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Salário e horário flexível perdem preferência entre jovens que buscam primeiro emprego

 

Apesar da chamada Geração Y (pessoas nascidas após 1980) ter promovido uma revolução no mercado de trabalho por suas características muito peculiares, os jovens ainda buscam aspectos considerados tradicionais na hora de avaliar uma proposta de trabalho.

No Dia Internacional do Jovem Trabalhador, comemorado em 24 de abril, pesquisa realizada pelo Espro – Ensino Social Profissionalizante – com 1.635 Jovens Aprendizes do Brasil, aponta que fatores como salário, com 5,2%, e flexibilidade de horário e local, com 1,35%, estão entre os últimos fatores levados em consideração na busca do primeiro emprego. 

A oportunidade de crescimento na carreira, com 51,07% das escolhas, ainda é o que mais atrai os jovens trabalhadores. Também de acordo com o levantamento, o item Conhecimento e Aprendizado ficou entre os principais objetivos, com 41,65%.

“Neste atual momento da vida, eu não me preocupo com o salário, mas sim com o aprendizado adquirido. O dinheiro virá como consequência. O conhecimento e o aprendizado são impagáveis. Penso agora em conseguir experiência profissional que ainda não tenho”, afirma Lillian Magalhães, de 17 anos, uma das participantes da pesquisa. 

Os benefícios oferecidos pelas empresas, como vale-transporte, plano de saúde, entre outros, também não faz diferença para quem busca ou está no primeiro emprego da carreira. Apenas 0,73% dos participantes afirmaram que este fator é critério principal no atual momento.

Entre os jovens que participaram da pesquisa, 35,86% residem na região Sudeste do país e 58,75% têm entre 17 e 19 anos de idade.   

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