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07/Jul - Artigo - Ouvindo a Juventude é mais Fácil Prever o Futuro

Por Antoninho Marmo Trevisan*

“A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”, afirmava o austríaco Peter Drucker, escritor de 30 livros, professor universitário nos Estados Unidos e um dos maiores gurus da gestão contemporânea. Tal afirmação é ainda mais lúcida quando se trata de prever o amanhã dos jovens e, portanto, de começar a escrever hoje os livros de história das próximas décadas.

Para cumprirmos essa responsabilidade com as novas gerações, nada melhor do que ouvi-las e escutar o que precisam para concretizar o sonho de construir um mundo melhor. Pois bem, é exatamente isso que fez a 1ª Pesquisa da Juventude Ibero-Americana, recentemente apresentada em Madri. A boa notícia é que os jovens da América Latina, Portugal e Espanha manifestam otimismo sobre seu futuro (dois em cada três entrevistados acreditam que em, cinco anos, estarão melhor do que agora).

O inédito estudo, abrangendo 20 países e 20 mil entrevistas, evidencia, porém, as lições de casa a serem feitas para transformar esse otimismo em realidade. A violência e a insegurança são os principais problemas. O abuso de substâncias entorpecentes (Brasil), desemprego (América Central) e a economia (Portugal e Espanha) também estão entre as principais preocupações.

A pesquisa, desenvolvida pela Organização Ibero-Americana de Juventude, em conjunto com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), tem o lúcido objetivo de subsidiar a elaboração de políticas públicas. Pela vivência diária na Trevisan Escola de Negócios, concordo integralmente com a observação dos formuladores do trabalho, de que captar as expectativas dos jovens é fundamental, especialmente agora que a América Latina vivencia uma onda de clamor da sociedade, liderada pela juventude, que almeja mais educação e segurança e menos corrupção, violência, pobreza, desigualdades e desrespeito com o ambiente e os pressupostos da sustentabilidade.

Recorte interessante do estudo é o Índice de Expectativas da Juventude, estruturado pelo PNUD. Verificou-se que o Equador, Costa Rica e Nicarágua classificam-se como as nações com a juventude mais otimista, seguidos por Uruguai, Venezuela e Panamá. No lado oposto, estão Portugal, Guatemala e Brasil.

No caso de nosso país, esse resultado deve servir de alerta. Se nossa juventude, num ambiente de quase pleno emprego e numa sequência de 10 anos de ascensão socioeconômica, mostra-se menos otimista do que a espanhola, que enfrenta uma das mais graves crises de sua história, algo realmente está errado. Não se pode subestimar a sensibilidade e a percepção dos jovens quanto aos cenários e tendências. Afinal, o que eles pedem é muito pertinente.

Mais de 150 milhões de habitantes da América Latina (um em cada quatro) são jovens de 15 e 29 anos. Metade deles vive no Brasil e no México e 80% estão concentrados em áreas urbanas. É premente ouvi-los e incentivar a sua participação na formulação das políticas públicas. É assim que será construído o futuro no qual eles serão os protagonistas. Que sejam dias melhores!

*Antoninho Marmo Trevisan é o presidente da Trevisan Escola de Negócios, membro do Conselho Superior do MBC (Movimento Brasil Competitivo) e do CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República).

02/Jul - Contribua para o desenvolvimento do jovem: divulgue a Formação Profissional

Nesta terça-feira, dia 1 de julho, o Espro lança mais uma campanha voltada a todos os públicos da instituição, a “Divulgador da Formação Profissional”. As empresas parceiras do Espro, em Campinas, Grande São Paulo e Sorocaba, podem indicar um jovem para o curso de Formação Profissional para o Mundo do Trabalho.

Peça para que o jovem, com idade entre 15 e 22 anos, se inscreva no Portal do Espro, para as unidades participantes.
Os panfletos e cartazes para a divulgação da Formação Profissional para o Mundo do Trabalho podem ser solicitados pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Incentive os jovens!

18/Jun - Windsor Hotéis comprova eficiência da parceria ‘público-privado’ na qualificação de jovens

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Uma empresa, uma instituição e o apoio do Poder Público levam a profissionalização para jovens de comunidades no Rio de Janeiro, por meio da Escola de Hotelaria Windsor que oferece, de forma gratuita, a oportunidade de capacitação no setor hoteleiro. Recentemente, o projeto formou 100 jovens que estão prontos para atuar no mercado. Este é o momento, pois o país está às vésperas de receber eventos muito importantes para o calendário da hotelaria brasileira, como Copa do Mundo, Olimpíadas, além dos que já fazem parte do ‘cronograma turístico’ da cidade.

O Projeto, que é totalmente financiado pela Rede Windsor de Hotéis, completará três anos em agosto e já preparou mais de 700 jovens para o setor hoteleiro, em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. As aulas são realizadas com o apoio do Instituto Pertencer, ONG especializada em gestão de projetos educacionais responsável pela gestão pedagógica e administrativa do projeto, bem como pelo processo de captação de novos alunos nas principais comunidades do Rio de Janeiro.

“Sinto grande satisfação em fazer parte deste projeto de Responsabilidade Social que transforma para incluir, por intermédio da educação e tendo a hotelaria como pano de fundo. A Escola de Hotelaria Windsor é para mim e também para nosso gerente geral, o Sr. Marcos Bezerra, o ‘projeto de nossas vidas’!”, comenta Tatiana Mitilo, gerente de Recursos Humanos do Windsor Barra Hotel. Segundo a gerente, a hotelaria tem perdido muitos funcionários para outros segmentos. Então se vê a necessidade em intensificar os programas de treinamento em hotelaria ou até mesmo a criação de um instituto para que as empresas possam oferecer ações de qualificação e aprendizado mais sistematizadas.

“Há uma dicotomia entre a oferta e a demanda, pois ao mesmo tempo em que há a defasagem de profissionais no mercado e muita gente querendo trabalhar, não conseguimos fechar as vagas em aberto, por não haver gente capacitada tecnicamente”, reforça a gerente.

Futuro

Segundo Tatiana, as previsões oficiais da ABIH/RJ apontam que, com a chegada de 10.500 novos quartos em hotéis serão gerados cerca de 40 mil novos empregos no setor, somente na região da Barra da Tijuca. “Mesmo não tendo vagas em nossa rede, os alunos conseguem colocação nas principais bandeiras hoteleiras presentes na cidade. Com o anúncio da Cidade Olímpica, por exemplo, houve um compromisso do empresariado do segmento, em aumentar o parque hoteleiro gerando oferta de unidades. Sendo assim, até 2016 teremos mais 15 mil unidades, que equivalem a 100 novos hotéis na região com ofertas e possibilidades de emprego para os profissionais da área.”, comenta.

A Escola de Hotelaria Windsor oferece cursos totalmente gratuitos para camareira/ arrumador, garçom/garçonete, barman/barwoman, mensageiro e capitão porteiro. Há também aulas de inglês, informática, turismo e cidadania. O curso tem duração de três meses e os alunos recebem material didático (livros e apostilas), lanche e vale-transporte, aulas teóricas e práticas, participam de visitas guiadas e ainda têm oportunidade de estágio supervisionado na rede Windsor.

Investimento em capital humano

Diante das projeções de ofertas de vagas no setor, o Windsor Barra Hotel se prepara, desde 2009, para atender a demanda com profissionais devidamente capacitados em suas áreas de atuação. Há dois programas com foco na preparação dos colaboradores, sendo um para quem já está na Rede e outro com temática nas Olimpíadas de 2016.
São eles:

A Prata da Casa é Ouro (desde 2009)

Objetivo: recrutar pessoas para atuar na ‘linha de frente’, no atendimento direto ao cliente. Para participar, o candidato deve ter, no mínimo, o ensino médio completo. Ele será preparado durante três ou quatro anos. Segundo Tatiana, muitos dos que participaram, já foram promovidos e ocupam hoje cargos de chefia.

Rumo ao Podium (desde 2010)

Objetivo: preparar os funcionários para as Olimpíadas de 2016. O Windsor Barra Hotel investiu em treinamentos diversos e ainda ofereceu cursos de inglês. “Muitos profissionais já estarão preparados para a Copa do Mundo. Este movimento tem também como objetivo manter nosso time de colaboradores considerados ‘cérebros ou corações de obra’. Nossa preocupação permanente é o investimento no capital humano”, explica a gerente.

18/Jun - Linha do Tempo do Espro quer resgatar histórias dos 35 anos

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A Copa do Mundo no Brasil já começou e assim como o Mundial, o Espro – Ensino Social Profissionalizante tem marcos históricos. Para comemorar os 35 anos de história, a instituição lança um site, em forma de linha do tempo, com os principais fatos desde sua criação. Quem tiver alguma história marcante vivida no Espro pode também registrá-la*.

Esta ação tem por objetivo resgatar relatos emocionantes, diferentes e inusitados durante estes 35 anos. Milhares de jovens, famílias e comunidades têm suas vidas transformadas com os programas oferecidos pelo Espro e são estas histórias que fazem a instituição ainda mais reconhecida pela tradição e excelência, principalmente nos Programas de Socioaprendizagem.

Conte a sua. Ela faz parte destes 35 anos do Espro!

Acesse e Participe!

*todas as histórias enviadas serão validadas antes de serem publicadas.

16/Jun - Empresas apresentaram melhores práticas para retenção de jovens talentos

Aconteceu no dia 5 de junho, a 4ª edição do Diálogos de RH, em Brasília. Dois cases de sucesso foram apresentados por Daniel Florêncio, Gestor de Planejamento de RH da Inframérica e Juliana Alcântara, Gerente de RH dos Laboratórios Sabin.

A ação reuniu cerca de 22 gestores de organizações públicas e privadas para troca de experiências e benchmarking sobre tendências e práticas de excelência na condução do capital humano, especialmente jovens talentos, nas organizações.

 

Clique aqui e assista ao vídeo na íntegra e confira tudo o que foi discutido! 

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