Espro - Ensino Social Profissionalizante

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01/Fev - Ensinar fora da sala de aula: uma possibilidade para educadores informais

Os educadores que trabalham de maneira informal, sempre buscam uma alternativa para atuar na área. Uma delas é utilizar a prática educativa e desenvolver suas aulas em outros espaços – fora da sala de aula.

A educação em arte é uma das áreas que mais possuem profissionais informais. Nos muitos museus e instituições culturais de São Paulo são poucos os que contam com um corpo fixo de educadores ou um setor educativo. Segundo publicação da Folha de São Paulo, em 5 de dezembro de 2011, só este ano em São Paulo,  a exposição que celebrou os 60 anos da Fundação Bienal – a mostra “Em nome dos artistas” –  mobilizou para as atividades educativas , 50 mil pessoas, o que equivale a mais da metade do público total do evento.

Para explicar sobre as dificuldades da profissão de educador informal, o Portal Aprendiz, publicou uma matéria com entrevistas de profissionais da área que enfrentam este desafio no dia a dia.

Leia a matéria do Portal Aprendiz na integra.

09/dez- Um olhar sobre o conceito e prática de Educação Profissional

A educação ergueu-se, a princípio, como um produto para um pequeno segmento da sociedade, com um currículo limitado e, no Brasil, só passou a abranger a todas as pessoas quando se percebeu a necessidade de aprimorar a classe trabalhadora, no início do século XX. O intuito real era de se obter, por meio dessa instrução, uma maior produtividade. Foi neste cenário que surgiu o que chamamos hoje de educação profissional.

Na década de 20, o ensino profissional passou a ser atribuição do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio o que fomentou o desenvolvimento do ensino industrial, comercial e agrícola. Nos anos 30, foi intensa a instalação de escolas comerciais e foi também nesta época que as escolas profissionalizantes foram tratadas como um dever do Estado em benefício das classes menos favorecidas, mas deveriam receber o apoio das indústrias e sindicatos. Em 1942 são regulamentas as Leis Orgânicas da Educação Nacional e surgem o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI e, em 1946 o SENAC, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Ainda neste ano, o governo Vargas criou o conceito de menor Aprendiz que, agregado aos fatores já descritos, consolidou o ensino profissional no Brasil.

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09/dez - Os brasileiros brilharam, mais uma vez

A imprensa deu pouca atenção aos jovens brasileiros que, no início de outubro, disputaram o mais difícil torneio mundial de qualificação profissional, realizado em Londres – o “World Skills” que reuniu 944 competidores de 51 países das mais diversas profissões.

Pois bem. Pela segunda vez, os 28 estudantes brasileiros do SENAI conquistaram o prestigioso 2º lugar, ficando atrás apenas da Coréia do Sul, e na frente do Japão, Suíça, Alemanha, França, Estados Unidos e muitos outros super-desenvolvidos.

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09/dez- Um olhar sobre o conceito e prática de Educação Profissional (2)

A educação ergueu-se, a princípio, como um produto para um pequeno segmento da sociedade, com um currículo limitado e, no Brasil, só passou a abranger a todas as pessoas quando se percebeu a necessidade de aprimorar a classe trabalhadora, no início do século XX. O intuito real era de se obter, por meio dessa instrução, uma maior produtividade. Foi neste cenário que surgiu o que chamamos hoje de educação profissional.

Na década de 20, o ensino profissional passou a ser atribuição do Ministério da Agricultura, Indústria e Comércio o que fomentou o desenvolvimento do ensino industrial, comercial e agrícola. Nos anos 30, foi intensa a instalação de escolas comerciais e foi também nesta época que as escolas profissionalizantes foram tratadas como um dever do Estado em benefício das classes menos favorecidas, mas deveriam receber o apoio das indústrias e sindicatos. Em 1942 são regulamentas as Leis Orgânicas da Educação Nacional e surgem o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI e, em 1946 o SENAC, Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Ainda neste ano, o governo Vargas criou o conceito de menor Aprendiz que, agregado aos fatores já descritos, consolidou o ensino profissional no Brasil.

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