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26/Jan - Espro firma parceria com universidades de São Paulo

26 de janeiro de 2016

O Espro firmou parceria com três importantes universidades de São Paulo que visa, entre outras iniciativas, oferecer mais infraestrutura e comodidade para a realização das Atividades Teóricas dos Jovens Aprendizes

Até fevereiro, a Faculdade Sumaré (campus Santo Amaro), a Fecap - Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (campus Sé) e a Universidade Presbiteriana Mackenzie (campus Higienópolis), receberão mais de 4.000 jovens e colaboradores das áreas Administrativas, Educacionais e de Desenvolvimento Social do Espro.

As parcerias tem como objetivo comum a transformação por meio da educação. Com ela, será possível fomentar ainda mais a Aprendizagem para os públicos e empresas atendidas pelas universidades. Além disso, os Aprendizes terão maior contato com o meio acadêmico.

20/Ago - Espro Campinas visita Fundação Casa

No dia 27 de julho, o Espro Campinas esteve presente na Fundação Casa para ouvir os internos e apresentar os programas do Espro. A instituição atende 82 jovens e está situada no bairro São Vicente.

A equipe do Espro foi recebida pela coordenadora pedagógica Marcela Albuquerque e pelo diretor da unidade Flávio Guerra. Ambos comentaram a importância deste contato do jovem interno com as possibilidades do outro lado do portão da CASA.

Maria Cristina L.Oliveira, pedagoga da Fundação,organizou uma roda de conversa com 15 jovens internos. Os instrutores Gleyce Ferreira e Thiago Pucci compartilharam histórias de jovens do Espro que superaram as adversidades encontradas e hoje estão no mercado de trabalho, como a de um ex-interno, que aprendeu a ler aos 14 anos de idade e tornou- se mestre em Educação por uma conceituada universidade estadual.

A supervisora do Espro Campinas, Beatriz Corbo, apresentou os programas Formação para o Mundo do Trabalho e Jovem Aprendiz, explicando a importância do aprendizado  e aconselhando os jovens a aproveitarem ao máximo este tempo dentro da instituição. "Atentem-se para adquirir conhecimento e se desenvolver, transformando o ócio em aprendizado", ressaltou.Os adolescentes demonstraram interesse e fizeram perguntas sobre as cidades que atendemos, porque muitos deles são de cidades vizinhas como: Indaiatuba, Cosmópolis, Monte Mor, Sumaré, entre outras. Alguns enfatizaram a vontade de começar uma vida nova e demonstraram as expectativas com relação a esta nova jornada.

A assistente social do Espro, Joyce Atamanczuk também falou aos jovens abordando o sonho como algo para ser pensado e desejado, instigando que todos os participantes compartilhassem seus sonhos e refletissem sobre a importância do acreditar.

A finalização do encontro foi feita pela instrutora Marcela Santos, por meio da história  "Homem sem sorte", que fala sobre oportunidades e como é imprescindível estarmos atentos à elas.

18/Jun - Ministro diz que dar trabalho a jovens é melhor que reduzir maioridade penal

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse hoje (17) que a ampliação do acesso de jovens ao mercado de trabalho é melhor do que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que está sendo discutida no Congresso Nacional.

“Acredito que, muito melhor que a redução da maioridade, é trabalharmos na prevenção, permitindo dar oportunidade ao nosso jovem adolescente para sair do mundo crime e entrar no mundo do trabalho. A escola do trabalho, ao lado da escola [convencional], sempre foi uma grande escola. Todo mundo que começou aos 14 anos deu exatamente o passo inicial de carreiras de sucesso”, disse o ministro, durante a cerimônia para comemorar a marca de 5 milhões de microempreendedores individuais (MEIs), alcançada em junho.

Afif defendeu um “grande mutirão” para que as micro e pequenas empresas contratem adolescentes por meio da Lei do Aprendiz.

Criado há cinco anos, o MEI é uma iniciativa de formalização e inclusão econômica e social para pequenos empreendedores, com regras simplificadas e redução de carga tributária. Para ter direito às regras diferenciadas, o empreendedor tem que ter faturamento de até R$ 60 mil por ano.

Afif atribuiu o aumento da formalização nos últimos anos principalmente à redução de 11% para 5% dos encargos previdenciários para os inscritos no programa. “A proposta é simplificar, desburocratizar. Quando todos pagam menos, o governo arrecada mais. Esse deve ser o conceito: aumentar a base de tributação e não aumentar o tributo”.

Dados da secretaria indicam que 52% dos empreendedores formalizados no programa são homens e 48%, mulheres. A maioria está no setor de serviços (42,1%), seguida do comércio (36,6%) e da indústria (11,6% dos inscritos no programa).

Mais da metade dos microempreendedores individuais estão na Região Sudeste, que concentra 50,6% do total. O Norte tem apenas 5,7% dos inscritos. Cerca de 20% são da Região Nordeste; 14,8%, do Sul e 9%, do Centro-Oeste.

Mais de 500 atividades podem ser incluídas no MEI, entre as quais comércio varejista de acessórios e vestuário, cabeleireiros e trabalho na construção civil, que lideram o ranking de inscritos.

Segundo Afif, cerca de 500 mil beneficiários do Bolsa Família deixaram o programa e se inscreveram no MEI.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, disse que os principais desafios do programa são a capacitação e a inclusão produtiva dos microempreendedores e que a instituição já tem programas voltados especialmente para esse público. 

"Quem não tem acesso à capacitação fica fora do mercado. O Sebrae defende que inovação é transversal, não importa se é grande empresa ou MEI. O MEI também precisa se desenvolver."


Fonte: Brasil Post e Agência Brasil 

12/Ago - Ministério do Trabalho e Emprego promove o ‘Dia A’ da Aprendizagem

Aconteceu hoje, no auditório da CNTI - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria em Brasília, o Dia A da Aprendizagem, evento promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego com o intuito de fazer com que cada vez mais pessoas saibam da necessidade de contratação de Aprendizes. Uma das principais ações do evento é apresentar a aprendizagem profissional na administração pública direta, por meio da entrega do Projeto de Lei, que visa regulamentar o Programa no setor. 

Segundo o ministro Manoel Dias, o MTE tem olhado mais para a juventude do Brasil. “Queremos aumentar a inclusão social destes jovens e aperfeiçoar o emprego no país”, garantiu. 

De acordo com a procuradora regional do Trabalho, Dra. Mariane Josviak, integrante da mesa de debate do evento, atualmente, a Lei exige apenas que as empresas privadas e públicas, de médio e grande porte, contratem de 5%a 10% do quadro de funcionários como Aprendizes. “Por isso, apresentando os cases de sucesso, queremos mostrar os benefícios da Aprendizagem. Qualquer prefeitura, por exemplo, ao dar uma chance a um jovem em vulnerabilidade social, além de incentivar as empresas da sua própria cidade, também estará investindo na economia e no combate a violência do município”, ressalta. Na ocasião, foram apresentados os casos da Câmara dos Deputados, do Tribunal Superior do Trabalho e do Ministério da Previdência.

O evento é organizado com o apoio do FONAP - Fórum Nacional da Aprendizagem Profissional e dirigido a representantes de governos, sindicatos e entidades patronais, além de instituições formadoras, entre elas, o Espro – Ensino Social Profissionalizante, uma das instituições mais engajadas com a Aprendizagem no Brasil.

Mariana Rocha – gerente do Espro Brasília e representante da instituição no FONAP – também é integrante da equipe de organização do evento. “O Dia A é o primeira de muitas atividades que desejamos desenvolver com o objetivo de promover a Aprendizagem e dar mais chances de ingresso aos jovens no mercado de trabalho, melhorando sua condição social e econômica.”, afirma. 

Cerca de 30 jovens do Espro também estão ajudando no credenciamento de convidados e a equipe de apoio. Realizaram também, uma apresentação teatral sobre a Lei da Aprendizagem. Além disso, a instrutora Liliane Cardozo é a interprete de libras do evento. 

 
 
Confira o vídeo postado no Youtube do MTE:

14/mai - Jovens da FMT participam do Projeto Rumo Universitário

No sábado, 9 de maio, todos os jovens da Formação para o Mundo do Trabalho participaram do Projeto Rumo Universitário, promovido pelo Rotary Club São Paulo, no Colégio Rio Branco. Em sua 17ª edição, o evento consiste em oferecer aos jovens palestras e debates de profissões: uma oportunidade para avaliar incertezas, esclarecer dúvidas e ajudar na escolha de uma carreira.

Cada jovem pode escolher três palestras entre os temasInformática, Engenharia, Administração, Contabilidade, Economia, Medicina, Serviço Social, Direito, Nutrição, Fonoaudiologia, Arquitetura, Paisagismo, Biblioteconomia, Enfermagem, Biomedicina, Marinha, Exército, Aeronáutica, Design Editorial, Turismo, Moda, Hotelaria, Jornalismo, Cinema, Letras, Publicidade e Propaganda, Educação Física, Relações Internacionais, Odontologia, Pedagogia, Polícia Militar e Civil, entre outros.

Em sua palestra, a nutricionista Adriana Lúcia Ávila abordou as diversas áreas de atuação e o cenário do mercado de trabalho da área de nutrição, além de esclarecer a diferença entre nutricionista, nutrólogo e endocrinologista “Esta é a dúvida mais freqüente e, muitas vezes, decisiva para o jovem que já possui interesse na área”, afirmou.

Para André Luiz Villas Boas e Silva, diretor de Assuntos Internacionais do Rotary Club São Paulo e integrante da Comissão organizadora do Rumo o objetivo do projeto é ser facilitar o jovem no processo de decisão em um dos momentos mais importantes de sua vida, o início da carreira profissional. “Disseminar o máximo de informações sobre as profissões para que os jovens possam fazer a escolha certa”.

Ao todo, participaram cerca de 300 jovens das unidades de Itaguassu, Osasco, Abrace, Aon, Maria Borba, Casa Nina e André Franco Vive.“Após as palestras de Direito e Promotoria me interessei ainda mais em ser advogada. O nome do evento não poderia ser melhor, pois ele ajuda mesmo a gente a tomar o rumo da carreira”, disse Samara Leslei, 17 anos, da unidade Casa Nina.

 

“O jovem tem a possibilidade de receber, de ótimos profissionais, um conhecimento amplo da rotina de três áreas de sua escolha, despertando a possibilidade de escolha, uma vez que nesta fase eles ainda possuem muitas dúvidas de que carreira querem seguir. É um aprendizado único para eles”, afirma Danielle Cristina, coordenadora do programa de Formação para o Mundo do Trabalho.

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