e protagonismo negro.

INDICAÇÕES DE FILMES

  1. Casa de antiguidades (2020)
  2. Estrelas Além do tempo (2017)
  3. Green book (2018)
  4. Infiltrado na Klan (2018)
  5. Minha História (2020)
  6. Moonlight: sob a luz do luar (2016)
  7. A 13º emenda (2016)
  8. What Happend Miss Simone (2015)
  9. Corra (2017)
  10. Fruitvale Station: A última parada (2013)

INDICAÇÕES DE SÉRIES

  1. Cara Gente Branca
  2. Olhos que condenam
  3. Homecoming: De Volta à Pátria
  4. Brooklyn 99
  5. Watchmen
  6. Atlanta
  7. Lovecraft Country
  8. Irmandade
  9. A vida e a História de Madam C.J.Walker
  10. Pequenos Incêndios por Toda Parte (Little Fires Everywhere)

Combater o racismo deve ser uma luta de todos!

Outubro Rosa

Outubro Rosa

O mês de outubro já é conhecido mundialmente como um mês marcado por ações relacionadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. O outubro Rosa é celebrado anualmente desde os anos 90. O objetivo da campanha é compartilhar informações sobre o câncer de mama e, mais recentemente, câncer do colo do útero, promovendo a conscientização sobre as doenças, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e contribuindo para a redução da mortalidade.

Criamos um podcast sobre o outubro rosa que irá responder perguntas importantíssimas como: Dá para prevenir o câncer de mama? Como a doença surge? Qual é a diferença entre cisto e nódulo? Quando e como fazer o autoexame? A nossa esprolover Letícia Oliveira conversou com a Dra. Cintya sobre a importância de realizar os exames de rotina, o diagnóstico precoce e como se prevenir e você pode conferir o podcast na íntegra no canal do Espro no spotify.

 O autoconhecimento e exames preventivos de câncer de mama

O câncer é uma doença provocada pela multiplicação anormal de células que invadem tecidos e órgãos.

Nas mulheres, o tipo mais comum costuma ser o de mama, que responde por 29.7% dos casos. Já nos homens, esse tipo é raro, atingindo cerca de 1% dos indivíduos.

Em razão de ser o tipo de câncer que mais mata mulheres (16.4%, segundo o INCA), é essencial que ele seja identificado precocemente para evitar esses óbitos.

Entre as medidas para detecção precoce estão:

  • Conhecimento do próprio corpo e observação de alteração nas mamas:
  • Acompanhamento médico anual ou semestral, dependendo do risco para a doença:
  • Realização de exames clínicos conforme orientação médica;
  • Realização de exames de imagem, sobretudo a partir dos 50 anos.

Um dado preocupante:

Um levantamento da Revista de Saúde Pública, da Universidade de São Paulo (USP), apontou que:

  • O número de exames realizados em 2020, em mulheres com idades entre 50 e 69 anos, caiu 42% na comparação com o ano anterior.
  • Em números absolutos, foram 800 mil exames a menos, o que significa cerca de 4 mil casos de câncer de mama não diagnosticados em 2020.

Sinais de alerta:

O Nódulo, fixo e geralmente indolor (presente em cerca de 90% dos casos onde o câncer é percebido com autoexame):

  • Alterações no mamilo:
  • A pequenos nódulos nas axilas ou pescoço.
  • Saída espontânea e anormal de líquido pelos mamilos.
  • Pele do seio avermelhada, retraída ou parecendo uma casca de laranja.

Quando iniciar o acompanhamento?

O Ministério da Saúde recomenda que o exame de mamografia seja realizado a partir dos 50 e até os 69 anos de idade, a cada dois anos.

Em idade inferior aos 50 anos, os seios são mais densos, o que diminui a efetividade do exame.

Já após os 70 anos, a mamografia representa um risco maior à mulher do que o benefício de revelar algum tipo de câncer, por isso o exame é desencorajado.

Identificar o câncer precocemente permite que o tratamento seja menos agressivo e aumenta a probabilidade de cura. Portanto, manter a vigília constante é fundamental!

Lutar contra a pobreza não é um assunto de caridade, mas de justiça

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza é comemorado em 17 de outubro.

A data tem o objetivo de conscientizar a sociedade e os governos de todo o mundo sobre o elevado número de pessoas que ainda estão vivendo na extrema pobreza, expostos à miséria, fome crônica e violência.

A pobreza extrema é considerada um crime contra os Direitos Humanos, e todos os governos devem assegurar que os seus habitantes vivam com qualidade de vida e dignidade.

Segundo o Gini - responsável por medir a desigualdade, a pobreza saltou para 0,640 na pandemia em 2021, ficando acima de toda a série histórica pré pandemia.

No Brasil, as maiores expansões da pobreza aconteceram no Rio de Janeiro, Distrito Federal e

Roraima. No Rio a população pobre subiu de 16,9% em 2019 para 23,8% em 2021, quase um quinto da população! No Distrito Federal a pobreza foi de 12,9% para 20,8% no mesmo período.

Em São Paulo, que já foi a Terra das Oportunidades, a população mais pobre chegou a 19,7%, alta de 5.9 Pontos. Já no Piauí a pobreza saltou de 41,1% para 46,4%. O Amapá é o Estado com a maior concentração de população pobre:55,9%, contra 51,4% na medição anterior.

Infelizmente não temos muito o que comemorar nesta data. Mas para combater essa realidade, nós do Espro lutamos para EDUCAR TRANSFORMAR e INCLUIR adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade ao mundo do trabalho.

Vamos fazer a nossa parte para um mundo melhor!