Espro - Ensino Social Profissionalizante

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20/Ago - Espro Campinas visita Fundação Casa

No dia 27 de julho, alguns integrantes do Espro Campinas, estiveram presente na Fundação Casa. A instituição atende 82 jovens e está situada no bairro São Vicente.

A equipe foi recebida pela coordenadora pedagógica Marcela Albuquerque e o diretor da unidade Flávio Guerra. Ambos comentaram a importância deste contato do jovem interno com as possibilidades do outro lado do portão da CASA.

Maria Cristina L.Oliveira, pedagoga da instituição,organizou uma roda de conversa com 15 jovens internos. Os instrutores Gleyce Ferreira e Thiago Pucci compartilharam histórias de jovens que superaram as adversidades encontradas e hoje estão no mercado de trabalho.

Histórias incríveis como a de um ex-interno, que aprendeu a ler aos 14 anos de idade e tornou- se mestre em educação por uma conceituada universidade estadual também foram contadas.

A supervisora do Espro Campinas, Beatriz Corbo, apresentou os programas FMT e PA, explicando a importância do aprendizado  e aconselhando os jovens à aproveitarem ao máximo este tempo dentro da instituição, para adquirirem conhecimento e se desenvolverem, transformando o ócio em aprendizado.

Os adolescentes demonstraram interesse e fizeram perguntas sobre as cidades que o Espro atende,porque muitos são oriundos de cidades vizinhas  como: Indaiatuba, Cosmópolis, Monte Mor, Sumaré, entre outras. Alguns enfatizaram a vontade de começar uma vida nova e as expectativas em relação a esta nova jornada.

A assistente social, Joyce Atamanczuk, abordou o sonho como algo para ser pensado e desejado, o que fez com que todos os participantes deste encontro compartilhassem seus sonhos e refletissem sobre a importância do acreditar. 

12/Ago - Ministério do Trabalho e Emprego promove o ‘Dia A’ da Aprendizagem

Aconteceu hoje, no auditório da CNTI - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria em Brasília, o Dia A da Aprendizagem, evento promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego com o intuito de fazer com que cada vez mais pessoas saibam da necessidade de contratação de Aprendizes. Uma das principais ações do evento é apresentar a aprendizagem profissional na administração pública direta, por meio da entrega do Projeto de Lei, que visa regulamentar o Programa no setor. 

Segundo o ministro Manoel Dias, o MTE tem olhado mais para a juventude do Brasil. “Queremos aumentar a inclusão social destes jovens e aperfeiçoar o emprego no país”, garantiu. 

De acordo com a procuradora regional do Trabalho, Dra. Mariane Josviak, integrante da mesa de debate do evento, atualmente, a Lei exige apenas que as empresas privadas e públicas, de médio e grande porte, contratem de 5%a 10% do quadro de funcionários como Aprendizes. “Por isso, apresentando os cases de sucesso, queremos mostrar os benefícios da Aprendizagem. Qualquer prefeitura, por exemplo, ao dar uma chance a um jovem em vulnerabilidade social, além de incentivar as empresas da sua própria cidade, também estará investindo na economia e no combate a violência do município”, ressalta. Na ocasião, foram apresentados os casos da Câmara dos Deputados, do Tribunal Superior do Trabalho e do Ministério da Previdência.

O evento é organizado com o apoio do FONAP - Fórum Nacional da Aprendizagem Profissional e dirigido a representantes de governos, sindicatos e entidades patronais, além de instituições formadoras, entre elas, o Espro – Ensino Social Profissionalizante, uma das instituições mais engajadas com a Aprendizagem no Brasil.

Mariana Rocha – gerente do Espro Brasília e representante da instituição no FONAP – também é integrante da equipe de organização do evento. “O Dia A é o primeira de muitas atividades que desejamos desenvolver com o objetivo de promover a Aprendizagem e dar mais chances de ingresso aos jovens no mercado de trabalho, melhorando sua condição social e econômica.”, afirma. 

Cerca de 30 jovens do Espro também estão ajudando no credenciamento de convidados e a equipe de apoio. Realizaram também, uma apresentação teatral sobre a Lei da Aprendizagem. Além disso, a instrutora Liliane Cardozo é a interprete de libras do evento. 

 
 
Confira o vídeo postado no Youtube do MTE:

14/mai - Jovens da FMT participam do Projeto Rumo Universitário

No sábado, 9 de maio, todos os jovens da Formação para o Mundo do Trabalho participaram do Projeto Rumo Universitário, promovido pelo Rotary Club São Paulo, no Colégio Rio Branco. Em sua 17ª edição, o evento consiste em oferecer aos jovens palestras e debates de profissões: uma oportunidade para avaliar incertezas, esclarecer dúvidas e ajudar na escolha de uma carreira.

Cada jovem pode escolher três palestras entre os temasInformática, Engenharia, Administração, Contabilidade, Economia, Medicina, Serviço Social, Direito, Nutrição, Fonoaudiologia, Arquitetura, Paisagismo, Biblioteconomia, Enfermagem, Biomedicina, Marinha, Exército, Aeronáutica, Design Editorial, Turismo, Moda, Hotelaria, Jornalismo, Cinema, Letras, Publicidade e Propaganda, Educação Física, Relações Internacionais, Odontologia, Pedagogia, Polícia Militar e Civil, entre outros.

Em sua palestra, a nutricionista Adriana Lúcia Ávila abordou as diversas áreas de atuação e o cenário do mercado de trabalho da área de nutrição, além de esclarecer a diferença entre nutricionista, nutrólogo e endocrinologista “Esta é a dúvida mais freqüente e, muitas vezes, decisiva para o jovem que já possui interesse na área”, afirmou.

Para André Luiz Villas Boas e Silva, diretor de Assuntos Internacionais do Rotary Club São Paulo e integrante da Comissão organizadora do Rumo o objetivo do projeto é ser facilitar o jovem no processo de decisão em um dos momentos mais importantes de sua vida, o início da carreira profissional. “Disseminar o máximo de informações sobre as profissões para que os jovens possam fazer a escolha certa”.

Ao todo, participaram cerca de 300 jovens das unidades de Itaguassu, Osasco, Abrace, Aon, Maria Borba, Casa Nina e André Franco Vive.“Após as palestras de Direito e Promotoria me interessei ainda mais em ser advogada. O nome do evento não poderia ser melhor, pois ele ajuda mesmo a gente a tomar o rumo da carreira”, disse Samara Leslei, 17 anos, da unidade Casa Nina.

 

“O jovem tem a possibilidade de receber, de ótimos profissionais, um conhecimento amplo da rotina de três áreas de sua escolha, despertando a possibilidade de escolha, uma vez que nesta fase eles ainda possuem muitas dúvidas de que carreira querem seguir. É um aprendizado único para eles”, afirma Danielle Cristina, coordenadora do programa de Formação para o Mundo do Trabalho.

18/Jun - Ministro diz que dar trabalho a jovens é melhor que reduzir maioridade penal

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse hoje (17) que a ampliação do acesso de jovens ao mercado de trabalho é melhor do que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, que está sendo discutida no Congresso Nacional.

“Acredito que, muito melhor que a redução da maioridade, é trabalharmos na prevenção, permitindo dar oportunidade ao nosso jovem adolescente para sair do mundo crime e entrar no mundo do trabalho. A escola do trabalho, ao lado da escola [convencional], sempre foi uma grande escola. Todo mundo que começou aos 14 anos deu exatamente o passo inicial de carreiras de sucesso”, disse o ministro, durante a cerimônia para comemorar a marca de 5 milhões de microempreendedores individuais (MEIs), alcançada em junho.

Afif defendeu um “grande mutirão” para que as micro e pequenas empresas contratem adolescentes por meio da Lei do Aprendiz.

Criado há cinco anos, o MEI é uma iniciativa de formalização e inclusão econômica e social para pequenos empreendedores, com regras simplificadas e redução de carga tributária. Para ter direito às regras diferenciadas, o empreendedor tem que ter faturamento de até R$ 60 mil por ano.

Afif atribuiu o aumento da formalização nos últimos anos principalmente à redução de 11% para 5% dos encargos previdenciários para os inscritos no programa. “A proposta é simplificar, desburocratizar. Quando todos pagam menos, o governo arrecada mais. Esse deve ser o conceito: aumentar a base de tributação e não aumentar o tributo”.

Dados da secretaria indicam que 52% dos empreendedores formalizados no programa são homens e 48%, mulheres. A maioria está no setor de serviços (42,1%), seguida do comércio (36,6%) e da indústria (11,6% dos inscritos no programa).

Mais da metade dos microempreendedores individuais estão na Região Sudeste, que concentra 50,6% do total. O Norte tem apenas 5,7% dos inscritos. Cerca de 20% são da Região Nordeste; 14,8%, do Sul e 9%, do Centro-Oeste.

Mais de 500 atividades podem ser incluídas no MEI, entre as quais comércio varejista de acessórios e vestuário, cabeleireiros e trabalho na construção civil, que lideram o ranking de inscritos.

Segundo Afif, cerca de 500 mil beneficiários do Bolsa Família deixaram o programa e se inscreveram no MEI.

O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, disse que os principais desafios do programa são a capacitação e a inclusão produtiva dos microempreendedores e que a instituição já tem programas voltados especialmente para esse público. 

"Quem não tem acesso à capacitação fica fora do mercado. O Sebrae defende que inovação é transversal, não importa se é grande empresa ou MEI. O MEI também precisa se desenvolver."


Fonte: Brasil Post e Agência Brasil 

26/Mar - Espro - 35 anos transformando sonhos em realidade e construindo um país melhor

jovem-aprendiz_35 anos

Nesta quarta-feira, dia 26 de março, o Espro – Ensino Social Profissionalizante completa 35 anos de história. Durante todos estes anos  cerca de 110 mil jovens, suas famílias e comunidades tiveram suas vidas transformadas pela causa da instituição, por meio dos Programas Jovem Aprendiz,  Formação Profissional para o Mundo do Trabalho, Oficina de Geração de Renda e de Convivência.

As ações realizadas pelo Espro vão além da inserção jovem no mundo do trabalho. Os projetos sociais têm por objetivo resgatar a cidadania e aumentar a autoestima. Em 2013, o DDS – Departamento de Desenvolvimento Social do Espro atendeu 15.729 pessoas, por meio de ações sociais nas comunidades, além de jovens e familiares, que buscam melhorar a qualidade de vida, diminuir os índices de violência doméstica, aumentar a empregabilidade e o acesso a bens e serviços.
Um dos exemplos de transformação foi a Maria Carlita, mãe de Jovem Aprendiz, que fez da garagem um ponto de venda de doces e salgados. “Com tantos elogios que recebo da clientela, pretendo ampliar meu negócio. Estou muito realizada”, diz Maria, que participou do curso de Geração de Renda.

Despertar o empreendedorismo também faz parte do curso de Formação Profissional para o Mundo do Trabalho. Talita Thaís Ribeiro, do Espro Curitiba, abriu o próprio negócio com os conhecimentos adquiridos na instituição. ”Aproveitei a parte teórica que aprendi no Espro e apliquei na vendinha que eu fiz aqui em casa. Sinto-me preparada para o mundo profissional”, conta a jovem.

O Programa Jovem Aprendiz faz o jovem inserido exergar-se como cidadão, pois ele cria responsabilidades e tem a possibilidade de conviver em um ambiente corporativo. “Eu não sabia o que era trabalhar, ter responsabilidade, ética e a importância de exercer a cidadania. Com a experiência no programa Aprendiz Espro, tornei-me outra pessoa”, Mayara Viviane Souza Ladeia, Jovem Aprendiz do Banco Santander.

Uma das instituições pioneiras neste programa, o Espro conta hoje com mais de 900 empresas parceiras, que promovem o desenvolvimento profissional e pessoas de milhares de jovens. “Uma das crenças de gestão do Grupo Votorantim é a Meritocracia. Acreditamos que as pessoas são únicas e merecem ser valorizadas de forma justa e de acordo com suas entregas. Investir no desenvolvimento desses talentos é também investir em bons resultados”, Fábio Santos Sant´Anna, gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional da Votorantim Cimentos.

Educar, transformar e incluir os jovens, suas famílias e a comunidade têm sido a missão da instituição durante 35 anos. O objetivo desta instituição é transformar sonhos em realidade e construir um país melhor com acesso à educação, inserção no mundo do trabalho, além de estimular a cidadania com ações sociais.

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