Espro - Ensino Social Profissionalizante

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22/Jan - Jovens Aprendizes satisfeitos com o Espro

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Como faz anualmente, o Espro realizou pesquisa de satisfação, no segundo semestre de 2014, com todos os Jovens Aprendizes, mais de 6.400. Entre os índices formatados, os destaques estão em 94% acreditarem que o Espro ajuda a unir o talento dos jovens ao Mundo Corporativo e 89% (com aumento de quatro pontos percentuais com relação a 2013) afirmaram que recomendariam o Espro aos colegas e familiares. Com relação ao papel do instrutor, 95% confirmaram a importância na qualidade e segurança nas orientações que passam aos alunos. 

“Os índices aferidos em nossa pesquisa anual, nos mostrou de fato o que já tínhamos de percepção. A partir dos resultados, nós iniciamos reuniões com as áreas correspondentes para, desta forma desenvolvermos novas propostas de melhorias.”, explica Maísa Rigoli, Supervisora da Central de Atendimento do Espro e responsável pela Pesquisa.  Ela ainda reforça que, os jovens se mostraram muito maduros ao falar sobre a atuação do Espro e questionar alguns pontos que consideram merecer atenção na instituição e também sobre a forma como querem conduzir a carreira. 

Portanto, a cada edição se solidifica a importância da realização da pesquisa para que o Espro possa buscar, a partir dos índices apurados, soluções para garantir excelência no atendimento em todo o território nacional. “A participação dos jovens foi muito importante. O resultado da Pesquisa foi satisfatório. Temos agora, um documento final com índices muito importantes e já estamos revendo nossos processos internamente”, conclui Maísa. 

 

Atualizações em Andamento

Assim que pontos de melhoria foram identificados nos indicadores, as ações já foram iniciadas. A atualização do material didático utilizado na capacitação dos jovens é uma delas. A equipe de Projetos Educacionais e Material Didático do Espro, está com foco total  na finalização de  novo kit aos jovens composto de livros com novo conteúdo e cases, entre outros temas relacionados ao Mundo do Trabalho, em concordância com as determinações do Ministério do Trabalho e Emprego . O lançamento ainda não tem data prevista, porém será em breve, uma vez que o processo está perto do seu término. 

 

20/Jan - Novas regras para auxílio-doença

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De acordo com a Medida Provisória 664 de 30 de dezembro de 2014, novas regras serão implantadas no que diz respeito ao auxílio doença. A partir de março de 2015, nos primeiros 30 dias de afastamento, o colaborador não tem direito de receber o auxílio-doença, portanto, cabe à empresa pagar o salário integral ao funcionário neste período. 

Isso significa que afastamentos entre 15 e 30 dias, que antes eram pagos pelo INSS, agora serão de responsabilidade das empresas, a Previdência Social arcará somente com afastamentos superiores a esse período.

 

19/Dez - 8 erros de gestão fatais para sua empresa

Saiba qual são os fatores que podem transformar a sua empresa rentável em uma empresa com descredito

Crescer e se transformar é preciso e claro, o objetivo. Porém, sabemos que crescer sem um planejamento prévio é bem mais difícil, isso se não for impossível. Gestores que desejam expandir os seus negócios em 2015 precisam se preparar para encarar as mudanças necessárias que virão por aí. “Se profissionalizar e mudar estrategicamente é estar pronto para crescer”, afirma André Miotto, consultor de negócios e sócio-diretor da AMX Soluções em Gestão Integrada.

Segundo Miotto, “a lição de casa tem de ser feita de maneira pragmática e compartilhada, envolvendo ideias e atitudes de todos os membros da equipe de liderança da empresa”.

Confira abaixo as 8 principais falhas apontadas pelo especialista:

1. Crie um plano de negócios, mantenha um planejamento estratégico e faça uma análise mercadológica.

Estas são três ferramenas essenciais para gerar um controle nas atividades da equipe, abrangendo os âmbitos econômico, administrativo e comercial da empresa, podendo, inclusive, serem utilizadas como instrumentos de solicitação de crédito ou para a entrada de sócios e investidores, uma vez que elas dão mais credibilidade e profissionalismo.

2. Não contrate amigos ou membros da família ao invés de profissionais mais adequados.

Estabeleça os pré-requisitos para cada cargo e função. Para isso, tome como base análises racionais e mercadológicas, levando em conta as competências necessárias para o cumprimento das tarefas. Segundo o especialista, "coleguismo" e família sem preparo pode ser um “tiro no pé” para a empresa.

3. Não misture as contas e receitas da empresa com as dos sócios.

Misturar as despesas da empresa com as pessoais torna impossível realizar uma análise dos custos da empresa, o que - por sua vez -  gera uma aplicação incorreta de preço nos produtos e serviços oferecidos.

4. Não tome decisões sem informações precisas, principalmente as financeiras.

Você precisa saber exatamente qual o custo operacional da sua empresa, área por área, departamento por departamento. Essas informações são de extrema importância para definir o preço de venda correto dos produtos e políticas de descontos. Por isso, é necessário detalhar as despesas fixas e variáveis, tanto das receitas quanto dos investimentos.

5. Estabeleça prazos para os gestores, líderes e membros das equipes.

Definir prazos para e tarefas para sócios, gestores, líderes e membros é uma atividade de extrema importância. De acordo com o especialista, deve-se, por exemplo, eliminar o emprego do gerúndio (“estou terminando”, “estou providenciando”, “estou analisando”).

Contas têm data fixa para pagamento e, quando não executadas, podem atrasar toda uma cadeia, influenciando a receita final da empresa.

6. Não retarde decisões.

Tenha em mentr que prorrogar uma decisão irá aumentar o problema e comprometer o processo de mudança, mais ainda se essas decisões envolverem mudanças de procedimentos, demissões, suspensão de operações, aumento no investimento, entre outras. "Se uma decisão precisa ser tomada, tome!", orienta Miotto.

7. Não dependa de funcionários, fornecedores ou clientes.

A dica da vez é: a dependência traz riscos muito significativos para a empresa. Por isso, treine dois funcionários com o mesmo conhecimento nas atividades principais, assim, caso um deles saia da equipe, sua empresa não será prejudicada. O mesmo serve para os fornecedores: construa relacionamento com, no mínimo, dois fornecedores da mesma área.

8. Não dê ouvidos a soberba e a prepotência organizacional.

É de extrema importância levar em consideração a opinião de sócios, funcionários, clientes e fornecedores, além de se atualizar de forma continua, através do networking, consultorias e treinamentos.

Fonte: Administradores.com

09/Jan - Mudar de emprego

Por Karen Gimenez*

Nos meus tempos da faculdade de Geografia, o termo “fuga geográfica” parecia redundante. Afinal, quando “fugimos”, saímos de algum lugar que nos aprisiona em direção a outro – lugar - em que teremos liberdade. Simples assim? Depende. Quando falamos em vida e carreira, há diversos outros elementos relevantes nessa equação. Quem nunca se sentiu angustiado, “preso”, “massacrado” em um emprego ou relacionamento e viu como única solução deixar aquela situação e entrar em outra logo em seguida? A solução se resumiria apenas na mudança de lugar ou de pessoa. Vem emprego novo, surge um novo relacionamento. Ambos têm “tudo para dar certo”. Tratamos logo de dizer para a família e para os amigos: “agora vai!”, ou então “este é bem melhor”. 

Em pouco tempo, o novo fica ruim 

Passam-se algumas semanas ou até meses e o novo se torna igual ao antigo, ou até um pouco pior. E pelos mesmos motivos. Esses podem ser sinais da chamada “fuga geográfica”, em que buscamos uma situação nova, mas mantemos os hábitos e o comportamento da situação antiga. O quanto a mudança apenas de ambiente consegue nos levar de um cenário ruim a outro totalmente positivo? Não há dúvidas de que, em muitos casos, é necessário deixar o antigo para trás, seja emprego ou relacionamento. A pergunta é: até que ponto essa única atitude é suficiente para solucionar o problema? Se fosse, por que tantas e tantas vezes caímos em uma armadilha igualzinha à anterior? 

São dois pontos importantes a considerar. O primeiro deles é: o quanto a ânsia de sair de onde estamos deixa a nossa visão turva aos sinais de que a oferta que estamos recebendo tem diversos pontos negativos em comum com a nossa situação atual? Ou seja, tem tudo para “não dar certo”. O outro é: o quanto, além de mudar de lugar ou de relacionamento, estamos dispostos a rever o nosso comportamento na nova situação? Uma análise realista, sem desculpas. 

Os sinais estão ao redor 

As pessoas, os locais e as situações, tanto no campo profissional quanto pessoal, costumam dar sinais do que são e do que nos aguarda. Nós os ignoramos naquele desejo interno movido pela insatisfação atual. Afinal, queremos, torcemos para que o novo dê certo, e deixamos esses sinais de lado ou os consideramos irrelevantes. 

Que tal começarmos focar mais na atenção do que no desejo diante da nova proposta? Vamos ampliar a visão e notar elementos como: falta de coerência entre palavras e atitudes; perder o medo de perguntar; notar quando as respostas são “escorregadias” ou desviadas para outro assunto; perceber se o ambiente – mesmo físico - está de acordo com o que a empresa propaga de si mesma e principalmente: ouvir o que nos é dito e não apenas o que queremos que nos seja dito. Vamos tratar deste tema com mais profundidade futuramente. 

Nossos sinais também são claros 

A não ser que você tenha nascido no interior do Sudão em plena guerra ou em alguma situação semelhante, tendo a não acreditar em vítimas completas. Principalmente quando estamos falando da classe média de uma grande cidade. Se aquele emprego ou relacionamento é tão ruim, qual o seu percentual de responsabilidade? 

Se você respondeu nenhuma, sugiro repensar. Quando estamos prestes a entrar em um novo emprego ou situação, além de “renovar as energias e a esperança”, que tal também rever comportamentos? Refletir sobre a situação anterior de maneira racional, com o intuito de analisar o que houve e não de arrumar justificativas.

Recordar as situações ruins vividas e perguntar a si mesmo: por que eu agi daquela maneira? Como eu poderia ter feito de forma diferente naquela hora? Quantas vezes eu agi daquela maneira tentando ter um resultado diferente e não consegui? Mais do que encontrar motivos para esta ou aquela atitude, é importante ao rever a situação, perceber como o outro reagiu a você. Foi a única vez em que houve reação semelhante na minha vida? Se eu fizer diferente será que terei outro resultado? 

Já que é hora de mudança externa, que tal incluir nessa nova fase algumas mudanças internas para reduzir o risco de, daqui a algum tempo, a insatisfação voltar pelos mesmos motivos? Mudar é importante, mas antes de simplesmente esquecer, é preciso refletir sobre o passado, para que ele não volte no futuro.

 



*Master Coach, PNL Master e Coach em Inteligência Financeira. Atua como processos de Coaching, desenvolvimento de lideranças e porta vozes, gerenciamento de crises, gestão de conflitos, consultoria em comunicação e responsabilidade social. Karen é proprietária CCS Consultoria.

 

 

 

19/Dez - Saiba quais são as 40 empresas que mais respeitam o consumidor no Brasil

Saiu a lista com as 40 empresas que mais respeitam o consumidor e tem parceiros do Espro – Ensino Social Profissionalizante em destaque.

Em 2014, a Volvo foi a empresa que mais respeitou os consumidores no Brasil, segundo ranking da Shopper Experience, elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Padrão.

O estudo considerou 10.308 avaliações de 1.718 entrevistados em diferentes regiões do país, coletadas durante o mês de setembro. Eles foram convidados a avaliar até seis segmentos com os quais tiveram contato nos seis meses anteriores.

Com base no total de respostas, cada companhia recebeu uma pontuação. Em casos de empate, o critério utilizado para forma o ranking foi a quantidade de "notas 10" recebidos por cada uma delas.

De acordo com o levantamento, o que mais define uma empresa que respeita o cliente é oferecer produtos de boa qualidade (resposta dada por 23% dos pesquisados).

Em seguida aparece ter funcionários solícitos, disponíveis e ágeis em qualquer canal de contato (16%), fornecer serviços de qualidade (12%), ter agilidade em qualquer canal de contato (9%), ter produtos variados e lançamentos no portfólio (9%) e manter preços atrativos (9%).

Confira a lista:

1. Volvo Cars

2. Honda

3. Whirlpool

4. Porto Seguro

5. Natura

6. BMW

7. Audi

8. Philips (Walita)

9. Apple

10. General Motors

11. Netshoes

12. SulAmérica

13. Johnson & Johnson

14. Sadia

15. Arno

16. Tigre

17. O Boticário

18. BR Home Centers (Tend Tudo)

19. Cassol Centerlar

20. Riachuelo

21. Hering

22. Multicoisas

23. P&G

24. Volkswagen

25. Danone

26. Alelo

27. Samsung

28. Nestlé

29. Saraiva

30. Medley

31. Zaffari

32. Hyundai

33. Amanco

34. Perdigão

35. Panasonic

36. HP

37. Zara

38. Yoki

39. Mercedes-Benz

40. Alpargatas

Fonte: Exame

 

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